Vídeos engraçados: O ladrão sincero. E Vanessão Quéti-quéti.

O Brasil é uma país exótico. Exótico e grande. Por isso, não é raro ver coisas estranhas, muito estranhas. Temos aí o Sem Meias Palavras para comprovar o que estou falando. Aliás, estou é repetindo o que todos sabem.

Portanto, não é preciso andar muito para achar alguns dos muitos brasileiros esquisitos que existem por aí, pessoas que vivem uma vida, digamos, inusitada. Porém, sabe-se lá por que, uma cidade no norte do país foi escolhida para abrigar muitas destas ‘pessoas inusitadas’. Esta cidade é conhecida como Ji-Paraná, uma cidade de Rondônia. Pelo menos é o que aparenta…

O ladrão sincero.

Este é uma ladrão sincero, um exemplo que deveria ser seguido pelos nossos políticos. Rouba, mas diz a verdade.

Vanessão Quéti-quéti

Mas engraçado mesmo é a Vanessão Quéti-quéti. Tente imaginar de onde vem o Quéti-quéti…

Cara de manga

Alguém poderia me explicar o motivo que leva alguém a fazer uma reportagem sobre uma manga? Sim, isso mesmo, uma manga.

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Vídeo: Construção de um Airbus A380 em 7 minutos

Airbus A380, o Superjumbo, nada mais é do que o maior avião comercial do mundo. É enorme. Um exemplo espetacular de engenharia. Para você ter uma noção da monstruosidade, o A380 tem 277 toneladas, vazio. Podendo comportar 560 toneladas fácil, fácil. E voa a uma velocidade de até 970km/h. Para efeito de comparação, enquanto o Airbus A380 comporta até 863 pessoas, seu concorrente, Boeing 747, comporta apenas 457 pessoas. (fonte) Realmente incrível.

O primeiro vôo comercial deste brinquedinho ocorreu hoje, 25 de Outubro, em Cingapura.

Deixo um vídeo que mostra todo o processo de construção. Desde o transporte das peças até sua montagem. Impressionante!

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A estranha sensação de voar

Um homem com uma Kawasaki Ninja em mãos, pensa que é rei, um imortal. Quer mostrar poder. Quer conquistar gatinhas. Quer correr além dos limites do tempo e espaço. Nada mais normal, com uma Kawasaki Ninja isso é bem possível. Com umas 400cc você faz o que quer. O problema é se conter perante a tanto poder. Uma hora você extrapola, exagera, pensa que é o Cap. Nascimento, daí é um abraço. Morre ou voa. Talvez os dois. Eu voei.

Até seria compreensível eu me acidentar com uma Kawasaki 400cc. Nada mais justo do que correr com uma máquina destas. Eu diria que é até recomendável. Seria meu caso se não houvesse um detalhe: eu não estava em uma Kawasaki Ninja, eu estava em uma Lambreta!? Céus, eu morreria em uma lambreta. Todavia, felizmente, apenas voei.

Tudo começou com uma brincadeira. A lambreta nem minha era. Era de um amigo, era para me divertir pelas ruas do bairro. Mas, incrivelmente, pelas leis de Murphy, aquela lambreta se transformou em uma máquina mortífera disposta a me levar desta para uma melhor, ou talvez pior, ou sabe-se lá o que. Não gosto de pensar nisso.

Em fato, eu queria continuar vivendo. Céus, tanta coisa para conhecer. Porém, não pensei na vida quando vi aquela bela e assaz descida perante mim. Era apenas eu e ela. Ela me dizia: -Venha, desça correndo, sou toda sua. Não pensei duas vezes, acelerei. A lambreta até pediu água, começou a fazer um barulho sinistro, até digo que se eu morresse naquele momento, eu morreria assustadoramente ouvindo um som do cão. Assim fui descendo, correndo, vendo a vida passar. Começou a ficar rápido demais. Muito rápido.

Incrivelmente, naquele momento, eu tive uma visão. Um visão toda borrada. Eu estava voando! Foi rápido, demasiado rápido. Engraçado a sensação que se sente quando você está sofrendo um acidente. Simplesmente você não acredita. É um sonho? Uma ilusão de ótica? Não, você está se ferrando, amigo. É realidade. Mais engraçado ainda é ouvir o barulho todo e saber que o ferrado da vez é você. Dolorosamente você. Neste caso, eu. Só não chorei devido ao meu imenso poder Jedi. Doeu.

Ver a morte de perto não é fácil, não. É uma adrenalina sem igual. Eu estava ferradamente sem capacete. Até porque… Capacete com lambreta? Nem. Coisa de moça. Todavia, naquele momento me seria providencial. Seria, mas não foi. Voei legal, fui parar a praticamente uns dois metros de distância da lambretinha. Para você ter noção, o barulho foi tão altamente incrível, que os vizinhos até saíram de suas casas para verem o que aconteceu. Fofoqueiros.

Dizem que quando se vê a morte, você vê um pequeno filme da sua vida. Eu não vi nada, a não ser o asfalto se aproximando. Todavia, apenas adquiri alguns leves ferimentos nos braços, que foram usados para proteger meu rosto na queda. Menos mal. Ferimentos leves. Trauma profundo. Enquanto eu voava, eu pensava na vida, em coisas que ainda precisava conhecer.

Poucos meses depois conheci um inferninho.

iPod touch: Como usar a consciência para não adquirir esta besteira.

Já dizia uma música, “dinheiro na mão é vendaval”. Pois é, isso nunca fez tanto sentido quanto agora, nesse mundo globalizado, onde por todos os cantos vemos produtos interessantes, legais, magníficos e divertidos, que só tornam nossas vidas infelizes por não tê-los. Pior ainda quando você sequer tem dinheiro para comprá-los. Vendaval é pouco.

Nos enchem de créditos fictícios, os quais nem temos. O motivo é evidente: querem explorar ao máximo esse espírito capitalista que eles mesmos criaram em nós, porquinhos capitalistas. O que eles querem é que nós nos ferremos, que estouremos o limite do cartão de crédito para comprar o último celular que saiu, ou seja lá o que for.

A necessidade é tanta que chegamos até a nos questionar a respeito da nossa existência, do hoje, do amanhã. Céus, como consegui viver tanto tempo sem você, meu precioso? — é um dos questionamentos freqüentes entres os consumidores globalizados, quiçá dominados.

Bem que sei que eu também fui infectado por esta praga. Contudo, sou forte, eu resisto. Não vendo meu Rim para comprar um gadget qualquer, ainda que eu pense que não faria falta vender um. Um só nem faz falta. Seria um preço justo, digo, eu não faria isso nunca. Jamais.

Até adotei uma estratégia: eu procuro tudo quanto é defeito sobre produtos em que estou interessado. Vou pelo caminho inverso, ao invés de ver as funcionalidades, eu procuro ver as limitações. Por exemplo, o Nokia N95 tem uma bateria que dura muito pouco, uma vergonha, um absurdo. Já nem quero mais comprar (na verdade, eu nem queria mesmo). Eu tenho raiva do Nokia N95!

Como pode ver, essa estratégia é muito boa. Com ela eu vou quebrando o campo de distorção de realidade. Nada é perfeito, saiba disso. É tudo uma ilusão. O iPod touch, por exemplo, é a maior ilusão de todo o sempre. Ele é uma mentira. Olhem isso:

ipod touch

Bah! Que feinho. Nem existe esse negócio de tocar na tela. Nem tem wi-fi, nem dá para navegar na web. Mentirinha do Steve Jobs, aquele falso. Aonde já se viu uma tela daquele jeito? Tocar para funcionar? Aonde já se viu uma tela deste tamanho? Tolos os que acreditam.

Preciso de um iPod touch. :(

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Especial Flashback: Músicas antigas internacionais - Anos 80 e 90.

Reconheço, sou um esquisito. Gosto tanto destas músicas da década de 80 que até pareço um “velho”. Não que eu não goste das músicas atuais, não é isso. É que eu gosto mais das antigas mesmo. Sei lá por que. Talvez seja porque eu goste de “nostalgia”. Ou talvez porque eu seja um velho. Ou sei lá o que.

Tudo bem, alguns nem acham isso “esquisito”, acham é cafona mesmo. Aliás, um cafona de 19 anos ninguém merece. Não mesmo. Porém, fazer o quê? Eu sei que são músicas chorosas, melosas, etc e tal. Mas eu gosto. Negar é pior. É até por isso que espero uma namorada (isso é uma mensagem subliminar) igualmente “cafona”. Ah, seria demasiado legal ouvir as baladinhas antigas “in love”. Aliás, essas baladinhas antigas são ou não são “músicas de motel” ? Pois é, isso que é legal.

Sei que não sou o único, há uns outros tantos esquisitos por aí, que vivem a ouvir essas músicas “cafonas”. Menos mal. Assim posso compartilhar dessa esquisitisse. :p Aliás, nem é tão mal assim. Na verdade eu até gosto. Inclusive, é até por isso que eu resolvi fazer um especial contendo dezenas de clipes
flashback. Clipes dos bons, todos selecionados por mim. Como em outro post, que falei um pouco sobre este mesmo assunto, eu não coloquei muitos clipes, neste eu coloquei bastante, que é até para complementar o outro. ^^

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