Peixe ornamental

Tenho uma pestinha-irmã de 11 anos. Ela é pequenina, muito mesmo. E foi a uma festa destas que só tem crianças. Até aí tudo bem, na demais. Ela foi, se divertiu, saltitou à beça, e retornou. Entretanto, não voltou só. Para minha surpresa, ela trouxe um exemplar vivo de um pequeno, serelepe e nadador peixe.

Como sou otimista, eu já fui logo dando um prazo de vida para o bichinho. 1 dia! – mais otimista impossível. Embora eu estivesse um pouco receoso para dizer isso a minha irmã, eu disse: -Olha, esse peixe aí morrerá daqui a pouco. Como minha irmã não é um anjinho, ela começou a me xingar. Mas, tudo bem, a mensagem estava dada. Além do mais, um dia a mais na vida daquele pobre e condenado peixinho seria o suficiente. Talvez servisse para fazê-lo refletir sobre a vida submarina, algas e tudo mais. Enfim, era um bom prazo. Ela tinha que entender.

Entretanto, para meu espanto, o bicho resistiu. Não um dia, tampouco dois, e muito menos três. Não, o peixe está vivo até hoje – uns cinco dias depois. Detalhe: dentro de um pote de vidro que está muito longe de ser um aquário. E mais: o pH da água deve estar próximo ao da Coca-Cola, mas o bichinho continua lá, nadando feito peixe. Digamos que o peixinho é um Chuck Norris marinho.

Como se fosse pouco, a minha irmã até botou um nome nele: Nemo. (Nemo Norris)

*Pausa para reflexão*

Quando vi minha irmãzinha chamando o peixinho de Nemo, confesso: eu fiquei um tanto comovido. Afinal, o Nemo morrerá logo. E, bom, ela ficará triste com isso. Se não tivesse dado o nome, seria apenas mais um peixe. Mas não, ele agora é o Nemo.

Pois bem, então pensei em comprar um aquário para ele. Afinal, querendo ou não, ele é um bichinho de estimação. Portanto, não posso deixá-lo sofrendo. Entretanto, até segunda-feira é difícil eu comprar uma moradia para ele. Enfim, não sei se ele sobreviverá até lá. Todavia, se ele resistir, pensarei até em dar alguns vizinhos a ele. Porém, caso o preço seja alto, melhor deixá-lo descansar em paz no reino dos peixinhos mortos. ^^

Record a caminho da liderança. E a Globo tremendo.

Há algum tempo atrás a Record não passava de uma emissora qualquer de TV que brigava por sobras de audiência. Não mais. Agora, pouco tempo depois, a Record briga por algo muito maior: a liderança da TV brasileira. E não é pretensão demais, não. A Record realmente está investindo muito dinheiro para tornar isso realidade. E, por isso, tem comprado uma briga muito interessante com a Globo, a atual líder, que aparentemente está tremendo de medo.

De fato, não é pouca coisa, não. A briga está tomando proporções enormes. Enormes do tipo em que se trocam editoriais durante jornais, envolvem políticos, muito dinheiro e outras coisas mais, que só empresas com poder de fogo têm o direito de usar.

O vídeo abaixo, por exemplo, serve para ver o nível em que está a guerra. O vídeo é uma defesa da Record sobre acusações da Globo. Uma defesa ácida que cita inclusive a época da ditadura.

O fato é: A Record não estava blefando há uns anos atrás, quando decidiu adotar o lema “A caminho da liderança”. E desde então, A Record não tem poupado esforços e, sobretudo, dinheiro para tornar isso uma realidade. Isso, claro, está deixando a Globo muito temerosa. E não é à toa.

A Record tem profissionais que são geralmente simpáticos, e não arrogantes do tipo dos da Globo. Isso, com certeza, têm feito a diferença. Por isso, os programas da Record têm conquistado público e obtido números consideráveis de audiência. Não apenas isso, a Record está investindo forte em novelas, ao ponto de construir até um complexo de gravações. E, além do mais, não é raro ver ex-atores globais nas novelas da Record.

Como se não bastasse, a Record adquiriu outro canal de TV, o Record News. Canal que já nasce forte e polêmico. Forte porque, além de ser gratuito, é repleto de ótimos profissionais e uma programação deveras interessante. Polêmico porque, segundo a Record, a Rede Globo tento impedir seu lançamento. Enfim, uma verdadeira guerra.

Além de tudo o que foi comentando, a Record tem algo que a Globo parece ter perdido há tempos: a simpatia do público. Muitos odeiam a Globo, sabe-se lá o porquê. E a Record tem atraído simpatizantes só pelo fato de ter desafiado a Globo.

O bom dessa história é que quem ganha somos nós. De certo modo, os conteúdos dos canais acabam melhorando. E, por cima, talvez tenhamos a oportunidade de ver ruir o maior império da TV brasileira, algo que seria assaz interessante. Entretanto, há um porém: até onde sei, há um igreja por trás da Record. o.O

Quero aprender a tocar violão.

O som do violão é algo que me acalma. Sempre quando estou um pouco nervoso, eu procuro ouvir alguma música onde o som do violão prevaleça. Por isso, há muito tempo eu tenho o desejo de aprender a tocar. É algo que realmente me faz falta. Mas, até então, eu nunca tive a atitude de começar a aprender. Ou melhor, eu até tive sim, mas parei logo no começo, o que me faz desconsiderar. Como eu não tenho violão, aprender a tocar não é tarefa das mais fáceis, já que não posso aprender sem violão. Contudo, para eleminar esse problema, decidi comprar um violão supimpa para aprender, decisão esta que ainda aguarda situação monetária favorável. Ou seja, dinheiro sobrando. Entretanto, mesmo comprando o violão, eu ainda terei um problema (problema grande, eu diria): como é que eu vou aprender a tocar?

Pensei em aprender sozinho, mas fiquei um pouco indeciso quanto a isto, já que na primeira tentativa eu não obtive sucesso. Logo, a melhor solução seria pagar para aprender. Uma solução interessante se não envolvesse preciosos dinheiros. Todavia, não seria problema, já que seria uma troca justa: eu dou dinheiro para um professor e ele me transforma em um serelepe tocador de violão, daqueles que ficam rodeados em volta da fogueira por mulheres lindas e curiosas, extremamente excitadas com tamanho talento musical. Enfim, ainda assim eu fiquei indeciso. Oras, o professor pode me enrolar, segundo disse o Anny Rose.

Como minha vida de problogger ainda não é farta, dinheiro é algo que precisa ser devidamente bem gastado. Por enquanto, nada de festinhas com mulheres e bebidas para todos. Muito menos pagar para ser enrolado. Sendo assim, resolvi, a princípio, optar por aprender na internet. No entanto, eu ainda não sei se é bom idéia, não. Eu me distraio muito fácil na internet, o que não é muito bom… Bom, enquanto eu não comprar o violão, ainda tenho tempo para decidir sobre qual forma de aprendizado eu optarei, de fato. Por enquanto vou procurar algum material. Já tenho um blog interessante sobre o assunto, o Riffs & Solos. Agora, resta-me encontrar outros.

Se alguém souber tocar violão, vamos lá, me dê dicas, por favor. ;)

[BL]Violão:InstrumentoMusical, Guitarra:Guitarra[/BL]

E o Google me pagou.

Após meses trabalhando sem ganhar nada, eu, enfim, recebi meu merecido pagamento, o primeiro. Nada de mais, entretanto, quando penso em tudo que passei, eu posso dizer que é muito. Não pelo dinheiro em si, porque a essa altura do campeonato, já nem é o maior motivador, acredite. É muito porque muitos não acreditam neste papo de ganhar dinheiro com a internet. E, sinceramente, por mais que eu tentasse evitar, eu me sentia mal por isso.

Agora que recebi, eu posso me sentir um pouco melhor. Sinceramente, eu, com meus 19 anos, não tenho preparo para enfrentar essa porrada de cobrança. Na verdade, não sei se se trata de preparo… Sei lá. O fato é que eu não suporto essa parada de ficarem me cobrando, ou dizendo o que eu devo ou não fazer. E chegou um momento que eu quase desisti…

Por isso, meu caro, se você passar pela mesma situação –de desejar ganhar dinheiro com blogs– siga em frente. Isso – a falta de apoio – é problema cultural. Não é típico da nossa sociedade acreditar nos outros. Portanto, não fique esperando apoio, não. O melhor é seguir em frente, a sua maneira. Dificilmente alguém compreenderá que leva tempo para que se alcance o que se quer. Até porque mal sabem o que é blog… Ou seja, não adianta apenas querer ganhar dinheiro com blog, é preciso, sim, antes saber que isto pode levar tempo. No meu caso, levou bastante tempo e, sobretudo, foi cansativo, mentalmente falando.

Eu ainda enfrento problemas, apesar de estar ganhando meu dinheiro, eu ainda estou cansado, ou confuso, ou os dois juntos, sei lá. Acumulou tantas coisas na minha cabeça, que o dinheiro, que, a princípio, era motivador, já não é mais. Não que eu não queira ganhá-lo, não é isso. O fato é que, somado a tanta indecisão, o dinheiro já não me traz a satisfação que, em tese, deveria trazer.

Para ser ainda mais sincero, eu nem me importo muito com o dinheiro, por assim dizer, mas sim com algumas coisas que ele me permite fazer. Ou seja, poder curtir as coisas a minha maneira. Eu prefiro trabalhar assim, usando minha mente. Não curto muito trabalho pesado, gosto mesmo de pensar, de escrever, seja sobre o que for… Alguns não consideram isso trabalho, mas o dinheiro mostra o contrário. E, agora que recebi, dinheiro é fato, por assim dizer. E não se discute fatos.

Resta-me, agora, ir ajeitando as coisas aos poucos. O pior já passou…

Capitão Nascimento mandou esclarecer algumas coisas…

Capitão Nascimento esclarece que não deseja se candidatar a presidência. Segundo ele, o presidente é uma mocinha. Uma mocinha, tá ouvindo?

O Capitão Nascimento resolveu dizer quem são os outros dois que passaram no curso do BOPE com ele. Quando entrevistado por repórter, em uma incursão diária, ele afirmou o seguinte:

- Você é um fanfarrão, repórter. Um fanfarrão! A essa altura do campeonato, você ainda não percebeu quem são? Você tá brincando comigo, repórter? Eu vou te dizer que são: Chuck Norris e John MacLane.

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