Venda e Compra da Celg

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No último outubro alguns representantes do conselho de administração da Eletrobras, votaram contra a venda da distribuidora goiana de energia, a Celg D em um leilão de privatização, conforme foi conversado na ata de assembléia que, após muita discussão, aprovou esse ato, foi realizado em meados de outubro e arquivada pela CVM – Comissão de Valores Mobiliários.
Alguns dos votantes continuam a afirmar que a empresa de eletricidade, a Celg, sabia que as distribuidoras que assumiu tinham inviabilidade financeira, sendo que contratou algumas consultorias com a Roland Berger, Acenture, Santander, Ernst Youn para ter uma assessoria especial em relação a participação dessas ações.
No ano de 2013, o ex diretor presidente afirmou que a Celg faria a venda dessas ações dessas participações das concessionárias de energia e distribuição que são controladas pela Eletrobras. Diante disso, foi questionado pelo conselheiro o porque disso não ter sido realizado no ano de 2014 ou 2015, se caso isso tinha algo a ver com o mal planejamento e gestão horrível, além dos desvios de dinheiro que aconteceram nos anos passados e que tiveram que ser investigados não somente dentro do Brasil, mas também no exterior.

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Também foi questionado se durante essas investigações, foram verificadas algumas irregularidades nas distribuidoras que são controladas pela Eletrobras. Como essas informações não podem ser divulgadas além de na assembléia geral e pelo mal esclarecimento sobre a proposta de redução do valor do leilão, houve o voto contrário.
O valor mínimo proposto para que a Celg D fosse vendida, era de R$ 2,8 bilhões no último agosto, o que, devido ao número isento de interessados na compra, o preço mínimo diminuiu drasticamente, ficando o valor de R$ 1,7 bilhões.
E você, o que acha de tudo isso? Quais serão os próximos capítulos desse assunto da Celg e a venda das outras distribuidoras?

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