Um belo exemplo de mídia tendenciosa.

Pois veja, blogueiros costumam dizer que a diferença entre blogs e a chamada mídia tradicional está na opinião. Enquanto blogueiros expressam suas opiniões acerca dos assuntos que escrevem, a mídia tradicional busca escrever somente acerca dos fatos, evitando ao máximo opinião. A princípio, essa é uma boa maneira de diferenciar blogs e outros tipos de mídias, entretanto, não é a verdade. É ingênuo afirmar que a mídia comum não expressa opinião. Expressam sim e, além do mais, são tendenciosas. Sim, não deveriam ser, mas são. Que novidade, não?

A exemplo disso, posso citar uma matéria da Exame. Uma matéria extremamente tendenciosa, onde tentam claramente distorcer a realidade. Sim, distorcer a realidade, não há outra explicação para a tal matéria.

Em resumo, a supracitada matéria fala sobre Jorge Luiz Souto Maior, um juiz de Direito do Trabalho, que não visa beneficiar somente as empresas, mas sim seus empregados. Embasado em leis, ele faz com que empresas paguem os direitos que devem aos funcionários. Por muitas vezes, o juiz faz com que as empresas paguem um grande valor aos funcionários lesados.

Por decidir pelos menos desfavorecidos, e usá-los como exemplos para que outras empresas respeitem os direitos de outros trabalhadores, a Exame claramente manipula a matéria para que esta nos leve a pensar que o trabalho desenvolvido pelo juiz é incorreto, prejudicial às empresas, etc. Ok, isso não é discurso socialista, não. Todavia, claramente o juiz executa um trabalho primoroso, que merece, inclusive, admiração. Mas, a intenção da Exame, ou de sua reporter, é outra. É querer transformar algo, no mínimo, justo em algo errado.

“Com o argumento de fazer justiça social, magistrados como Jorge Luiz Souto Maior beneficiam alguns poucos em prejuízo de milhões de trabalhadores brasileiros”

Na matéria, vê-se claramente o objetivo de tentar manipular a opinião do leitor, entrentanto, fatos não mentem, e alguém com mínimo de senso crítico percebe isto. É, inclusive, engraçado ver que os fatos são apresentados, contudo, a matéria segue por outros caminhos, o que faz com que os próprios fatos apresentados para ilustrá-la, joguem contra ela.

E não apenas eu penso assim, mas também outros leitores da matéria. Sim, é permitido comentar a matéria, e é possível ver a indignação dos leitores. A citada matéria é, usando uma analogia, como uma discussão, onde um dos envolvidos perdem os argumentos e parte para agressão física. É justamente isso.

[Link Matéria]

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A responsabilidade dos blogueiros para com seus leitores.

Quando começamos um blog, independente dos reais motivos para isto, não temos muita responsabilidade, ou melhor, cobrança. Fazemos o que queremos, ou o que achamos ser legal. Acontece que, passado algum tempo, o blog começa a crescer, a conquistar novos horizontes: leitores. E, com esse crescimento, o blog começa a se transformar em, digamos, obrigação. Sim, obrigação. Obrigação de entreter e informar nossos leitores.

Quando um leitor assina nosso feed, ele firma um acordo conosco. Nós lhe daremos conteúdo, enquanto ele nos dará audiência, feedback, enfim, motivos para continuar levando nossos blogs adiante. O conteúdo que ele espera é aquele que ele encontrou assim que assinou o feed, nada mais. Acontece que, conforme o tempo passa, nós tendemos a mudar algumas coisas, muitas vezes erroneamente.

Eu, por exemplo, mudo constantemente. Mas mudo pensando em entreter aqueles que me lêem, contudo, não acerto sempre. E, quando não acerto, eu não posso saber ao certo no que errei, a não ser que eu receba um retorno de algum leitor. Acontece que nem sempre estamos preparados para receber esse retorno, ainda mais quando ele é negativo. Eu, sinceramente, procuro sempre manter meu blog à altura do que esperam dele, embora, algumas vezes, eu tenha consciência de que estou fugindo do caminho.

Infelizmente, eu preciso postar certas coisas que não são agradáveis à todos. É ruim, eu sei. Não mentiria sobre isso, muito menos esperaria que aceitassem como normal. No entanto, sinceramente, não faço isso para deixar meus leitores insatisfeitos, ou mesmo, incomodados. Faço por uma, chamemos assim, necessidade. Mas, todavia, não pedirei para que aceitem. Eu é quem devo mudar algumas coisas aqui, pois, como dito antes, nós temos um acordo, e se estou errando, a obrigação de arrumar é minha, somente minha.

Eu, sinceramente, não quero decepcionar meus leitores. Ainda que poucos, eu tenho grande consideração por vocês. E eu espero muito que, quando eu errar, manifestem-se. É complicado receber comentários negativos, sim, entretanto, é necessário, importante.

Estranhas Fantasias Sexuais

Transar em público, na rua, deve ser fetiche de muitos. Estacionamento? Também. Amor, coisa legal, né? Sim, quando não é bizarro. Há pessoas que não tem bom-senso. Avião, barco, normal, sem problemas. Agora, rua? Pois é, inventam umas fantasias estranhas, e não se incomodam em realizá-las. Transar no meio da rua, em plena luz do dia, é um excelente exemplo disso. Fetiche ou doença mental? Sei lá, eu achei deveras engraçado, bizarro e outras coisas mais. Só não penso em fazer igual.


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IBOPE de Caminhos do Coração não está lá essas coisas. D’oh!

A novela Caminhos do Coração(a.k.a. Heroes tupiniquim) não está bem. Seu IBOPE está caindo… O início foi belo, lindo, maravilhoso: pico de 20 pontos no IBOPE. Oras, nada mal, mesmo. No entanto, a coisa despencou, e , no sábado, a novela ficou em uma média de 10 pontos!

A novela, que têm mutantes com superpoderes, tem uma fórmula interessante. Contudo, esta parece não estar fazendo muito efeito, apesar de seu custo elevado. Eu assisti, achei legal, mas nada que me fizesse sentir vontade de continuar assistindo. É, talvez esse seja o motivo: a novela não está despertando interesse em acompanhá-la diariamente.

Talvez o sucesso inicial se justifique pela curiosidade. Muitos queriam, inclusive eu, saber do que se tratava, de como os personagens ‘mutantes’ seriam integrados ao contexto de uma novela. Enfim, passado essa curiosidade, não sobraram muitos motivos para acompanhar, pelo menos não da minha parte, a novela. No entanto, não posso fazer uma análise mais crítica de Caminhos do Coração, uma vez que eu não a acompanhe diariamente. Agora é esperar pra ver se a novela será, ou quem sabe não, sucesso. Qual sua aposta?

Fonte: Judão

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Trilogia Bourne - Filme de macho é isso aí.

Há uns dias atrás eu sequer sabia quem era Jason Bourne (Matt Damon), muito menos se seus filmes eram bons ou não. Tolo eu, não sabia quem era este agente secreto, que nada mais é do que uma mistura de tudo que há de mais inacreditável no cinema (leia-se: Chuck Norris e John McClane - a.k.a Bruce Willis). Ou seja, Jason Bourne, enquanto um invencível quebrador de braços alheios, é fodástico. O cara pula de prédio, pula de ponte, bate carro, é baleado, apanha, e não morre jamais, nunca, o cara não morre, entende? É como dizer que Chuck Norris se tivesse que escolher um filho, ele diria: - Bourne, meu filho, venha cá com o pai.. Ok, eu admito: muito estranha essa situação que eu, e eu mesmo, inventei . Estranha, mas possível.

A trilogia é fenomenal. Um quebra-quebra alucinante. E digo mais: se o locutor da Sessão da Tarde tivesse que fazer uma chamada para algum filme desta trilogia, a chamada seria de uns 5 minutos, no mínimo, com cortes, é claro. E ainda assim não faria jus ao destaque que merece os filmes do Bourne.

Tudo começou lá no começo, quando ainda era o início do filme. Bourne nem sabia quem era, aliás, a trama gira em torno disso: quem é Bourne? O que faz? De onde vem? Mesmo não sabendo quem é, Bourne chuta qualquer um que desafie-o. Bate muito, mas também mata quando é preciso. E quando é preciso, meu caro, Bourne arrebenta, sem dó nem piedade. Faz um grande estrago. E, na verdade, Bourne nem precisa de muita coisa para matar seus inimigos. Com uma simples pistola ele mata um franco atirador que está a uns 2 quilometros de distância - senão mais. Tá, exagerei um pouco, mas só um pouco.

Eu já disse que ele é um agente secreto renegado? Hu? Pois é, ele é. Sabe de tudo o que precisa saber, e mais do que aqueles que o perseguem. Enfim, detona todos que entram no seu caminho. Ele apanha, eu já disse? Pois é. Ele também apanha. Mas sabendo quem é, Bourne detona tudo. :D

No terceiro título da série, sabido de quem é, Bourne arrebenta, detona, e também estralhaça seus inimigos, como deveria ser. Ele quer sabe o porquê ele é quem é. Ou seja, muita porrada. Coisa alucinante de se ver.

O único problema do último filme é saber que ele é, enfim, o último. Último? Sim, trilogia é isso: três filmes. Pena. E mesmo que a trilogia fosse de quatro filmes, que é possível quando falamos de Jason Bourne, Matt Damon não o faria. Isso mesmo, Matt Damon disse que cansou de fazer o Bourne. :(

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