A noite em que quase fui assassinado (ou não) – O confronto final
Quando nasci, nos idos de 1.988, ninguém imaginaria que aquela criatura cabeçuda, de olhos puxados e pingulinho minúsculo, poderia, no futuro, representar algum perigo às mulheres. Com muito esforço, no entanto, após o crescimento cientificamente inexplicável de algumas partes do meu corpo (estou falando da minha barriga, crianças), mostrei, na calada da noite, o meu potencial lesivo, dando a mulheres desiludidas de todo o país motivos para sorrir, cantar e acreditar num futuro melhor. Apesar disso, em outros aspectos da vida, continuei a ser considerado um merdinha, cuja única conduta reprovável, realmente capaz de assustar alguém, foi ter conseguido a façanha ...

Posted dezembro 12, 2011
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