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	<title>SUPRA-SUMO &#187; Humor</title>
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	<description>Em busca do que há de melhor</description>
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		<title>A noite em que quase fui assassinado (ou não) &#8211; O confronto final</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 20:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando nasci, nos idos de 1.988, ninguém imaginaria que aquela criatura cabeçuda, de olhos puxados e pingulinho minúsculo, poderia, no futuro, representar algum perigo às mulheres. Com muito esforço, no entanto, após o crescimento cientificamente inexplicável de algumas partes do meu corpo (estou falando da minha barriga, crianças), mostrei, na calada da noite, o meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando nasci, nos idos de 1.988, ninguém imaginaria que aquela criatura cabeçuda, de olhos puxados e pingulinho minúsculo, poderia, no futuro, representar algum perigo às mulheres. Com muito esforço, no entanto, após o crescimento cientificamente inexplicável de algumas partes do meu corpo (estou falando da minha barriga, crianças), mostrei, na calada da noite, o meu potencial lesivo, dando a mulheres desiludidas de todo o país motivos para sorrir, cantar e acreditar num futuro melhor.</p>
<p>Apesar disso, em outros aspectos da vida, continuei a ser considerado um merdinha, cuja única conduta reprovável, realmente capaz de assustar alguém, foi ter conseguido a façanha de quase me matar com uma lambreta (?). Sim, porque, na escala da maldade, uma cabrita perneta provavelmente ofereceria mais perigo do que eu. Não que eu fosse o ser mais puro do mundo, destituído de qualquer maldade ou malícia, mas o fato é que, em termos criminais, nunca fui considerado uma ameaça. </p>
<p>Não à toa, sempre passei despercebido por batidas policiais e coisas do gênero. Não sei dizer ao certo o motivo disso, mas, agora, pensando bem, desconfio que só havia uma, dentre três possibilidades: a) eu era rico e influente; b) eu tinha cara de nerd, virgem e um corpo tão musculoso quanto o de um frango em crise aguda de diarréia, ou; c) eu era o Chuck Norris. Bom, isso é algo que nunca saberei. Mas, de todo modo, o importante é que eu estava acima de qualquer suspeita e, não por menos, quando vi aquele monte de viaturas policiais tomar a rua, naquela fatídica noite, minha voz embargou &#8212; me senti emocionado, reconfortado e um pouco mais homem. Me senti, enfim, livre. </p>
<p>Finalmente, após enfrentar com uma coragem épica aquela situação dramática e perigosa, eu poderia gritar para todo mundo ouvir que a lenda ainda estava viva! Que havia esperança, havia potência e havia amor! Eu poderia, enfim, sentir o ar da vida preenchendo meus pulmões novamente. Mas a vida, a vida é uma put@ falta de sacanagem. E, ao invés disso, o que senti foi uma sensação desconhecida, que, de forma repentina, percorreu todo o meu corpo&#8230; </p>
<p>Encostado ao muro, com as mãos para cima e pernas abertas, senti um policial apalpar áreas nunca dantes exploradas. Meu eusébio continuava intacto, mas, naquele momento, me senti violado. Era, afinal de contas, meu primeiro contato com a opressão estatal. Desorientado, vi policiais gritando, esfihas voando, luzes piscando e, em câmera lenta, cenas de telejornais e noticiários do Rio de Janeiro invadiram minha cabeça. O cagaço, então, se instalou novamente. E assim, ao sentir a mão do policial próxima ao bolso da minha calça, fiz aquela que pode ser considerada umas das maiores burrices da minha vida. Olhei para o policial e disse: &#8212; aí só tem dinheiro, senhor. A resposta foi carinhosa e instantânea: um tapa na fuça, acompanhado de &#8220;está achando que alguém aqui quer o seu dinheiro, seu moleque?&#8221;. </p>
<p>Imediatamente, senti algo em mim esquentar &#8212; e não era apenas a minha orelha. Era a revolta. A raiva. Afinal de contas, como cidadão brasileiro, eu tenho direitos constitucionalmente garantidos e aquilo não poderia ficar impune, não poderia ser em vão. Eu deveria lutar. Ser a esperança dos mais fracos. A voz dos oprimidos. O rosto desse povo sofrido. E todos se lembrariam da minha guerra. Da minha história. </p>
<p>Pensei, então, em mandar o policial bater mais forte, porque, afinal, &#8220;aqui é Corinthians, mano!&#8221;. Mas me contive e, bravamente, como um símbolo da resistência, respondi, : </p>
<blockquote><p>&#8211; Desculpe, senhor! Não foi minha intenção. Desculpe! Eu não quis dizer isso.
</p></blockquote>
<p>Desconsertado, o agente opressor, em sinal de respeito e temor, olhou para o meu rosto de Jaspion anêmico e recuou. E, assim, aquela noite virou história. A história virou lenda. E hoje, em butecos e vilarejos distantes, sou conhecido como &#8220;aquele que apanhou da polícia&#8221;. É, me tornei um mártir, bebê. </p>
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		<title>A noite em que quase fui assassinado (ou não)</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 20:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca fui um cara de beber e, não à toa, aos 23 anos de idade, posso afirmar, com olhar de desdém, que ainda não sei o que é ressaca. Por muito tempo, afinal, resisti bravamente aos etilicamente impuros, que tentavam, a todo custo, me levar para o lado bebum da força. De algum modo, eu sabia que bares não eram feitos para mim e eu simplesmente os evitava. Apesar disso, no entanto, de alguma forma misteriosa, que só Murphy poderia explicar,  justamente naquela noite fatídica de 2.006, me deixei levar para aquela mesa bar, na Zona Sul de São Paulo. Cheguei até lá carregado pelo meu primo e duas amigas dele, pessoas já experientes na arte de levantar copos, que tinham por objetivo principal mostrar àquele capiau de olhos puxados as maravilhas alcóolicas da capital paulista. Mas aquilo não daria certo, era óbvio, e eu bem poderia ter desconfiado. Afinal, para um jovem de 17 anos, que só pensava &#8220;naquilo&#8221;, qualquer lugar que não possuísse luzes vermelhas e mulheres com roupas minúsculas deveria levantar suspeitas. Isso se eu não fosse tão ingênuo, claro.</p>
<p>Bom, de qualquer modo, eu estava lá e, como era de costume, não estava bêbado e nem pretendia estar. Isso era um erro, eu logo descobriria, mas eu não poderia prever. Afinal de contas, eu nunca sei quando Murphy, com seu exército de espíritos zombeteiros, entrará em ação para tornar a minha existência um espetáculo de comédia.  É sempre um mistério e, sendo assim, eu não poderia ter ficado menos surpreso ao ver aquele homem chegar, em frente ao bar, com sua pistola negra e volumosa na mão (medo!). Não era um tarado, nem nada do tipo, mas estava armado e também era perigoso. Não por pouco, quando vi a cena, entrei em estado de cagaço e meu corpo não demorou pra dar sinais. A contração foi imediata &#8212; o que era grande ficou pequeno, e o que era pequeno desapareceu. </p>
<p>Está certo que, quando se está diante da morte, um macho que se preze não perde a pose; ele engole o choro e enfrenta o perigo, ainda que isso lhe custe a vida. Mas confesso que não pensei nisso naquela hora. Pra falar a verdade, desesperado, só devo ter pensando em gritar, chamar minha mãe ou correr feito uma gazela em estado de parto &#8212; o que seria inútil. O local era fechado e não tinha como fugir da chacina que estava para acontecer. Sem alternativa, o melhor, portanto, era tentar me acalmar. Afinal, se eu ia mesmo morrer, eu tinha que morrer como um macho. Cagado, sim, mas ainda um macho. </p>
<p>Para me acalmar, diante daquela cena assustadora, eu poderia fazer uma retrospectiva da minha vida, tentando me agarrar a momentos felizes, ou então imaginar coisas inspiradoras, como anões dançando &#8220;macarena&#8221; na chuva&#8230; Mas isso era impossível. Primeiro porque estava morrendo, e não meditando ou usando drogas. Segundo porque qualquer pensamento positivo era inútil diante da triste e cruel realidade: eu ia morrer. E PIOR: virgem. CÉUS, isso mesmo, VIRGEM! Por acaso, alguma vez na vida você já morreu virgem? Eu não, mas, de qualquer forma, acredito que seja algo desagradável, e eu não recomendo a nenhum pai de família.</p>
<p>Enfim, seja como for, eu estava ferrado e manter uma postura máscula não era algo fácil. O panorama da situação era absolutamente desesperador.  Em questão de segundos, uma bala atravessaria meu delicioso, porém intocado, corpo, levando consigo para o além todo o vigor e gostosura que viriam a me consagrar anos mais tarde. Eu já podia prever pessoas de todo o Brasil entrando no meu orkut para escrever mensagens de conforto do tipo &#8220;descanse em paz&#8221;, &#8220;que desperdício&#8221; e &#8220;foi tarde&#8221;. O momento era realmente triste. Depois de 17 anos de vida regrada, eu morreria virgem, indefeso e jogado numa mesa de bar. Não à toa, naqueles segundos que se arrastaram, mulheres de todas as origens, cores, raças e credos pressentiram que algo terrível estava prestes a acontecer. Seria o fim precoce de uma lenda, e lágrimas percorreram o rosto de mulheres desvairadas mundo afora. </p>
<p>Não tinha como lutar contra o mal que se aproximava, e eu já estava entregue, meio que preparado para &#8220;a passagem&#8221;. Mas a vida, como já dito por aí, é uma caixinha de surpresas, e justamente quando não havia mais esperança, de forma misteriosa, aquela luz surgiu. Com ela, uma voz imponente, de forma reconfortante, bradou: VAI, TODO MUNDO PRA PAREDE, P@RR%! AQUI É A POLÍCIA!</p>
<p>Sim, não era exatamente um milagre, mas eu me sentia aliviado. Afinal de contas,  meu corpo puro e cristalino sairia intacto daquela noite tormentosa. Eu estava, quem diria, a salvo e isso era motivo para comemorar. Mas a vida&#8230; A vida não é um conto de fadas, e eu descobriria, a duras penas, que aquela noite estava longe de terminar&#8230; Mas isso é assunto para próxima semana, num outro post, porque este já está longo demais. =)</p>
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		<title>Instinto masculino</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 19:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na adolescência, fui um tipo de estranho no ninho. Isso porque nunca gostei muito do que os outros caras da minha idade gostavam. E antes que me chamem de fruta, biba e outras coisas mais, vos digo que de mulher eu gosto (de cinta-liga, principalmente). Bom, o fato é que eu não curtia as coisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na adolescência, fui um tipo de estranho no ninho. Isso porque nunca gostei muito do que os outros caras da minha idade gostavam. E antes que me chamem de fruta, biba e outras coisas mais, vos digo que de mulher eu gosto (de cinta-liga, principalmente).  Bom, o fato é que eu não curtia as coisas que, em tese, deveria curtir. </p>
<p>Eu, por exemplo, ao contrário dos meus amigos, não olhava para as bundas das mulheres e nem falava besteiras. E repito: não era fruta. Sei lá, achava eu que elas não gostavam disso e, por respeito, eu simplesmente não fazia.  Sabe como é, romântico.</p>
<p>No entanto, acho que há algo que acompanha o homem desde os primórdios tempos: o instinto selvagem. A linha que divide o homem cavalheiro de um homem tosco e sexualmente feroz é, sem dúvidas, tênue. Não à toa, hora ou outra, um jantar a luz de velas “acaba” em tapas e puxões de cabelos. É a natureza. </p>
<p>Não tem jeito, cedo ou tarde, esse instinto aflora. E assim, por mais que eu possa achar que flores deixam uma mulher feliz, minha natureza, hoje, diz que isso só acontece, de fato, depois de uma noite daquelas (tapas&#8230;). </p>
<p>O que quero dizer é que definitivamente não tenho culpa se ela me pegou olhando discretamente para a bunda dela. =/<br />
<em><br />
P.S.: Não abandonei este blog, embora pareça que sim. O fato é que estou me preparando para o concurso do TRT-SP. O concurso é para dia 16 de Novembro, sendo que, no dia 30 do mesmo mês, tenho outro concurso para Defensoria Pública&#8230; Então, tenho pouco tempo e muita matéria, daí já viu&#8230; Mas repito: este blog está vivo. =)</em></p>
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		<title>Dez coisas que vou fazer antes de morrer (ou não)</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 19:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ultimamente tenho pensando muito sobre rumos que minha vida deve tomar. Mais do que eu queria, aliás. E não é por pouco. Estou para completar 20 anos de idade. E eu poderia até ensair uma crise dos 20 e tal, mas acho que não vale à pena. Mas enfim, uma coisa é certa: estou envelhecendo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente tenho pensando muito sobre rumos que minha vida deve tomar. Mais do que eu queria, aliás. E não é por pouco. Estou para completar 20 anos de idade. E eu poderia até ensair uma crise dos 20 e tal, mas acho que não vale à pena.</p>
<p>Mas enfim, uma coisa é certa: estou envelhecendo. Ok, minha saúde ainda está legal. Não preciso tomar estimulantes e tchanãnã. Beleza. Mas céus, não dá pra negar, depois dos 20 a coisa complica. Agora tenho um turbilhão de obrigações, afinal. Não que eu não tivesse antes, mas agora o digito 2 me lembra que a próxima vez que ele mudar será para 3, isto é, 30 anos! Isto significa que tenho 10 anos para casar, comprar uma casa&#8230; Enfim, fazer o que tenho que fazer. Isso porque aos 30 anos terei a &#8216;crise dos 30&#8242; para me preocupar. E, bom, crise dos 30 é crise dos 30. Não dá para arriscar. </p>
<p>De todo modo, melhor é pensar a respeito das coisas que eu posso fazer. Há, eu acho, muito o que viver ainda. Assim, a exemplo do <a href="http://novo-mundo.org/log/2008/06/17/promo-10-coisas-que-vou-fazer-antes-de-morrer/">Rafael Slonik</a>, vou listar os objetivos que desejo concluir. </p>
<p><strong>1 &#8211; Concluir minha formação em Direito</strong><br />
Como desisti da outra faculdade, concluir essa se tornou um desafio. Afinal, se desisti de uma, posso perfeitamente desistir de outra&#8230; Mas não vou. Direito, agora, é parte da minha vida. Daqui a 4 anos e 6 meses estarei com meu canudo na mão, firme e forte &#8212; no bom sentido, claro. ¬¬&#8217;</p>
<p><strong>2 &#8211; Ser pai. Um excelente pai</strong><br />
Sinceramente, não sei explicar exatamente o motivo que me faz querer ser pai. Mas é desejo antigo, fundamental. Acho que, para mim, não fará sentido se eu não for. </p>
<p><strong>3 &#8211; Ser Promotor de Justiça</strong><br />
Profissionalmente, desejo ser Promotor de Justiça. É a função que mais me atrai na área jurídica. Tudo bem que eu posso mudar de idéia, mas por enquanto é o que desejo.</p>
<p><strong>4 &#8211; Conhecer o Brasil e, depois, a Europa</strong><br />
Conhecer Roma, Londres, Paris deve ser desejo de todos. Espero chegar a realizar. Mas conhecer as belezas naturais do Brasil já é suficiente. </p>
<p><strong>5 &#8211; Adotar a educação de uma criança carente</strong><br />
Se algum dia eu tiver a oportunidade, adotarei a educação de uma criança. Pagarei escola, curso e tudo o que ela precisar em relação à estudo.</p>
<p><strong>6 &#8211; Visitar um asilo</strong><br />
Acho que só terei real noção de como a vida é quando eu visitar um asilo. Preciso de coragem para fazer isso. </p>
<p><strong>7 &#8211; Ter mais fé</strong><br />
Uma coisa que me faz falta, ultimamente, é fé. Sinceramente, não consigo aceitar a idéia de que tudo o que conhecemos é apenas resultado de uma simples variação física, mas, ao mesmo passo, também não acredito tanto nas causas divinas quanto deveria . Mas eu quero acreditar. </p>
<p><strong>8 &#8211; Ver o Brasil se tornar um país de Primeiro Mundo</strong><br />
Antes de morrer, preciso ver esse país, enfim, construído. Eu acredito nisso. Acredito num Brasil desenvolvido. Espero estar vivo para ver.</p>
<p><strong>9 &#8211; Morar no Paraná ou no Rio Grande do Sul</strong><br />
Tenho uma admiração especial pela parte sul do Brasil. Por isso, se eu puder, será nessa região que morarei &#8212; Curitiba ou Porto Alegre, preferencialmente. </p>
<p><strong>10 &#8211; Concluir meus objetivos</strong><br />
E, por fim, preciso concluir meus objetivos. Os que <a href="Eu já tenho 20 anos? Err...">tracei para este ano</a>, por exemplo, estão tremendamente parados. Continuo um tanto fraco. Continuo meio indisciplinado. E pior: ainda sem namorada. Mas, tudo bem, ainda há tempo. Posso mudar. </p>
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		<title>Homem prendado</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 21:26:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como percebi que ser blogueiro não necessariamente me trouxe uma mulher para a vida toda, decidi que preciso atribuir novas características à minha pessoa. Afinal, ferômonios não estão me ajudando muito. Tá certo, não adianta mesmo ficar parado esperando que uma mulher venha correndo e diga: “Mário, eu sou toda sua, faça o que você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como percebi que ser blogueiro não necessariamente me trouxe uma mulher para a vida toda, decidi que preciso atribuir novas características à minha pessoa. Afinal, ferômonios não estão me ajudando muito. Tá certo, não adianta mesmo ficar parado esperando que uma mulher venha correndo e diga: “Mário, eu sou toda sua, faça o que você quiser e mais um pouco”. Sem chance. O negócio é investir nos meus atributos mesmo e esperar. Uma hora há de dar certo.</p>
<p>De todo modo, o que quero dizer é que estou tentando me conciliar com algumas tarefas outrora inimagináveis, como tarefas domésticas, por exemplo. Tipo cozinhar. Tudo bem, eu sei, isso soa até como heresia para um macho como eu (e que Chuck Norris me perdoe!), mas alguém, afinal, tem que quebrar os paradígmas dessa sociedade machista, para que se construa um mundo mais igualitário (não sei por que, mas me sinto tão filosófico hoje). E não, não é coisa de maricas.</p>
<p>Enfim, o fato é que cozinhar não é tão mal. Certo, é inegável que é, no mínimo, estranho ter que manusear objetos de formatos comprometedores, como cenouras, pepinos e coisas assim. Mas não é traumatizante. Afinal, homem que é homem sabe identificar e separar o que é e o que não é (com exceção do Ronaldo, claro).</p>
<p>E, além de tudo, é supimpa não ter que recorrer sempre ao Miojo quando estiver com fome. E é melhor ainda quando o resultado da mistura é algo reconhecível a olho nu. Dá até uma certa emoção, afinal, significa que estou virando um homem virtuoso e tal. </p>
<p>Aprendi, por exemplo, a fazer Strogonoff, panqueca, arroz, feijão&#8230; Enfim, também passo, lavo e enxugo se a guria quiser. E se não for suficiente, chuto o pau da barraca! Afinal, se ser um macho moderno não resolver, volto aos métodos antigos e pronto. Vai que marcar território ainda funcione&#8230; </p>
<p>E não, esse não é mais um post para promoção da minha pessoa, mas sim uma forma de me sentir tranqüilo em relação a uns hábitos estranhos que têm me atormentado ultimamente. Mas, de qualquer forma, estou atento às possibilidades que surgirem. Afinal, degustação feminina é o objetivo. </p>
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		<title>Garotas, Flertes e Foras</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 09:31:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando falo que ser homem é difícil, parece que estou brincando, mas, de verdade, não estou. É a pura verdade. Tudo bem que, de qualquer jeito, eu não gostaria de ser mulher, mas nem por isso eu devo dizer que ser homem é fácil, porque realmente não é. Quem é homem sabe e pode confirmar: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falo que ser homem é difícil, parece que estou brincando, mas, de verdade, não estou. É a pura verdade. Tudo bem que, de qualquer jeito, eu não gostaria de ser mulher, mas nem por isso eu devo dizer que ser homem é fácil, porque realmente não é. Quem é homem sabe e pode confirmar: a parada é tensa e sinistra pro nosso lado. </p>
<p>Quando eu era pequeno, tudo bem, era uma maravilha só. Eu não precisava lavar louça, nem limpar a casa e nem nada do tipo. Era uma dádiva. Eu podia ficar o dia todo coçando o meu — ainda pequeno – guri, e boa, não tinha problema algum. </p>
<p>Todavia, na adolescência, tudo mudou. Foi quando descobri que a vida de um homem não era feita apenas de motivos para cantar uma bela canção. Em outras palavras, descobri que não poderia viver sem mulheres e que, para conquistar uma, teria que levar muitos, mas muitos foras. </p>
<p>E levar fora não é fácil. Tá certo, a gente nega, diz que é normal, mas no fundo sabemos o impacto que isso causa no nosso ego. Enfim, o que quero dizer é que levar um fora, depois de criar tanta coragem para chegar numa garota, é frustrante. E o pior é que a tarefa de “chegar” é naturalmente do homem. </p>
<p>Assim, nós é que temos que chegar na garota. E bom, você sabe, mulheres são tão complicadas&#8230; Dificilmente sabemos quando uma garota realmente quer que cheguemos nela.</p>
<p>Algumas, por exemplo, dão bola tão somente para <del datetime="2008-03-24T03:10:17+00:00">fodidamente</del> esculachar com nosso orgulho. Para estas, não basta nos dizer um “não”, elas também precisam mostrar o quanto “não nos enxergamos” e coisas do tipo. Enfim, pisar no nosso orgulho masculino mesmo e tal.</p>
<p>Há, por outro lado, aquelas que dizem “não” para não parecerem fáceis. É complicado. Nem sempre dá pra saber se um “não” realmente é um “não. Até porque há casos em que, se você insistir, pode tanto dar certo quanto resultar num fora desesperadoramente  pior. Ou seja, estamos ferrados em todos os casos.</p>
<p>Mas, <em>anyway,</em> a vida segue e eu aprendi que tudo passa. Fora os despachos na encruzilhada, por exemplo, eu sequer desejei mal àquelas que me deram foras. Longe disso. Eu diria, para você ter noção, que nem estou feliz por saber que aquela &#8220;ex&#8221;, que me dispensou há um tempo atrás, hoje está uma baranga sem tamanho, namorando um cara tosco e tudo mais. </p>
<p>No mais, alguma leitora está afim de me dizer um &#8220;não&#8221;?</p>
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		<title>Vou virar hippie</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 00:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nunca fui um cara muito ligado a estudos e tal. Sério mesmo, é verdade. Por ter certa facilidade em aprender coisinhas básicas, até o Ensino Médio sempre levei o estudo meio que “com a barriga”; não lia, não escrevia e não fazia nada. E assim foi indo até o dia em que percebi que, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca fui um cara muito ligado a estudos e tal. Sério mesmo, é verdade. Por ter certa facilidade em aprender coisinhas básicas, até o Ensino Médio sempre levei o estudo meio que “com a barriga”; não lia, não escrevia e não fazia nada. E assim foi indo até o dia em que percebi que, para poder sustentar meu sonhado harém de japinhas, suecas, italianas e gostosuras assim, eu precisaria estudar. E estudar muito. Afinal, nem só de amores vive um homem. Por esta razão, guiado por um objetivo deliciosamente nobre, entrei numa faculdade.</p>
<p>Já na faculdade, aprendi que estudar não é lá tão ruim assim. Na verdade, é até legal essa parada de, através do conhecimento, libertar a mente e tal. Quer dizer, sendo sincero, às vezes enche o saco mesmo, principalmente quando temos que ficar viajando nas idéias dos filósofos e tal. Aliás, já ouviu falar em maconha? Pois bem, nunca fumei isso, mas o efeito deve ser o mesmo: uma grande viagem. Mas enfim, voltando ao assunto, não é tão mal estudar.</p>
<p>Agora, por exemplo, estou estudando sobre Roma, Sparta e todas estas civilizações antigas, que são bastante interessantes. Porém, por mais que seja legal ver que há pessoas nesse mundo há tanto tempo, uma coisa me deixou um tanto espantado: somos manipulados. Ora, mas isso todos sabemos, você deve estar pensando. É verdade, mas o pior é que, de certo modo, estou aprendendo a fazer parte dessa manipulação toda. Um trauma! </p>
<p>Quer dizer, não tanto, para dizer a verdade. Afinal, se eu alcançar meu objetivo (ser Promotor), minha tarefa será justamente a de defender a sociedade. É, até que não é tão mal. Mas não importa, o fato é que, assustadoramente, farei parte de sistema perverso, manipulativo e cruel, chamado Estado. </p>
<p>Tudo piorou quando descobri que a Constituição Federal proíbe, sem dó nem piedade, que eu tenha um harém. Ora, como assim? Com tanto amor para dar, eu só posso dá-lo a apenas a uma mulher? Injusto, para mim e, sobretudo, para outras mulheres. Sistema cruel. Estou revoltado. Revolta semelhante, aliás, só tive ao descobrir que, ao nascer, não havia vindo de uma cegonha.</p>
<p>Cansei. Talvez o negócio seja virar hippie, fugir disso tudo, montar uma sociedade alternativa, botar uns “dreads” na cabeça e esquecer esse negócio de capitalismo. Sei lá, se mudar de idéia, eu escrevo um post.</p>
<p>Por ora, paz e amor!</p>
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		<title>Como ficar forte e sensual</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 10:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Obviamente, preciso dizer, o título deste post é fantasioso. Eu até posso ter lá meu charme oculto, eu sei, mas jamais serei sensual. Jamais! Sei lá. Contudo, ao menos, posso ser forte&#8230; Convenhamos, já é alguma coisa. Além do mais, preciso concluir meus objetivos traçados para este ano, dentre os quais está me tornar forte. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Obviamente, preciso dizer, o título deste post é fantasioso. Eu até posso ter lá meu charme oculto, eu sei, mas jamais serei sensual. Jamais! Sei lá. Contudo, ao menos, posso ser forte&#8230; Convenhamos, já é alguma coisa. Além do mais, preciso concluir meus <a href="http://www.supra-sumo.org/2007/meus-objetivos-para-2008/">objetivos</a> traçados para este ano, dentre os quais está me tornar forte. É sério, meus tempos de japinha franzino estão chegando ao fim. É, cansei. Afinal, a exemplo dos meus ancestrais longínquos da terra do sol nascente, preciso ser forte, muito forte. </p>
<p>O problema é que ficar musculoso não é tarefa fácil. Não mesmo, ainda mais para um cara desprovido de força&#8230; cof&#8230;fraco&#8230;cof&#8230; como eu. A propósito, como dói levantar peso, né? Está certo que sou muito macho e tudo mais, mas não posso negar que, ainda assim, não é nem um pouco simples ficar levantando aqueles negócios pesados. É, mas não tem jeito, é o único caminho, até porque jamais quero tomar bomba. Sou medroso para estas coisas, mesmo. Afinal, quero ganhar músculos, não deixar de ser homem, se é que me entende&#8230;</p>
<p>Por outro lado, apenas ficar levantando peso feito um tonto não significa que ficarei forte. É preciso me alimentar direito também. E é isso que estou fazendo. Contudo, é um tanto quanto &#8220;marica&#8221; deixar de comer isso ou aquilo porque tem &#8220;alto teor de gordura&#8221; ou qualquer coisa assim. E sim, concordo que isso não é uma coisa necessariamente de macho. Mas enfim, fazer o quê? É um sacrifício. </p>
<p>Para você ter noção do grau de &#8220;frescurite&#8221;, para evitar a gordura, comprei até um daqueles <del datetime="2008-02-23T23:08:33+00:00">milagrosos, incríveis, impressionantes e sapequinhas</del> George Foreman Grill&#8217;s. E olha que eu nunca fui de acreditar muito nessas propagandas de TV e tal&#8230; Mas beleza, o grill até que funciona realmente bem, dá pra fazer várias coisas e ficam uma belezinha só. Claro, não fez milagre e, tampouco, realizou todos meus desejos (até porque seria estranho abrir a tampa do Grill e encontrar uma japinha grelhada), mas cumpriu o que se propôs a fazer.</p>
<p>Outra coisa: ainda na questão da alimentação, para ganhar massa muscular é bom comer bastante frango, ovos, atum e batata-doce. Eu não preciso nem dizer o resultado dessa mistura, né? Céus, é para matar qualquer um, coisa desagradável mesmo! Mas claro, eu evito essas misturas, até porque, como bom aluno de Direito, preciso preservar o bem comum. E, sinceramente, o resultado dessa mistura passa uma-vida-toda longe disso. Enfim, são sacrifícios para alcançar a boa forma e tal. Bom, espero que pelo menos, como resultado, eu encontre, enfim, <del datetime="2008-02-24T03:01:51+00:00">as garotas sensuais</del> a tão sonhada felicidade que tanto desejo. </p>
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		<title>Kancho: A arte milenar japonesa de enfiar o dedo</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 20:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sou mestiço. Metade brasileiro, metade japonês. Quer dizer, de japonês só tenho os olhos um tanto puxados mesmo. Não muito mais que isso. Aliás, devem existir, sim, outros traços genéticos herdados dos meus antepassados nipônicos, mas não sei dizer quais. O que posso dizer, e com uma certeza serena, é que tais traços genéticos se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou mestiço. Metade brasileiro, metade japonês. Quer dizer, de japonês só tenho os olhos um tanto puxados mesmo. Não muito mais que isso. Aliás, devem existir, sim, outros traços genéticos herdados dos meus antepassados nipônicos, mas não sei dizer quais. O que posso dizer, e com uma certeza serena, é que tais traços genéticos se limitam <del datetime="2007-12-21T16:58:14+00:00">para alegria das garotas</del> à minha cintura, e só. Na parte de cima, ok, sou sou japinha. Entretanto, da cintura pra baixo: obrigado, tenho orgulho de ser brasileiro. </p>
<p>Há também outras coisas japonesas que, acredito eu, estão devidamente enraizadas no meu DNA. O amor por japonesas, por exemplo, é um. A perversão, outra. Ah, e não posso esquecer, claro, do meu <a href="http://www.supra-sumo.org/2007/a-estranha-sensacao-de-voar/"><strong>fator kamikaze</strong></a>. Agora, culturalmente falando, de japonês não tenho praticamente nada, isso porque não moro com minha família paterna, que é a japonesa. Deveria ter. Há coisas na cultura japonesa que me seriam, sim, muito boas. A disciplina é um bom exemplo. No entanto, por outro lado, é até bom que alguns traços culturais tenham se perdido no tempo, como o <strong>Kancho</strong>.</p>
<p><strong>Kancho</strong> é a arte de dedar os outros. Não, não estou falando de fofocas, estou falando de sentar o dedo onde não é chamado, ou melhor, onde o sol não bate. Sim, é vulgar mesmo, eu sei, mas é dura e dolorida verdade. E é cultural. </p>
<p><img src="http://img518.imageshack.us/img518/8134/kanchobd3.jpg" alt="kancho" /></p>
<p>No Japão é costume entre alunos enfiar os dedos nos serelepes professores (os quais, devido ao Kancho, acabam ficando saltitantes também). É uma arte. E, o que é pior (ou melhor, se você for um rapaz alegre demais), os jovens japoneses gostam disso. E acham engraçado. </p>
<p>Lá no Japão, o Kancho é aplicado nas pessoas preferencialmente desprevinidas, homens ou mulheres. E são dedadas sem igual, por sinal, já que virou tradição. Tanto é que há até técnicas para posicionar os dedos e acertar o devido lugar &#8212; naquele lugar. <img src="http://img155.imageshack.us/img155/2425/handy5.gif" alt="><" /> </p>
<p>O que é estranho é que os japoneses realmente devem adorar o Kancho (ui). Isto porque há algo na cultura japonesa chamado <strong>Meiwaku</strong>. Basicamente, Meiwaku é causar incômodo a outros. E japoneses evitam à todo custo causar Meiwaku aos outros, ou seja, incômodo. Isso é algo enraizado na cultura deles, tanto é que chegam até ao ponto de suicidarem-se para evitar Meiwaku aos outros. Logo, levando em conta o Meiwaku e o que os japoneses fazem não causá-lo aos outros, podemos concluir que o Kancho não causa Meiwaku aos japoneses. Ou seja, não causa incômodo aos japoneses levar uma dedada certeira lá no chitão. Céus, são nessas horas que eu agradeço por ser brasileiro.</p>
<p>O Kancho, porém, em sua maioria, é algo feito entre amigos, entre pessoas íntimas. Por isso, cá entre nós, você deveria agradecer agora mesmo por eu não ser praticante do Kancho. Afinal, não cairia bem dizer que é meu amigo, até porque já basta o que aconteceu atrás do armário (<em>sorry</em>, amigo)&#8230;</p>
<p><strong>via</strong>: <a href="http://wordpress.moreiracastro.com/archives/2916">Saber é bom demais</a></p>
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		<title>Eu já desmaiei =(</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 21:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dizem que Isaac Newton compreendeu a for&#231;a da gravidade quando uma ma&#231;&#227; atingiu sua cabe&#231;a. Sei l&#225;. Nunca fui f&#227; de F&#237;sica. Todavia, devo admitir que, ao desmaiar pela primeira vez, eu entendi perfeitamente como funciona essa tal for&#231;a da gravidade, sobretudo quando meu rosto foi ferradamente atra&#237;do para o centro da Terra &#8212; &#233;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dizem que <strong>Isaac Newton</strong> compreendeu a for&#231;a da gravidade quando uma ma&#231;&#227; atingiu sua cabe&#231;a. Sei l&#225;. Nunca fui f&#227; de F&#237;sica. Todavia, devo admitir que, ao desmaiar pela primeira vez, eu entendi perfeitamente como funciona essa tal for&#231;a da gravidade, sobretudo quando meu rosto foi <em>ferradamente</em> atra&#237;do para o centro da Terra &#8212; &#233;, por esse &#237;m&#227; maldito que tem l&#225;. Definitivamente n&#227;o &#233; nada bom entender F&#237;sica usando seu rosto como ponto de teste, batendo-o no ch&#227;o, ainda mais quando o ch&#227;o &#233; de concreto. Enfim, o <strong>Beakman</strong> n&#227;o me contou isso.</p>
<p>Cient&#237;ficamente falando, do ponto de vista da F&#237;sica, foi lindo, maravilhoso, estupendo, um magn&#237;fico exemplo da for&#231;a gravitacional agindo sobre um corpo. At&#233; foi mesmo. Mas, pessoalmente falando, foi um grande e enorme saco de estrume. Desmaiar n&#227;o &#233; nada bom. Alguns at&#233; acham engra&#231;ado, mas n&#227;o &#233;. &#201; muito doloroso para quem desmaia, ainda mais para um macho t&#227;o forte e imponente como eu, que acreditava que desmaiar era coisa de mo&#231;a. <img src="http://img134.imageshack.us/img134/9704/joiaxr9.gif" /></p>
<p>O problema chave &#233; a falta de alimento. Se eu n&#227;o me alimentar, a tend&#234;ncia &#233; desmaiar, pelo menos se eu tiver que ficar sob sol intenso ou beber algo alco&#243;lico. E pior que eu j&#225; desmaiei tr&#234;s vezes em minha curta vida! O porqu&#234; eu n&#227;o sei. <img src="http://img118.imageshack.us/img118/1440/blushdk8.gif" /> </p>
<p>Sabe, eu nem deveria mexer nesse meu passado, &#233; uma coisa pior que outra. Hora eu v&#244;o, hora eu participo de surubas frustradas, enfim, &#233; uma coisa impressionante. Eu n&#227;o sei se tenho sorte, ou se tenho azar. Sei l&#225;, pelo menos ainda estou vivo.</p>
<p>E desmaiar, dentre todas minhas outras m&#225;s experi&#234;ncias, &#233; a pior sensa&#231;&#227;o que senti. E se n&#227;o for a pior, &#233; uma das piores. &#201; horr&#237;vel. &#201; um misto de frio, calor, medo e etc. Um caga&#231;o, sei l&#225;. <em>Whatever</em>. &#201; t&#227;o ruim que voc&#234; quer morrer, mas n&#227;o quer sentir aquela sensa&#231;&#227;o. E n&#227;o &#233; exagero meu, n&#227;o. &#201; como se voc&#234; estivesse sofrendo um tipo de choque, parece estar morrendo mesmo. D&#225; um medo infernal. </p>
<p>Quando voc&#234; desmaia &#233; como se voc&#234; estivesse dormindo. Sono bom at&#233;, demais da conta s&#244;, voc&#234; chega at&#233; a sonhar alguma coisa qualquer, isso at&#233; come&#231;ar a doer. Doer pacas. Todavia, pior mesmo n&#227;o &#233; a dor, mas sim quando o sangue come&#231;a a circular normalmente. &#201; uma sensa&#231;&#227;o p&#233;ssima, d&#225; tontura, voc&#234; fica meio perdido, d&#243;i a barriga, d&#243;i a cabe&#231;a. Sem contar o ego. <em>What? Eu desmaiei? </em>Voc&#234; nem acredita na hora. D&#243;i o ego. &#172;&#172;&#8217;</p>
<p>S&#233;rio, n&#227;o queira desmaiar nunca. Jamais. Use todo seu poder jedi, mas n&#227;o desmaie. &#201; uma sensa&#231;&#227;o maldita. Contudo, por inc&#237;vel que pare&#231;a, descobri que h&#225; pessoas que s&#227;o viciadas na sensa&#231;&#227;o do desmaio, sendo que at&#233; provocam o desmaio. Sim, tem como provocar um desmaio. Se voc&#234; quiser, por exemplo, pode desmaiar agora mesmo. S&#243; queira se previnir primeiro, pois sen&#227;o voc&#234; poder&#225; bater sua cabe&#231;a no ch&#227;o, da&#237; j&#225; viu&#8230; Pode acabar ficando como eu, o que realmente n&#227;o seria um bom sinal. <img src='http://www.supra-sumo.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.vidabesta.com" target="_blank"><img src="http://img132.imageshack.us/img132/5320/26defk2.jpg" /></a></p>
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		<title>Tag: Uma viagem engraçada e divertida.</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 07:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O sr. Slonik resolveu me convidar para uma tag. O que preciso fazer é narrar uma viagem engraçada que fiz. Embora eu não tenha feito tantas viagens, responder a esta tag não é tarefa das mais difíceis, afinal, tudo o que acontece na minha vida é engraçado. Coisa de doido&#8230; A história Quando eu tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sr. <a href="http://novo-mundo.org/log/">Slonik </a>resolveu me convidar para uma tag. O que preciso fazer é narrar uma <a href="http://www.iftk.com.br/wordpress/2007/11/08/conte-sua-viagem-engracada-ou-curiosa-e-concorra-a-uma-viagem-meme/">viagem engraçada</a> que fiz. Embora eu não tenha feito tantas viagens, responder a esta tag não é tarefa das mais difíceis, afinal, tudo o que acontece na minha vida é engraçado. Coisa de doido&#8230;</p>
<h3>A história</h3>
<p>Quando eu tinha meus 13 anos, há uns 6 anos atrás, eu e meus primos decidimos visitar uns parentes no interior de São Paulo. Quer dizer, eu moro no interior, mas se comparado a cidade que eu fui, Cesário Lange, eu praticamente moro na capital, pois a cidade fica muito, mas muito longe.</p>
<p>Imagine 5 horas de viagem, pois então, 5 horas foi o tempo que levou para chegarmos até lá, até de trem viajamos. Se bobear, usamos até uns burricos de cargas. Devo dizer que foi uma imensa e cansativa viagem, mas, todavia, em dado momento chegamos ao nosso destino.</p>
<p><img src="http://img235.imageshack.us/img235/3494/viagemua9.jpg" alt="longe, muito longe :D" /></p>
<p>O bom de morar em uma cidade como Itu é que esta é muito, muito famosa. Todos devem conhecer. E logo isto se transformou em grande vantagem para nós. Sem contar que homens eram raros por aquelas bandas. Sim, verdade, naquela época não era fácil encontrar homens da nossa idade. Portanto, de uma maneira sobrenatural, acabamos nos transformando em <em>caras extremamente descolados e muito atraentes prontos para aprontar muito confusão e muita azaração</em>. =) E, claro, as garotas caíram matando.</p>
<p>Elas tinham uns 15 a 18 anos, não mais que isso, e todas mais velhas do que nós. E a idade delas, o local, a hora e a circunstância fizeram de nós algum tipo de personificação de tudo que garotas jovens mais desejam. Sabe-se lá quais os reais motivos, mas não demorou muito para rolar uma proposta muito safada e proibida para menores de 18 anos <del datetime="2007-11-12T04:26:53+00:00">e anões azuis do Cazaquistão</del>: um envolvimento sexual entre três, quatro, ou mais pessoas. Enfim, uma&#8230;suruba&#8230;e tal..</p>
<p>Acredito que não é nem preciso dizer que isto era um pouco surreal para nós. E mesmo eu não sendo nenhum <em>devorador de interioranas jovens e carentes</em>&#8230; Naquele momento, devo confessar, era tudo o que eu mais queria ser na vida. Além do mais, aquilo na minha mente extremamente curiosa, era algo muito, muito interessante. </p>
<p>Para concluir aquela assaz e divertida aventura não faltava muito, aliás, só faltava uma coisa: arrumar um bom local. Pensamos muito e escolhemos o mato. Quer dizer, efetivamente não pensamos porcaria nenhuma, fomos é para o lugar mais fácil.</p>
<p>E para o mato fomos felizes e serelepes a cantar (qualquer musiquinha tosca da época). Eu já disse que o azar me persegue? Pois então me diga qual é a probabilidade de uma velhinha aparecer no início de uma atividade assaz interessante? Zero, nula, não é? Então, me explique por que cargas d’água apareceu uma velhinha na hora?  E claro que apareceu. Tivemos que sair correndo feito idiotas, pois a velhinha começou a falar um monte, e bote monte nisso.</p>
<p>Mas, tudo bem, muita calma foi exigida naquela hora,  mas arrumamos outro lugar e para lá fomos. Contudo, era preciso armar o clima novamente. Afinal, estávamos em choque. Quer dizer, nós não, as garotas estavam. Garotas têm dessas coisas&#8230; Alguma coisa precisava estimulá-las a aventurar-se pelos caminhos do coração (leia-se: suruba, neste caso). E foi então que uma maldita idéia passou pela cabeça de um infeliz: vamos brincar de pega-pega come-come? </p>
<p>Basicamente era assim: é um pega-pega; homens contra mulheres; se o homem pegar a garota: ele <strong>humm</strong>.. nela. E quando digo <strong>humm</strong> é <strong>humm</strong> mesmo.</p>
<p> Beleza, lá fomos nós. Corre pra cá; corre pra lá. Um pega uma garota aqui, outro acolá. E quando chega minha vez&#8230; Não sei como, nem por que eu consigo fazer estas coisas, mas foi só encostar a mão na garota para ela cair feito uma jaca. Acho que eu deveria até chorar ao lembrar desta cena. Sério, cena merecedora de lágrimas, sejam de raivas, dor ou até mesmo frustração. Sei que a garota voou. Tenho que dizer, inclusive, que foi um pouco surreal a cena.  Afinal, não era apenas uma garota voando naquela circunstância. Pela minha curiosidade natural àquela idade, era mais que isso, era todo um sonho se desmanchando, uma realização perdida, sei lá. Era, sobretudo, uma suruba que se esvaía em um capote extremamente fenomenal!  Coisas do tipo que só acontecem comigo&#8230; </p>
<p>E se quer saber, no final das contas não fizemos nada. Nada. E para piorar: fiz um baita corte no pé. Tivemos que dormir do lado de uma casa dita mal assombrada, e que era realmente sinistra. E, por cima, demoramos mais 5 horas para voltar. Ou seja, a viagem foi uma grande porcaria, frustrante e um tanto traumática. Sim, traumática. Imagine só o trauma que carrego deste então. Entretanto, tenho que admitir, nem tudo foi ruim&#8230; Ou melhor, pelo menos me servirá como base para fazer algum livro do tipo “Como não organizar uma suruba (com ilustrações e fotos do autor)”, ou mesmo que sirva para contar para meu netinho uma história de muito, muito tempo atrás – do tempo que carros ainda não voavam e que blogs ainda não rendiam milhões aos seus donos. <img src='http://www.supra-sumo.org/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  </p>
<p><em><strong>Nota:</strong> Às garotas que porventura leiam este artigo, saibam que sou extremamente romântico e não me atrai o fato de me envolver com duas ou mais mulheres. Só preciso de uma japinha, nada mais. <img src='http://www.supra-sumo.org/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /><br />
</em></p>
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		<title>Catalepsia Projetiva: A incrível e apavorante sensação de não poder se mexer.</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 04:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em nossos sonhos costumamos fazer tudo o que não podemos ou não temos coragem de fazer na vida real. Algumas vezes por pura covardia, outras por serem realmente perigosas (inclua-se aí: vôo livre a distância, no asfalto, sem capacete). Seja lá o que for, nos nossos sonhos podemos fazer quase tudo o que quisermos, inclusive [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em nossos sonhos costumamos fazer tudo o que não podemos ou não temos coragem de fazer na vida real. Algumas vezes por pura covardia, outras por serem realmente perigosas (inclua-se aí: <a href="http://www.supra-sumo.org/2007/a-estranha-sensacao-de-voar/">vôo livre a distância, no asfalto, sem capacete</a>). Seja lá o que for, nos nossos sonhos podemos fazer quase tudo o que quisermos, inclusive <del datetime="2007-11-07T01:28:56+00:00">pegar com jeito</del> namorar aquela gatinha que vivemos a admirar. Podemos até mesmo pular de prédios, caso sejamos bestas o suficiente – eu já pulei, mas sempre acordo antes de cair no chão. Enfim, nossa imaginação é que manda.</p>
<p>O bom dos sonhos é que, mesmo se você estiver voando fodidamente em direção ao asfalto, desesperado e ferrado tentando se proteger, você não se mexerá na cama, e nem sairá gritando feito uma marica em chamas (não que eu tenha gritado; isso é apenas uma suposição) quando estiver caindo.</p>
<p>Tudo isto é possível porque nosso cérebro tem, digamos, uma configuração que faz com que nossos movimentos sejam todos suspensos enquanto dormimos, isto é, ficamos temporariamente paralisados. Esse efeito é conhecido como paralisia do sono ou catalepsia projetiva, e naturalmente todos nós temos. </p>
<p>Todavia, nem sempre essa tal paralisia funciona comigo. Na verdade, nada funciona muito bem comigo. No entanto, felizmente, quando eu realmente preciso, ela funciona. Que bom, devo ficar feliz com isso, pois seria muito constrangedor dormir e sonhar com algo parecido com, digamos, uma orgia com <strong>garotas-anãs-japonesas</strong>, e ter que acordar no dia seguinte ouvindo comentários do tipo: “Ei, a noite foi boa, hein! Tigrão”. </p>
<p>Observando deste ponto de vista, acho que eu deveria agradecer agora mesmo por essa paralisia existir. Mas não vou! Comigo dificilmente alguma coisa funciona como deve (não que eu precise de Viagra), e paralisia do sono não seria a primeira coisa a funcionar. </p>
<p>Naturalmente, a paralisia do sono cessa assim que acordamos, portanto, muitas pessoas sequer sabem da existência desse efeito. Eu também não sabia até acordar impressionantemente paralisado. Quando digo paralisado, leia-se paralisado pra caramba. </p>
<p>Imagine-se incapaz de mexer qualquer membro. É desesperador, meu caro. Você tenta pedir ajuda, mas não consegue falar; e dói a garganta ao tentar. Pelo menos foi assim que fiquei. Embora eu seja muito macho e saiba me controlar em horas de desespero, fiquei em pânico naquela hora. Graças ao meu poder Jedi, me acalmei aos poucos.</p>
<p>Basicamente, isto ocorreu porque eu, idiotamente, retomei a consciência antes que meu cérebro saísse do modo “pausa”, e o que é pior, isto acontece geralmente enquanto você está em um pesadelo, tentando correr mais do que consegue ou sabe-se lá o que. E não pense que meu cérebro é bondoso, não. Quando digo pesadelo, pense num psicopata com uma motoserra em mãos à minha procura, ou coisas do tipo.</p>
<p>Todavia, pesadelo é fichinha. Pior mesmo é saber que algumas pessoas acreditam que essa parada é espírita, pois se vêem fantasmas, vultos e tudo mais. Sério, preciso agradecer imediatamente por este não ser meu caso, pois do jeito que as coisas tendem a acontecer comigo, não apareceria um gasparzinho qualquer, não; apareceriam um destes que terminam com <strong>xu</strong>. Coisa do cão, mesmo, de encruzilhada e tudo mais. </p>
<p>A única coisa que me deixa realmente aliviado nessa história toda é saber que essa tal Catalepsia Projetiva não é algo tão grave, embora dê um medo do caramba. Pior seria se eu tivesse Catalepsia patológica &#8212; aquela doença em que a pessoa fica em um estado que parece estar morta, inclusive, acordando muitas vezes enquanto é velada &#8212; pois do jeito que tenho sorte, se eu tivesse tal doença, eu acabaria cremado&#8230;</p>
<p><a href="http://www.vidabesta.com"><img src="http://img164.imageshack.us/img164/8046/phpuscjc6pmio0.jpg" alt="eu não sou doido" /></a><br />
<em><br />
Nota: Embora um tanto surreal, esta história é verdadeira.</em></p>
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		<title>A estranha sensação de voar</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2007 04:14:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Murphy]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoalidades]]></category>
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		<description><![CDATA[Um homem com uma Kawasaki Ninja em mãos, pensa que é rei, um imortal. Quer mostrar poder. Quer conquistar gatinhas. Quer correr além dos limites do tempo e espaço. Nada mais normal, com uma Kawasaki Ninja isso é bem possível. Com umas 400cc você faz o que quer. O problema é se conter perante a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem com uma Kawasaki Ninja em mãos, pensa que é rei, um imortal. Quer mostrar poder. Quer conquistar gatinhas. Quer correr além dos limites do tempo e espaço. Nada mais normal, com uma Kawasaki Ninja isso é bem possível. Com umas 400cc você faz o que quer. O problema é se conter perante a tanto poder. Uma hora você extrapola, exagera, pensa que é o Cap. Nascimento, daí é um abraço. Morre ou voa. Talvez os dois. Eu voei.</p>
<p>Até seria compreensível eu me acidentar com uma Kawasaki 400cc. Nada mais justo do que correr com uma máquina destas. Eu diria que é até recomendável. Seria meu caso se não houvesse um detalhe: eu não estava em uma Kawasaki Ninja, eu estava em uma Lambreta!? Céus, eu morreria em uma lambreta. Todavia, felizmente, apenas voei. </p>
<p>Tudo começou com uma brincadeira. A lambreta nem minha era. Era de um amigo, era para me divertir pelas ruas do bairro. Mas, incrivelmente, pelas leis de Murphy, aquela lambreta se transformou em uma máquina mortífera disposta a me levar desta para uma melhor, ou talvez pior, ou sabe-se lá o que. Não gosto de pensar nisso. </p>
<p>Em fato, eu queria continuar vivendo. Céus, tanta coisa para conhecer. Porém, não pensei na vida quando vi aquela bela e assaz descida perante mim. Era apenas eu e ela. Ela me dizia: -Venha, desça correndo, sou toda sua. Não pensei duas vezes, acelerei. A lambreta até pediu água, começou a fazer um barulho sinistro, até digo que se eu morresse naquele momento, eu morreria assustadoramente ouvindo um som do cão. Assim fui descendo, correndo, vendo a vida passar. Começou a ficar rápido demais. Muito rápido.</p>
<p>Incrivelmente, naquele momento, eu tive uma visão. Um visão toda borrada. Eu estava voando! Foi rápido, demasiado rápido. Engraçado a sensação que se sente quando você está sofrendo um acidente. Simplesmente você não acredita. É um sonho? Uma ilusão de ótica? Não, você está se ferrando, amigo. É realidade. Mais engraçado ainda é ouvir o barulho todo e saber que o ferrado da vez é você. Dolorosamente você. Neste caso, eu. Só não chorei devido ao meu imenso poder Jedi. Doeu.</p>
<p>Ver a morte de perto não é fácil, não. É uma adrenalina sem igual. Eu estava ferradamente sem capacete. Até porque&#8230; Capacete com lambreta? Nem. Coisa de moça. Todavia, naquele momento me seria providencial. Seria, mas não foi. Voei legal, fui parar a praticamente uns dois metros de distância da lambretinha. Para você ter noção, o barulho foi tão altamente incrível, que os vizinhos até saíram de suas casas para verem o que aconteceu. Fofoqueiros.</p>
<p>Dizem que quando se vê a morte, você vê um pequeno filme da sua vida. Eu não vi nada, a não ser o asfalto se aproximando. Todavia, apenas adquiri alguns leves ferimentos nos braços, que foram usados para proteger meu rosto na queda. Menos mal. Ferimentos leves. Trauma profundo. Enquanto eu voava, eu pensava na vida, em coisas que ainda precisava conhecer. </p>
<p>Poucos meses depois conheci um inferninho.</p>
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		<title>Vídeo engraçado: A fulga mais estúpida que eu vi.</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 13:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
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		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine a cena: Três bandidos da pesada resolvem aprontar altas confusões na cidade grande. Contudo, são presos, algemados e levados para a prisão. Chegando lá, quando os meliantes adentrariam a delegacia, ou seja lá o que for, os policias se distraem, e eles fogem. Detalhe: estão algemados juntos, presos a uma corrente. Bom, após isso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine a cena:</p>
<p>Três bandidos da pesada resolvem aprontar altas confusões na cidade grande. Contudo, são presos, algemados e levados para a prisão. Chegando lá, quando os <em>meliantes</em> adentrariam a delegacia, ou seja lá o que for, os policias se distraem, e eles fogem. Detalhe: estão algemados <strong>juntos</strong>, presos a uma corrente. Bom, após isso, basta dizer que foi uma fulga deveras interessante enquanto não houve um poste entre eles&#8230;</p>
<p><object width="425" height="353"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5FYfB8K84tk&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5FYfB8K84tk&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="353"></embed></object></p>
<p>Destaque para o comentário feito pelo policial no final do vídeo: &#8220;Vocês também têm o direito de serem estúpidos&#8221;</p>
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		<title>Bebês chupando limão.</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 17:17:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não. Não pode haver tanta maldade nos corações humanos. Como, me expliquem como, pode existir tanta maldade? Veja só, algumas pessoas extremamente malvadas fizeram questão de ver o sofrimento alheio de bebês, com limão, limão azedo, muito azedo. Agora, eu fico pensando: Qual maldade é maior? Dar limão a bebês ou rir da reação deles? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não. Não pode haver tanta maldade nos corações humanos. Como, me expliquem como, pode existir tanta maldade? Veja só, algumas pessoas extremamente malvadas fizeram questão de ver o  sofrimento alheio de bebês, com limão, limão azedo, muito azedo.</p>
<p>Agora, eu fico pensando: Qual maldade é maior? Dar limão a bebês ou rir da reação deles? É, eu não sei. Eu ri, ri muito. E digo mais: darei limão para minha sobrinha bebê. Maldade em uma situação como essa, convenhamos, é assaz engraçada.</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XO93C5VH8Fg"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/XO93C5VH8Fg" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
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