O Teatro Mágico – Música boa para ouvir. Ou melhor: viver.

O Teatro Mágico é uma destas coisas que conhecemos para não mais esquecer. Poesia, música, teatro, circo, talvez sirvam para descrever o que é. Ou talvez não. Alguns chamam de banda, outros de trupe. É circo, é banda, é teatro, espetáculo, cultura. A tudo isso deram um nome: O Teatro Mágico.

Liderada por Fernando Anitelli, O Teatro Mágico é fenômeno. A comunidade do orkut, por exemplo, tem mais de 63 mil pessoas (lembro-me de quando eram 10 mil). Seus shows costumam lotar. Não de pessoas, mas de apaixonados. É, apaixonandos. O que há em volta de O Teatro Mágico é algo diferente. Apaixonadas pela cultura, pela poesia, por aquilo até então desconhecido, pois O Teatro Mágico é algo único.

À primeira vista, O Teatro Mágico, sobretudo, aqueles que o seguem, podem parecer anormais. Afinal, não é comum ver pessoas indo a shows vestidas de palhaço. E realmente não é normal. É algo raro. E acredite, O Teatro Mágico contagia.

Com sua belas músicas, que falam sobre sentimentos e outras questões do cotidiano, O Teatro Mágico cresceu assim, no boca a boca. E cresceream muito. O suficiente para chamar a atenção da mídia. - Afinal, o que há nesta banda? — provavelmente pensavam E assim, o Teatro Mágico apareceu no Jornal Hoje, na Veja e em outros tantos lugares.

Em breve se apresentarão no Teleton, o que deve proporcionar ainda mais visibilidade. Se isso é bom ou ruim, eu não sei. Talvez seja. Afinal, arte merece ser divulgada. E TM é arte pura.

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P.S. 1: Baixe o CD d’O Teatro Mágico. Todas as músicas podem ser baixadas gratuitamente. Se preferir, você pode apenas ouvir. ;)

P.S. 2: Embora O Teatro Mágico não seja mais o que podemos chamar de desconhecida, me senti na obrigação de falar a respeito. Se já conhecer, diga se concorda. E se não conhece, pode ser uma excelente oportunidade.

Ser Apple xiita é ser “cool” ou ser chato?

Apple xiitas costumam dizer que são cool, que usam um sistema operacional de verdade, jovem, simples e moderno. Pode ser. E eles têm o direito de ter a opinião que quiserem, não discordo. O que eles não podem é não saber aceitar as opiniões e escolhas dos outros. E, geralmente, não sabem. Querem a todo custo convencer os outros de que o Mac é melhor. E se for? Quem se importa?

Sinceramente, é tão chato ter que ficar ouvindo/lendo a todo tempo o quanto o Mac é melhor, o quanto a Apple é boa, enfim… Será que não percebem? Não é difícil entender que o que serve para um, pode não servir para outro. É tão simples entender… Eu uso Windows e, por hora, estou satisfeito. Se um dia eu tiver a oportunidade de usar um Mac, eu usarei normalmente. E nem por isso direi que um é melhor ou pior. A questão é simples, não é? Mas por que Apple xiitas não entendem isso? Estou feliz com o Windows. Meu amigo ali está feliz com o Linux. E, pronto, estamos desenvolvendo nossas atividades como queremos ou como precisamos.

Então, não precisamos ter que ficar lendo essa constante afirmação de superioridade. Ou pior: ver essa chatice contaminando a blogosfera, sobretudo, o Meiobit. Putz! Sinceramente, ultimamente está tão decepcionante ter que agüentar certos tipos de posts feitos pelos tais xiitas, que fazem de tudo um motivo para criticar uma ou outra plataforma. E sempre com o intuito de elevar o Mac ou a Apple.

É tão entediante ter que ler os argumentos usados por eles para tentar convencer a superioridade do Mac. Ora, que seja. Pode ser sim o melhor sistema operacional, mas se atenham a isto. Não fiquem tentando convencer os outros do mesmo. Use-o, mas respeitem as escolhas dos outros. Repito: é tão simples entender isso.

Digo mais: se os blogs ficarem tão tendenciosos assim, por que continuaremos a lê-los? A graça dos blogs está na opinião. Opinião que muda, que influencia, que questiona, que complementa. E não essa idiotice tendenciosa.

mac girl
“Eu uso Mac e sou legal”

Japoneses pisando na bandeira nacional brasileira.

Como meu sobrenome indica, minha ascendência é japonesa. A família do meu pai tem muito da cultura japonesa. Comem arroz sem sal, peixe e etc. Por certa ligação com a cultura japonesa, ainda que mínima, eu desenvolvi certa admiração. Sempre pintei, em meus pensamentos, um Japão divertido, legal e outras características interessantes.

O que eu nunca entendi é a admiração que os japoneses têm pelos americanos. Adicionando, inclusive, muitas palavras americanas em sua língua. Ora, nem parece que foram os americanos que jogaram duas bombas atômicas lá…

Está bem, eu sei que o Japão se transformou em um país pacifico, e quer apagar todo tipo de resquício do seu passado negro. Se olhado por este ângulo, os japoneses estão corretos. Para quê alimentar qualquer tipo de vingança? Pois é. Mas olhando por outro ângulo, eu tento entender por que os japoneses vêem outros países com outros olhos. E não entendo. Os Estados Unidos são admirados, mas outros países não.

O Brasil, por exemplo. Pode ser que eu esteja equivocado, mas eles devem pensar que o Brasil é um país totalmente hostil, onde só se sabe jogar futebol. Sei lá. Até aí tudo bem. Afinal, eles têm o direito de pensar o que quiserem. O que eles não podem é desrespeitar o nosso país. Ou pensar que nossa bandeira é tapete para pisarem, como no vídeo abaixo:

Sinceramente, eu não acho graça nenhuma neste tipo de imagem. Ora, a bandeira nacional é o símbolo do nosso país, logo conclui-se que estão pisando no Brasil. Ou estou errado?

Nem tudo é o que parece ser. Ou um exemplo de viral.

Sabe quando conhecemos algo tão interessante, que este ‘algo’ precisa ser compartilhado com outras pessoas? Se sim, você sabe, mais ou menos, o que é “viral”; ninguém nos pede para divulgar determinado conteúdo, mas nos sentimos na obrigação de o fazer. E assim, espontaneamente, em qualquer que seja o formato, o conteúdo se espalha pela rede.

Bandas musicais há muito descobriram que como uso da internet, elas podem alcançar o sucesso mais ‘facilmente’. Certo. Isso é realmente possível, já que, se levado em conta a velocidade impressionante com que as coisas percorrem a internet, alcançar o sucesso é algo muito, muito mais fácil. E as empresas já enxergaram isso… E tentam emplacar alguns virais, seja para promover filmes, seja para promover cantores, enfim, seja o que for.

Todavia, não é tão fácil quanto parece ser. Não basta colocar um videozinho nos youtubes da vida, e esperar que ele faça sucesso, e faça sua banda bombar. Não, ele precisa ser atraente, ser legal. Ou nada feito.

Ora, meu velho, se a música não for boa, ninguém passará adiante, e pronto, se desfaz a tentativa de viral. A não ser, é claro, que tenha um algo mais. O clipe abaixo, por exemplo, se enquadra perfeitamente no que estou dizendo. É propaganda, mas é legal, divertido. E dane-se se a música é ou não é boa. Eu não me importo. Você também não vai se importar. E nós temos uma quase obrigação de passá-lo adiante. É interessante, genial, e precisa ser divulgado. Nos diverte, e nada mais justo do que divulgar.

Pronto. Divulgação quase gratuita.

Algumas empresas não entendem isso, e tentam promover, sem sucesso, um viral qualquer. Se for pra ser viral, tem que fazer como a Fox na divulgação d’Os Simpsons. Toda aquela parada de simponizar as pessoas e tal. E deu certo.

Particularmente, não me importo com essas jogadas de marketing, desde que estas não subestimem minha inteligência. Ou que não sejam idiotas. Por exemplo: um viral, do Sempre Livre, usando esta imagem.

O supra-sumo acabou. Mas há um novo começo.

Pensando a respeito deste blog e de todo o caminho percorrido por ele, eu cheguei a uma conclusão, ou quem sabe, uma necessidade: recomeçar. É, eu preciso recomeçar. Ou pelo menos acreditar que estou recomeçando.

Quando paro para pensar a respeito deste blog, eu me sinto um pouco frustrado. Eu acredito que eu poderia ter feito melhor. E que ainda posso fazer melhor. Mas não fiz, não faço. É chato ficar falando isso, eu sei, mas é a verdade. Muitos blogs mais novos do que o meu, hoje são maiores do que o meu. Talvez isso não seja o ideal para fazer comparações, mas é assim que eu percebo que eu poderia fazer mais, mas não fiz.

Sei que muitos leitores ficaram pelo caminho, e que mudei muitas vezes meu estilo, o assunto, o foco. A culpa é minha.

Sinceramente, eu poderia até parar este blog por aqui, mas não vou, pois sei que eu posso melhorar. E não desisto, não desistirei. Acredito que há outras soluções para problemas, do que simplesmente esquecer. E não vou esquecer que este blog precisa melhorar.

Eu já disse diversas vezes que eu preciso melhorar, mas acabo ficando em palavras, porque eu quero agradar todos, mas isso não é possível. Alguns conheceram este blog de um jeito, e algumas outras pessoas, de outro. Isso me faz errar, porque jamais conseguirei agradar a todos. Não que isso não seja possível, mas eu, definitivamente, não tenho esse talento.

A minha solução é dividir as coisas. O supra-sumo é um blog que fala sobre determinado assunto, nada mais. Não mais farei mudanças constantemente. O que quero dizer é que não ficarei mudando o foco, como faço sempre. Isso não dá certo.

Mas eu gosto de falar sobre coisas pop, também. O que fazer? Outro blog. Simples. Eu farei outro blog, e nele postarei artigos mais diversificados. E este blog será apresentado em breve.

Sei que eu poderia ser mais específico nos problemas deste blog, mas acredito que isso acabará ficando muito chato, portanto, prefiro parar por aqui. Por enquanto é isso. Façamos de conta que estou começando agora.