Estou vivo, mas estou de “férias” =)

Tudo bem que a vida de blogueiro não pode ser considerada difícil. Tá certo, também não é tão fácil assim — vamos respeitar a classe. Mas, sabe como é, quando você faz algo que gosta, tudo fica mais fácil. Entretanto, mesmo assim, blogueiros ainda precisam de férias, um tempo, um descanso, até porque é final de ano, meu povo! Os pensamentos não fluem muito bem… É por isso, então, que estou de “férias”, que nem são férias de verdade, vamos chamar de pausa.

Sendo assim, este blog, por ora, está em stand by . Pouca coisa, alguns dias apenas. Tão logo esse clima de festança passe, eu estarei de volta. Então, nos encontramos daqui a pouco!

Kancho: A arte milenar japonesa de enfiar o dedo

Sou mestiço. Metade brasileiro, metade japonês. Quer dizer, de japonês só tenho os olhos um tanto puxados mesmo. Não muito mais que isso. Aliás, devem existir, sim, outros traços genéticos herdados dos meus antepassados nipônicos, mas não sei dizer quais. O que posso dizer, e com uma certeza serena, é que tais traços genéticos se limitam para alegria das garotas à minha cintura, e só. Na parte de cima, ok, sou sou japinha. Entretanto, da cintura pra baixo: obrigado, tenho orgulho de ser brasileiro.

Há também outras coisas japonesas que, acredito eu, estão devidamente enraizadas no meu DNA. O amor por japonesas, por exemplo, é um. A perversão, outra. Ah, e não posso esquecer, claro, do meu fator kamikaze. Agora, culturalmente falando, de japonês não tenho praticamente nada, isso porque não moro com minha família paterna, que é a japonesa. Deveria ter. Há coisas na cultura japonesa que me seriam, sim, muito boas. A disciplina é um bom exemplo. No entanto, por outro lado, é até bom que alguns traços culturais tenham se perdido no tempo, como o Kancho.

Kancho é a arte de dedar os outros. Não, não estou falando de fofocas, estou falando de sentar o dedo onde não é chamado, ou melhor, onde o sol não bate. Sim, é vulgar mesmo, eu sei, mas é dura e dolorida verdade. E é cultural.

kancho

No Japão é costume entre alunos enfiar os dedos nos serelepes professores (os quais, devido ao Kancho, acabam ficando saltitantes também). É uma arte. E, o que é pior (ou melhor, se você for um rapaz alegre demais), os jovens japoneses gostam disso. E acham engraçado.

Lá no Japão, o Kancho é aplicado nas pessoas preferencialmente desprevinidas, homens ou mulheres. E são dedadas sem igual, por sinal, já que virou tradição. Tanto é que há até técnicas para posicionar os dedos e acertar o devido lugar — naquele lugar. ><

O que é estranho é que os japoneses realmente devem adorar o Kancho (ui). Isto porque há algo na cultura japonesa chamado Meiwaku. Basicamente, Meiwaku é causar incômodo a outros. E japoneses evitam à todo custo causar Meiwaku aos outros, ou seja, incômodo. Isso é algo enraizado na cultura deles, tanto é que chegam até ao ponto de suicidarem-se para evitar Meiwaku aos outros. Logo, levando em conta o Meiwaku e o que os japoneses fazem não causá-lo aos outros, podemos concluir que o Kancho não causa Meiwaku aos japoneses. Ou seja, não causa incômodo aos japoneses levar uma dedada certeira lá no chitão. Céus, são nessas horas que eu agradeço por ser brasileiro.

O Kancho, porém, em sua maioria, é algo feito entre amigos, entre pessoas íntimas. Por isso, cá entre nós, você deveria agradecer agora mesmo por eu não ser praticante do Kancho. Afinal, não cairia bem dizer que é meu amigo, até porque já basta o que aconteceu atrás do armário (sorry, amigo)…

via: Saber é bom demais

Então é Natal…

O Natal está chegando. Tempo feliz de dar e receber muitos presentes! Não para mim. O meu Natal deverá ser bem chato. Muito chato. Começo a desconfiar de que as mensagens subliminares, adicionadas nos meus textos ao longo do ano, podem não fazer efeito nas almas femininas que lêem este blog. E isso é realmente triste.

Saber que, no Natal, não haverá mais festinha à meia luz com garotas totalmente doidas e fascinadas pelo meu eterno carisma e encanto — algo como um Austin Powers dos blogs– me deixa bastante frustrado. Mas, tudo bem, essa eu supero.

O que me deixa realmente fulo da vida é saber que mais um ano se passa e eu ainda não arrumei uma namorada. O problema é que isto me deixa tenso, o que é muito perigoso, visto que um colega começou assim e acabou torcendo para o São Paulo. Ou seja, a minha situação está realmente muito crítica. .

Enfim, convenhamos, tenho meus motivos para beber até cair nesse Natal. :D

Sabe voar, estudante?

Depois de um ano calmamente inativo, estou de volta a faculdade. Sim, eu passei no vestibular. No próximo ano eu adentrarei os recintos de uma faculdade de Direito, de onde só sairei com meu diploma em mãos. Estudarei feito um condenado. Serão 5 anos ferrenhos de puro amor à ciência denominada Direito, sobretudo à justiça. É o maior compromisso que eu assumo na minha vida. Mas dará tudo certo, espero. Para tanto, darei meu máximo.

Primeiramente, gostaria de agradecer meus amigos, minha mãe, minha futura namorada japinha, aquele senhor tímido ali no canto, entre outros tantos, pelo apoio dado. Enfim, obrigado a todos. Prometo que, quando um advogado eu for (ou sabe-se lá o quê), eu defenderei vocês quando forem processados por algo ou alguém, com um desconto de 5% nos honorários. Talvez 6%. :)

É, acho que ficarei um tanto sério. Espero que não muito. Serei legal. Não quero ficar falando que isso ou aquilo é inconstitucional. Serei bem moderado. Contudo, entretanto, no entanto, será um prazer imenso processar meu banco. Com esse não terei moderação alguma. Sei que eles ainda me darão uma brecha para eu enfiar delicadamente um lindo processo neles. Assim desejo e aguardo calmamente.

Estou um tanto emocionado agora, até me bate no peito uma vontade desesperadora de sair correndo por aí pegando garotas carentes para comemorar. Mas, sem pânico, estou calmo. Afinal, preciso guardar energia para as festinhas universitárias extremamente sacanas. :D

Por trás da Internet

datacenter

Assistindo ao Mundo S/A, programa interessante exibido no canal Globo News, me deparei com uma matéria que fala sobre a empresa responsável pelos servidores que hospedam sites como YouTube, Google, Yahoo!, entre outros grandes sites. A empresa em questão é a Equinix, empresa que trabalha com Centros de Dados gigantes. É para estes Centro de Dados que são enviados e armazenados dados de sites, até mesmo de blogs, como este aqui. O meu blog, por exemplo, está hospedado em um destes — porém, não tão grande — lá nos Estados Unidos. Todavia, realmente interessante não é só o tamanho do lugar, mas também, e principalmente, a segurança imposta para proteger esses dados. Parece um centro militar, com vidros a prova de balas e etc. Também, não é para menos, grande parte da Internet está lá. Um patrimônio virtual que vale bilhões de dólares. :)

Eu gravei e mandei pro YouTube, um site que é hospedado lá. Será que o vídeo foi parar lá? Uau! Acho que sim.

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