Trilogia Bourne – Filme de macho é isso aí.
Há uns dias atrás eu sequer sabia quem era Jason Bourne (Matt Damon), muito menos se seus filmes eram bons ou não. Tolo eu, não sabia quem era este agente secreto, que nada mais é do que uma mistura de tudo que há de mais inacreditável no cinema (leia-se: Chuck Norris e John McClane – a.k.a Bruce Willis). Ou seja, Jason Bourne, enquanto um invencível quebrador de braços alheios, é fodástico. O cara pula de prédio, pula de ponte, bate carro, é baleado, apanha, e não morre jamais, nunca, o cara não morre, entende? É como dizer que Chuck Norris se tivesse que escolher um filho, ele diria: - Bourne, meu filho, venha cá com o pai.. Ok, eu admito: muito estranha essa situação que eu, e eu mesmo, inventei . Estranha, mas possível.
A trilogia é fenomenal. Um quebra-quebra alucinante. E digo mais: se o locutor da Sessão da Tarde tivesse que fazer uma chamada para algum filme desta trilogia, a chamada seria de uns 5 minutos, no mínimo, com cortes, é claro. E ainda assim não faria jus ao destaque que merece os filmes do Bourne.

Tudo começou lá no começo, quando ainda era o início do filme. Bourne nem sabia quem era, aliás, a trama gira em torno disso: quem é Bourne? O que faz? De onde vem? Mesmo não sabendo quem é, Bourne chuta qualquer um que desafie-o. Bate muito, mas também mata quando é preciso. E quando é preciso, meu caro, Bourne arrebenta, sem dó nem piedade. Faz um grande estrago. E, na verdade, Bourne nem precisa de muita coisa para matar seus inimigos. Com uma simples pistola ele mata um franco atirador que está a uns 2 quilometros de distância – senão mais. Tá, exagerei um pouco, mas só um pouco.

Eu já disse que ele é um agente secreto renegado? Hu? Pois é, ele é. Sabe de tudo o que precisa saber, e mais do que aqueles que o perseguem. Enfim, detona todos que entram no seu caminho. Ele apanha, eu já disse? Pois é. Ele também apanha. Mas sabendo quem é, Bourne detona tudo.

No terceiro título da série, sabido de quem é, Bourne arrebenta, detona, e também estralhaça seus inimigos, como deveria ser. Ele quer sabe o porquê ele é quem é. Ou seja, muita porrada. Coisa alucinante de se ver.
O único problema do último filme é saber que ele é, enfim, o último. Último? Sim, trilogia é isso: três filmes. Pena. E mesmo que a trilogia fosse de quatro filmes, que é possível quando falamos de Jason Bourne, Matt Damon não o faria. Isso mesmo, Matt Damon disse que cansou de fazer o Bourne.

Postado em 4 de setembro de 2007
Filme pra macho é? Entao nao quero ver, ja que sou uma menininha delicada. Hahaha brincadeirinha, mesmo sendo filme pra macho quero assistir sim. Gosto desse tipo de filme. Alias, adoro qualquer tipo de filme.
Beijos!
Cyn, pois é, é porque é muito bruto, muita violência, e tem muita pancadaria. Mulheres não costumam gostar disso. hehehe
Mas, pode assistir sim.
Beijos!
Eu vou no cinema semana que vem assistir, mas tenho que alugar os outros dois antes, porque não lembro DE NADA! Eu vejo filmes demais, eles se auto deletam da minha mente depois de um tempo…
Se você gosta de ação pode assistir sem medo.
Os filmes são muito bons e se assistidos em seqüência a história ficará mais fácil de entender.
EU ADORO ESSA TRILOGIA,É SIMPLESMENTE DEMAIS.É UM JEITO DIFERENTE DE SE FAZER UM FIME,TODOS OS LUGARES MOSTRADOS NO FIME SÃO REAIS,PARIS,ALEMANHA,RUSSIA,MARROCOS,INGLATERRA,INDIA,ITALIA,NOSSA ELES FORAM ATÉ ESSES LUGARES TODOS PARA GRAVAR,ISSO É TÃO EXCITANTE!ALÉM DO QUE ,O MATT DAMON É UM ÓTIMO ATOR.
Esse filme e muito bom.
Eu vi todos e amei!!
Bem que podia ter o quarto
Filme FANTÁSTICO! Jason Bourne é, definitivamente, O Cara
E Matt Damon – um excelente ator – cai direitinho na pele do personagem, como se Bourne tivesse nascido para Matt. Agora, quanto ao quarto filme.. eu li que eles estavam pensando em fazer, e claro, Matt voltaria como Bourne. Será? Bom, se acontecesse, ninguém relcamaria
*reclamaria!
Q nada ver com uma gatinha do lado e melhor ainda, no msemo caminho vai o filme Hitman e 007 os dois ultimos…são filmes muito bons!!
kkk e gata macho no sentido de filme pra gente q não tem pele fina, gente de fibra, gente q não arrega facil, gente q resolve tudo na porrada, gente q não é hipócrita, porém além doque muitos pensa não é gente ignorante e sem escrupulos e ponto final.
Matt Damon disse que está cansado de fazer os filmes Bourne,mas acho que ele se arrependeu,pois O Legado Bourne será lançado em 2010,ainda bem que ele mudou de idéia,mas como o própio nome diz,esse será o último filme.
Imagine um dramaturgo cubano que apóia a revolução. Para que incensar Guevara e Fidel, se tudo já está posto? Melhor criar uma obra que mostre que a reforma agrária não funcionou aqui e a corrupção apareceu ali, ou que, apesar de grandes conquistas da revolução, há um engessamento em face do “stalinista” ou inflexível capitalismo de estado que atravanca o progresso, em face da agilidade das cooperativas, da direta participação da sociedade e dos pequenos empreendedores. Ele correria o risco de ser boicotado pela burocracia do Estado ou do Partido, mas o artista é, antes, um cidadão. Ele precisa encontrar meios de contar histórias reveladoras. Já Benicio Del Toro e Steve Soderbergh são valorosos artistas e cidadãos por realizarem em plena Hollywood um filme honesto sobre Guevara.
O mesmo se pode dizer de várias estrelas de Hollywood, que após participarem em grandes produções fazem filmes menores e menos glamurosos, porém verdadeiros, que denunciam a belicosidade de “Tio Sam” ou as injustiças do sistema. Isso não é de hoje e já ocorria mesmo antes do macartismo e da Guerra do Vietnam.
Os tempos mudam e podemos ver seus efeitos mesmo em grandes produções do “mainstream” (tendência, comportamento ou atividade predominante). Veja-se, por exemplo, a diferença entre as séries Bourne e Bond. Os filmes de James Bond eram peças de propaganda ou “lavagem cerebral” na Guerra Fria. Atualmente, já não se pode mais culpar a extinta União Soviética para justificar intervenções do Departamento de Estado e da CIA no Terceiro Mundo. Hoje, os inimigos (e as desculpas) são o terrorismo e o tráfico de drogas. O desmascaramento das verdadeiras intenções do Império Americano é um dos fatores que levaram à criação de personagens como Jason Bourne, que não deixam de denunciar o cinismo e até crimes da elite do poder do império hegemônico.