Bebês chupando limão.

Não. Não pode haver tanta maldade nos corações humanos. Como, me expliquem como, pode existir tanta maldade? Veja só, algumas pessoas extremamente malvadas fizeram questão de ver o sofrimento alheio de bebês, com limão, limão azedo, muito azedo.

Agora, eu fico pensando: Qual maldade é maior? Dar limão a bebês ou rir da reação deles? É, eu não sei. Eu ri, ri muito. E digo mais: darei limão para minha sobrinha bebê. Maldade em uma situação como essa, convenhamos, é assaz engraçada.

O governo chinês é explorador?

Estive matutando, hoje pela manhã, e foi a respeito da China. Vendo algumas fotos onde pessoas trabalhavam em empresas, que como todos sabem, recebendo um salário pífio por uma jornada de trabalho altíssima. Essas pessoas não têm muitas escolhas, afinal, elas vivem em um país de governo ditatorial. A tarefa delas é trabalhar, trabalhar e trabalhar, nada mais. Assim sendo, eu fiquei pensando: “Ó, pai, ó. como esse governo chinês é cruel”.

Será que é mesmo?

Pois é, a princípio, o governo chinês é tudo o que há de mal, mas, se pararmos para refletir, ele não é tudo isso, não. Pois vejam, os chineses não têm liberdade para expressarem suas idéias, mas a culpa é de quem? Nossa. Tudo isso é culpa do nosso capitalismo. Hei, calma, eu também sou capitalista. Todavia, convenhamos, nós temos culpa pelo que ocorre com as pessoas na China. Afinal, quem é que consome o que eles produzem? Quais são as empresas que levam suas empresas para lá em busca de mão-de-obra barata? Pois é.

O governo chinês nada mais faz do que obrigarem os seus cidadãos a produzirem o que nós consumimos. Mesmo não sendo pelo lado certo, esta é a maneira que eles têm para brigar em meio a esta globalização feroz que estamos enfrentando. Oras. É tão fácil produzir na China. É tão fácil pagar mais barato por um produto, pois ele foi produzido na China. E olhando isso: Pagamos realmente mais barato ou deixamos de pagar aquele trabalhador chinês? Pois é, reflita.

O que serei quando crescer?

O que serei quando crescer? Em pensamentos, eu já fui tudo; jogador de futebol, engenheiro, médico, administrador, e outras coisas mais. Entretanto, na prática nunca fui nada. Jogador de futebol era algo distante, já que chutar bola não é uma boa função para meus pés. Até que eu não sou tão ruim, se levado em conta que sou descendente de japoneses, mas estou longe de ser bom… Ser engenheiro também passou pela minha cabeça, mas só passou mesmo. Matemática não era algo muito atraente pra mim, e… Bom, engenharia e matemáticas estão lado a lado, nada mais a declarar. Por muito tempo, fiquei entre meus devaneios, tentando encontrar uma profissão interessante para seguir, mas… Acabou o ensino médio. Sem tempo para pensar muito, entrei em uma faculdade de administração.

Administração era um curso interessante naquele momento. Dizem que administração é curso para indecisos, e não preciso dizer que foi o meu caso, não? É. Até que eu comecei a criar certo apego pelo curso. Eu até já fazia meus devaneios a respeito da profissão; me imaginava em uma imensa e confortável poltrona de couro à la Roberto Justus. Na alta chefia, eu seria CEO. Percebe-se que sonho baixo, né? Na verdade, eu pensava mais no status que isso me daria, na secretária que me serviria, e que deveria ser assaz interessante, menos secretária, de preferência mestiça. Mas sabe como é, devaneios são devaneios, e nisso ficou.

Todo o entusiasmo, de estar cursando uma faculdade, passou. Passou porque tudo começou a ficar chato. Chato porque percebi que não era aquilo que eu queria. Afinal, há muitos administradores… Há muita concorrência. E fundamental: eu não desenvolvi amor pela ciência da administração. É verdade. Se não há amor pela profissão, o que há? Nada. Administração não me cativou. Eu fazia matemática, mas não seria professor. Fazia direito, mas não seria advogado. Fazia administração, e sequer sabia se seria administrador. É verdade. Administração faz parte de um campo muito concorrido. A não ser que eu fosse herdeiro de uma empresa, não haveria muitos motivos para continuar… E não continuei.

Acho, aliás, tenho certeza, que o que mais me motivou a parar, foi outra Ciência: o Direito. Como eu aprendi um pouco de Direito, no curso de Administração, eu acabei gostando. E, sobretudo, percebi que era uma a Ciência ideal para eu deixar para trás diversos tipos de paradigmas.

Eu sou um cara chato, de vez em quando, pois tenho uns pensamentos um pouco contraditórios. Existem coisas que eu só enxergo pelo lado errado, baseado somente no que eu considero correto. E o Direito era a Ciência que me fazia parar um pouco para pensar. Pensar no que é correto, não para mim, mas para todos. É, Direito seria a Ciência ideal.

Sabe, eu tenho uns pensamentos démodé, do tipo “O Brasil ainda mudará”. O ruim de pensar assim é que decepção é uma constante. E não preciso explicar o porquê. Esse tipo de pensamento foi outro motivador para eu escolher o Direito. Afinal, assim eu poderia mudar algo um dia, mesmo que pouco, mesmo que somente na minha cidade, mesmo que para algumas pessoas, não importa. O Direito se mostrou a Ciência ideal para mudar algo. E eu quero mudar algo, fazer diferente, ser alguém melhor. Quero prezar pela igualdade. Quero ser juiz, promotor, quero ser justo. É isso que quero ser quando crescer: crescer como pessoa, mudar alguma coisa, e não apenas esperar que façam o que eu posso fazer.

Meta-postagem

Estou de volta. Foi uma breve pausa, mas, acredito eu, foi o suficiente. Pude repensar algumas prioridades, realinhar alguns focos, e posso dizer que as coisas tendem a melhorar por aqui. Não apenas aqui, mas no meu cotidiano como um todo, já que este blog está fortemente ligado às minhas atividades atuais.

Pensei bastante a respeito deste blog, de coisas que eu precisava mudar, e de metas que eu ainda pretendo alcançar. Percebi que eu precisava mudar logo, ou eu não evoluiria mais. Ao contrário do que alguns pensam (por minha culpa), eu não escrevo para mecanismos de busca, ou não é isso que eu quero. Mas, infelizmente, era essa a imagem que eu estava passando. Não mais. Agora vamos fazer as coisas de maneira correta. Não digo que escreverei a respeito de átomos e moléculas (porque eu nem sei disso), mas também não falarei a respeito da última celebridade sem roupa. Simplesmente seguirei o caminho que eu desejava inicialmente, sem complicar, sem querer ser o que eu não sou.

As críticas recebidas foram importantes. Foram sim. É bom saber que há pessoas que esperam mais de nós, que acreditam que podemos mais. Sinceramente? Esperem mais, muito mais, porque estou disposto a levar este blog muito mais a frente. Disposição e tempo não me faltarão. Aliás, falando em tempo… Estou me organizando com ele. Criei uma lista de tarefas diárias, foi no papel mesmo. Este post, por exemplo, já está dentro de uma rotina. Explico: das 09h30min até as 11hrs., eu escrevo posts. Dentro deste horário, eu não faço nada mais. Esqueço feeds, sites e etc. Evito ao máximo tudo o que possa me distrair.

Assim, com melhor organização de tempo, com prioridades mais definidas, eu levarei este blog com maior responsabilidade. E, sobretudo, com uma promessa de entregar sempre algo interessante para vocês, que me acompanham, e que apostam no que eu posso fazer. E farei bastante… Espero.

Sem me extender demais, voltemos a nossa programação normal.

Tempo para realinhar objetivos e tarefas.

Estive pensando, nestes últimos dias, em algumas coisas a respeito deste blog, e me vi em situação preocupante: tudo está fora dos eixos. Estou errando ao deixar de lado algumas prioridades. Eu poderia citar diversas delas. Há muitas coisas que planejei, que simplesmente não estão dentro do que eu esperava. Isso é mal.

Por mais que alguns objetivos tenham sido alcançados, alguns acabaram ficando no caminho, o que me faz pensar que algo precisa mudar. Eu diria até que estou perdido. Sim, perdido, pois não tenho, hoje, uma base segura para afirmar que, daqui a um ano, eu estarei aqui, maior e melhor.

Bah! O caminho deve ser evolutivo. Se não for, algo está errado, muito errado. Concorda? E se não tenho segurança para afirmar que as coisas estarão melhores, preciso mudar, e logo. Para início, meu tempo é totalmente confuso, faço tudo fora de hora. É, por conseqüência, enfio o pé entre as mãos. Por isso, eu preciso gerenciar meu tempo, criar uma rotina diária de tarefas e mantê-la à risca. Para isso, preciso de um tempo, tempo para repensar tudo. Sendo assim, farei uma pequena pausa. Uma pausa breve, alguns dias, e quando voltar, eu falarei a respeito dos problemas identificados e as soluções encontradas.

A programação normal continua após o break.

Página 2 de 4123...Última »