Fundo garantido para a Celg

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Ainda falando sobre a Celg D e toda a crise que o Brasil enfrenta, vamos recapitular o que falamos no texto anterior: a Celg, empresa de energia brasileira, foi a leilão no mês de outubro com o valor inicial de R$ 2,8 bilhões, porém, como não houve lances e muito menos interessados em comprar a empresa, um novo leilão foi marcado para novembro, reduzindo o valor inicial para R$ 1,79 bilhões.

Segundo informações, um novo edital sairá com as informações que visam a criação de uma maneira que vai permitir a compensação de alguns créditos tributários referentes ao ICMS, dessa maneira o objetivo é que a empresa não sofra com os riscos referentes ao governo goiano.

O governo de Goiás tem trabalhado bastante em relação aos mecanismos de segurança adicionais, dessa maneira o fundo que gera proteção ao investidor com riscos, está diretamente ligado a concessão do comprados, uma grande novidade que muda a percepção dos compradores e interessados sobre a percepção de risco da empresa.

Segundo explicações, esse fundo já havia sido criado há muito tempo, tudo para cobrir gastos existentes com a Celg, para que nada ficasse pendente. Esse modelo já existe em outras empresas privatizadas. Conforme dito, esse valor já está em mais ou menos 650 milhões de reais, o que exige desembolsos de pelo menos 10 milhões de reais por ano.

Pela baixa procura de investidores e interessados em comprar a Celg, o governo liberou esse uso dos créditos de ICMS, caso haja uma falta de orçamento do fundo futuramente.

Dessa maneira, foi criado uma possibilidade para que caso a empresa tenha que recolher valores para o estado, todos sejam pagos. Isso gera uma garantia para o investidor, fortalecendo também o nome da empresa que encontra-se em um hiato de compradores.

Caso você queira saber mais sobre esse assunto, acesse o link a seguir: http://www.2via.net.br/celg-2-via/

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