Concurseiro de Plantão – Parte 2

Na vida, há sempre um tempo em que você pára, olha para si, pensa, sua frio, repensa e diz: “Garai, maluco. Vodeu. O que eu faço?”. Isso é elementar, meu caro. Todos passam por isso – e nem é preciso, necessariamente, ter acabado o papel higiênico ou coisa que o valha. Não tem jeito, uma hora o bagulho endurece para o seu lado mesmo e não há o que fazer, a não ser mudar (ou gostar, sei lá). E enfim, acho que esse tempo chegou para mim — até porque pornografia meditação já não tem resolvido meus problemas –, e eu preciso mudar.

E como continuo sem namorada (mensagem subliminar do dia), sem fazer nada e tal, decidi que a melhor solução para meus problemas (leia-se: dor no braço direito) seria trabalhar. Quer dizer, sincero e efetivamente não decidi porcaria nenhuma. Trabalhar é o cão. Mas, sabe como é, como eu não estava vendo vultos e nem ouvindo vozes, meus problemas não poderiam se resumir a um encosto qualquer, e portanto só poderia ter duas causas: o ócio ou a falta de namorada. E enfim, como arrumar trabalho está mais fácil do que arrumar namorada, meio que decidi trabalhar… $$

E foi essa a principal razão que me levou, ontem, a viajar milhas e milhas até uma cidade vizinha, para fazer uma prova de Concurso Público. Meu primeiro Concurso Público, aliás. *Emoção* E o melhor: acho que dá para passar. Fui bem. E, além do mais, 1.500 pessoas para 06 vagas nem é tanta gente assim, vai. Ou é… Sei lá. Melhor não pensar nisso.

Enfim, desejem sorte a este que vos escreve. Da outra vez, pelo menos, deu certo. Vamos lá: fézinha para o Mário de novo, pessoal.

Homem prendado

Como percebi que ser blogueiro não necessariamente me trouxe uma mulher para a vida toda, decidi que preciso atribuir novas características à minha pessoa. Afinal, ferômonios não estão me ajudando muito. Tá certo, não adianta mesmo ficar parado esperando que uma mulher venha correndo e diga: “Mário, eu sou toda sua, faça o que você quiser e mais um pouco”. Sem chance. O negócio é investir nos meus atributos mesmo e esperar. Uma hora há de dar certo.

De todo modo, o que quero dizer é que estou tentando me conciliar com algumas tarefas outrora inimagináveis, como tarefas domésticas, por exemplo. Tipo cozinhar. Tudo bem, eu sei, isso soa até como heresia para um macho como eu (e que Chuck Norris me perdoe!), mas alguém, afinal, tem que quebrar os paradígmas dessa sociedade machista, para que se construa um mundo mais igualitário (não sei por que, mas me sinto tão filosófico hoje). E não, não é coisa de maricas.

Enfim, o fato é que cozinhar não é tão mal. Certo, é inegável que é, no mínimo, estranho ter que manusear objetos de formatos comprometedores, como cenouras, pepinos e coisas assim. Mas não é traumatizante. Afinal, homem que é homem sabe identificar e separar o que é e o que não é (com exceção do Ronaldo, claro).

E, além de tudo, é supimpa não ter que recorrer sempre ao Miojo quando estiver com fome. E é melhor ainda quando o resultado da mistura é algo reconhecível a olho nu. Dá até uma certa emoção, afinal, significa que estou virando um homem virtuoso e tal.

Aprendi, por exemplo, a fazer Strogonoff, panqueca, arroz, feijão… Enfim, também passo, lavo e enxugo se a guria quiser. E se não for suficiente, chuto o pau da barraca! Afinal, se ser um macho moderno não resolver, volto aos métodos antigos e pronto. Vai que marcar território ainda funcione…

E não, esse não é mais um post para promoção da minha pessoa, mas sim uma forma de me sentir tranqüilo em relação a uns hábitos estranhos que têm me atormentado ultimamente. Mas, de qualquer forma, estou atento às possibilidades que surgirem. Afinal, degustação feminina é o objetivo.

Contos Eróticos e tal

Quando descobri que este pequeno blog (estou falando apenas do blog; não de outras coisas, por favor) também era lido por mulheres, eu, com toda minha pureza típica, decidi que era hora de aprender a usar mensagens subliminares. Afinal, eu não podia deixar essa passar — precisava conquistar alguma leitora sapequinha e tal.

Você sabe, omitir-me frente a tantas mulheres não era, afinal, a coisa certa a se fazer. Ou melhor, não para um macho sagaz solteiro como eu. Assim, então, comecei a mandar minhas “subliminares”. :P

Mas, apesar disto e daquilo, confesso: não acreditava que isso daria realmente certo. Estava mais para um brincadeira mesmo do qualquer outra coisa. Até porque é extremamente nerd conhecer mulheres por blog. E nem sou tão nerd assim, vai. Muito menos macumbeiro, diga-se de passagem. Por tais motivos, minhas mensagens subliminares não deviam fazer efeito algum. Mas, num espasmo de luz ou algo paranormal assim, elas fizeram!

A propósito, sendo um pouco mais específico, o efeito foi uma doida de, sei lá, 1m e 70 de altura, 20 anos e tudo mais. Aliás, para você entender o quão doida ela é, ela veio de São Paulo (capital) para cá — o fim do mundo, como ela denominou essa pacata cidade chamada Itu — de carro, sendo que ela nunca, até então, havia pegado estrada.

O fato é que ela — a leitora misteriosa — realmente veio. Nos encontramos, aliás, na famosa “Praça do Orelhão”. Foi simplesmente tenso quando eu estava indo de encontro a ela. Mas, de longe, mais simples do que eu imaginava. Tanto é que em pouco tempo já estávamos devidamente sincronizados — afinal, dois loucos hão de se dar bem. Quer dizer, eu não dei nada. Ah, você entendeu. ¬¬’

Enfim, ficamos juntos durante a sexta-feira, à noite, e o sábado. E posso dizer o seguinte: se todas minhas leitoras forem sapequinhas assim, este que vos fala está fadado a viver pouco. Pouco, mas feliz, eu diria. Muito feliz!

Mais um pouco e eu não voltava para contar a história. Voltei, no entanto. E muito bem, devo dizer.

No mais, melhor me abster dos detalhes, pois, caso contrário, ficarei parecendo o Dr. Love. Ou, ainda, um Austin Powers dos blogs ou algo que o valha. E não chego a tanto. Nem perto, para ser sincero.

Por fim: UHUL!

A vida como ela é

Se eu considerar todas as loucuras que escrevi por aqui, inevitavelmente chegarei a seguinte conclusão: você me considera um louco. É uma conclusão sensata, eu diria. Mas talvez, numa boa hipótese, você até me considere um cara legal e tudo. Enfim, sendo o que for, o fato é que não sei exatamente se aquilo que você pensa sobre mim corresponde, de fato, àquilo que sou pessoalmente.

Eu sou um tanto esquisito, isso eu posso dizer. O resto, porém, não consigo definir — é sério. Talvez eu seja mais chato, talvez mais legal, não sei. Eu gosto de ser engraçado, isso também posso dizer. E tenho um sotaque típico de interioR, infelizmente. Não é nada exagerado, no entanto. E, de qualquer jeito, não gosto de falar sobre isso. Enfim, fora esses detalhes, é difícil estabelecer as diferenças que apresento pessoalmente. Eu sei que elas existem, só não sei dizer quais.

Essa, afinal, é uma dúvida que tem me perseguido bastante por esses dias. E isso por um motivo bastante interessante: conhecerei uma sapequinha leitora deste blog. Sexta-feira, dia 02, para ser exato. E eu nunca fiz isso ou qualquer coisa que o valha. Isso explica, afinal, o porquê de eu estar tão ansioso.

Não sei o que acontecerá. E essa dúvida é cruel. Contudo, bem que eu imagino algumas coisas. Para ser específico, coisas eróticas e tudo mais. Não que eu seja um tarado ou algo assim. Mas, você sabe, tenho 19 anos, e isso é normal (ou não).

Bom, seja o que for, será amanhã. =)