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	<title>SUPRA-SUMO &#187; Pessoalidades</title>
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	<description>Em busca do que há de melhor</description>
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		<title>A noite em que quase fui assassinado (ou não) &#8211; O confronto final</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 20:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando nasci, nos idos de 1.988, ninguém imaginaria que aquela criatura cabeçuda, de olhos puxados e pingulinho minúsculo, poderia, no futuro, representar algum perigo às mulheres. Com muito esforço, no entanto, após o crescimento cientificamente inexplicável de algumas partes do meu corpo (estou falando da minha barriga, crianças), mostrei, na calada da noite, o meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando nasci, nos idos de 1.988, ninguém imaginaria que aquela criatura cabeçuda, de olhos puxados e pingulinho minúsculo, poderia, no futuro, representar algum perigo às mulheres. Com muito esforço, no entanto, após o crescimento cientificamente inexplicável de algumas partes do meu corpo (estou falando da minha barriga, crianças), mostrei, na calada da noite, o meu potencial lesivo, dando a mulheres desiludidas de todo o país motivos para sorrir, cantar e acreditar num futuro melhor.</p>
<p>Apesar disso, em outros aspectos da vida, continuei a ser considerado um merdinha, cuja única conduta reprovável, realmente capaz de assustar alguém, foi ter conseguido a façanha de quase me matar com uma lambreta (?). Sim, porque, na escala da maldade, uma cabrita perneta provavelmente ofereceria mais perigo do que eu. Não que eu fosse o ser mais puro do mundo, destituído de qualquer maldade ou malícia, mas o fato é que, em termos criminais, nunca fui considerado uma ameaça. </p>
<p>Não à toa, sempre passei despercebido por batidas policiais e coisas do gênero. Não sei dizer ao certo o motivo disso, mas, agora, pensando bem, desconfio que só havia uma, dentre três possibilidades: a) eu era rico e influente; b) eu tinha cara de nerd, virgem e um corpo tão musculoso quanto o de um frango em crise aguda de diarréia, ou; c) eu era o Chuck Norris. Bom, isso é algo que nunca saberei. Mas, de todo modo, o importante é que eu estava acima de qualquer suspeita e, não por menos, quando vi aquele monte de viaturas policiais tomar a rua, naquela fatídica noite, minha voz embargou &#8212; me senti emocionado, reconfortado e um pouco mais homem. Me senti, enfim, livre. </p>
<p>Finalmente, após enfrentar com uma coragem épica aquela situação dramática e perigosa, eu poderia gritar para todo mundo ouvir que a lenda ainda estava viva! Que havia esperança, havia potência e havia amor! Eu poderia, enfim, sentir o ar da vida preenchendo meus pulmões novamente. Mas a vida, a vida é uma put@ falta de sacanagem. E, ao invés disso, o que senti foi uma sensação desconhecida, que, de forma repentina, percorreu todo o meu corpo&#8230; </p>
<p>Encostado ao muro, com as mãos para cima e pernas abertas, senti um policial apalpar áreas nunca dantes exploradas. Meu eusébio continuava intacto, mas, naquele momento, me senti violado. Era, afinal de contas, meu primeiro contato com a opressão estatal. Desorientado, vi policiais gritando, esfihas voando, luzes piscando e, em câmera lenta, cenas de telejornais e noticiários do Rio de Janeiro invadiram minha cabeça. O cagaço, então, se instalou novamente. E assim, ao sentir a mão do policial próxima ao bolso da minha calça, fiz aquela que pode ser considerada umas das maiores burrices da minha vida. Olhei para o policial e disse: &#8212; aí só tem dinheiro, senhor. A resposta foi carinhosa e instantânea: um tapa na fuça, acompanhado de &#8220;está achando que alguém aqui quer o seu dinheiro, seu moleque?&#8221;. </p>
<p>Imediatamente, senti algo em mim esquentar &#8212; e não era apenas a minha orelha. Era a revolta. A raiva. Afinal de contas, como cidadão brasileiro, eu tenho direitos constitucionalmente garantidos e aquilo não poderia ficar impune, não poderia ser em vão. Eu deveria lutar. Ser a esperança dos mais fracos. A voz dos oprimidos. O rosto desse povo sofrido. E todos se lembrariam da minha guerra. Da minha história. </p>
<p>Pensei, então, em mandar o policial bater mais forte, porque, afinal, &#8220;aqui é Corinthians, mano!&#8221;. Mas me contive e, bravamente, como um símbolo da resistência, respondi, : </p>
<blockquote><p>&#8211; Desculpe, senhor! Não foi minha intenção. Desculpe! Eu não quis dizer isso.
</p></blockquote>
<p>Desconsertado, o agente opressor, em sinal de respeito e temor, olhou para o meu rosto de Jaspion anêmico e recuou. E, assim, aquela noite virou história. A história virou lenda. E hoje, em butecos e vilarejos distantes, sou conhecido como &#8220;aquele que apanhou da polícia&#8221;. É, me tornei um mártir, bebê. </p>
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		<title>Significados</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 01:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
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		<description><![CDATA[Sempre fui alguém muito questionador.  A razão disso tudo surgiu cedo, quando descobri que bebês não eram trazidos ao mundo por cegonhas. Confesso que, à primeira vista, fiquei chocado (afinal, não é bom saber que seus pais fazem “coisinhas” na calada da noite – aliás, não pense nisso). Mas, por outro lado, foi bom saber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre fui alguém muito questionador.  A razão disso tudo surgiu cedo, quando descobri que bebês não eram trazidos ao mundo por cegonhas. Confesso que, à primeira vista, fiquei chocado (afinal, não é bom saber que seus pais fazem “coisinhas” na calada da noite – aliás, não pense nisso). Mas, por outro lado, foi bom saber que as coisas nem sempre são aquilo que parecem ser.</p>
<p>A partir daquele momento, passei a ter uma curiosidade enorme em entender o porquê de tudo, saber o que realmente existe por trás das coisas. Virei, com o passar dos anos, uma espécie de filósofo de buteco, criando as teorias mais mirabolantes sobre tudo o que me cerca. Depois de um tempo, contudo, nossa cabeça muda e a gente vai percebendo que algumas coisas, como a vida e as mulheres,  não são fáceis de entender. Então, ciente disso, resolvi apenas viver a vida “como se não houvesse amanhã”.</p>
<p>Mas, no entanto, o tempo passou e, após <a href="http://www.supra-sumo.org/2010/minha-primeira-vez-ou-quase">algumas coisas começarem a falhar</a> (viagra, oi?), a <a href="http://www.supra-sumo.org/2008/a-barriga" target="_blank">barriga crescer</a> e os cabelos brancos aparecer, percebi que viver bem a vida só é possível quando realmente a conhecemos.</p>
<p>Apesar de ter essa consciência, a verdade é que não consegui entender o significado de coisas elementares, como a felicidade, a vida e a mim mesmo. Está certo que a maioria das pessoas não entendem isso também, mas nunca me contentei com “apenas viver”. Afinal, é necessário entender o verdadeiro significado das coisas, para não perdemos nosso precioso tempo com aquilo que não vale a pena.</p>
<p>Isso mudou, porém, quando encontrei um pé de amora “carregado”. Está certo, pode parecer maluquice (e juro que nem fumei as folhas da amoreira). É que quando comi aquela fruta (ui) roxa, senti uma sensação mágica. Foi como se tivesse voltado no tempo. Revivi coisas que eu jamais poderia imaginar que ainda estivessem em minha cabeça,: uma parte da minha infância que há muito tempo havia se perdido entre outras lembranças. Percebi, então, algo simples, que sempre esteve ali, mas que eu nunca havia percebido: <strong>nós é que damos o verdadeiro significado às coisas</strong>.</p>
<p>E a nossa vida, no final das contas, está diretamente ligada a isso. Tudo depende das coisas nas quais depositamos o signifado daquilo que nos faz feliz e que faz com que nossas vidas valham a pena. Alguns acham que dinheiro significa felicidade; outros que é o sucesso profissional a razão de viver… A verdade é que a felicidade não está tão distante e nossa vida não depende disso tudo. A felicidade pode estar em coisas simples, comuns, como um amora, uma música, um texto, um sorriso, um abraço. Depende apenas da maneira como você vê as coisas que o cercam.</p>
<p>No final das contas, são coisas triviais que fazem a vida valer a pena.  É como dito em um dos meus filmes* preferidos:</p>
<blockquote><p>“A maioria dos dias do ano é comum. Eles começam e terminam, sem nenhuma memória durável nesse tempo. A maioria dos dias não tem impacto no decorrer da vida. “</p></blockquote>
<p>Se esperarmos um grande evento para nos sentirmos felizes, perderemos a maior parte de nossas vidas nessa espera.</p>
<p><em>* Filme: 500 dias com ela (500 days of Summer)</em></p>
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		<title>Minha primeira vez (ou quase)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 23:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei de Murphy]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres e eu]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu já devo ter dito aqui antes, mas vale repetir: vida de homem é difícil. Tá, tudo bem que mulheres devem sofrer um bocado com uma porção de coisas, como depilação, peso, maquiagem, TPM&#8230; Não, TPM, não &#8212; quem sofre com isso somos nós. Enfim, por mais que mulheres tenham seus problemas, eu digo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já devo ter dito aqui antes, mas vale repetir: vida de homem é difícil. Tá, tudo bem que mulheres devem sofrer um bocado com uma porção de coisas, como depilação, peso, maquiagem, TPM&#8230; Não, TPM, não &#8212; quem sofre com isso somos nós. Enfim, por mais que mulheres tenham seus problemas, eu digo que homem sofre muito. E isso por um motivo básico: mulheres.</p>
<p>Mulher é algo que, por mais fodástico que o cara seja numa ciência qualquer, ele nunca, jamais, em hipótese alguma, conseguirá entender. Ou pelo não o suficiente para evitar brigas em época de TPM, para saber se é pra deixar ou não a tampa do sanitário levantada, se a toalha molhada pode ficar ou não em cima da cama e essas complexidades todas. Seja o que for, senti a maior crueldade feminina na adolescência, num período sobre o qual&#8230; é até difícil de falar&#8230; enfim, na minha primeira vez.</p>
<p>Acredite, até eu, com tanto <em>sex appeal</em>, <em>know how</em> e gostosura, já fui iniciante nessa arte. Enfim, eu lembro que, por toda a adolescência, aprendi que deveria ter calma, paciência e ser muito carinhoso com a mulher naquelas horas, muito mais se fosse a primeira vez dela. Já fui, desde logo, portanto, incentivado a ser um cavalheiro, a tratar a garota como uma rainha. Pobre garoto, mal sabia eu o que me esperava nesta vida.</p>
<p>E assim, com tudo isso em mente, numa noite qualquer, lá nos idos de 2006, vi aquela garota. Eu com 17, ela com 23. 6 anos de diferença para acabar comigo. Eu bem devia ter percebido que a iniciativa devia ter sido minha. Vai ver me daria maior segurança, sei lá. Mas não. Pobre garoto inocente de interior, cheguei lá, na cama da garota, de algum modo para o qual não contribuí.</p>
<p>De qualquer jeito, eu estava gostando daquilo. Afinal, eu estava com uma mulher nua, e melhor, não era The Sims, Emanuelle ou algo do tipo&#8230; É, mas o pior é que o problema estava justamente aí. Quer dizer, eu nunca tinha estado com uma garota naquelas condições. Por precaução, fingi que sim. Bobagem. Não adiantou nada.</p>
<p>Quando a garota me fez homem (não acredito que escrevi isso hauhaua), o bicho pegou. Minha cabeça entrou em pânico. Pirei. Mentalmente, soltei um PQP com convicção. &#8220;Que p#rr@ é essa?&#8221; &#8211; pensei. Sério, eu havia esperado tanto por aquilo? Tantas noites de treinamento com Emanuelle por aquilo? Se me dessem um chute no saco naquele momento, eu estaria no lucro. Eu sentiria alguma coisa pelo menos. Porque, sinceramente, não senti NADA.</p>
<p>Entrei em colapso. E aquele pensamento, que não se deve ter JAMAIS nessas horas, veio. Acho que até abri os olhos de tanto pânico. Sem entrar em maiores detalhes, só digo que, depois daquela fatídico pensamento, os peitinhos da Hebe eram mais duros e firmes. Meus ativos caíram mais que a bolsa de Nova York durante a crise.</p>
<p>Foi uma realidade dura (mole, na verdade&#8230;) para a qual eu não estava preparado. Nunca me falaram sobre isso. Pensei que fosse algo que acontecesse, tão-somente, com pessoas velhas, não com um cara de apenas 17 anos. Pfff&#8230; Muitas coisas não foram escritas e nem ditas, eu devia saber. Mas enfim, tanto faz, estava acontecendo. E não tinha botão de <em>reset</em>, nem de excluir, bloquear ou algo do tipo. Era a realidade nua e crua. Quer dizer, nua e com um cara assustadoramente desapontada.</p>
<p>E aí, meu caro, foi o ponto crítico da minha existência masculina nesse mundo. Porque esse negócio de compreensão e de paciência não está em nenhuma revista feminina, livro ou coisa assim, acho.  Ou não em alguma que aquela garota tivesse lido.  Afinal, a cara que ela fez não passou nem perto disso. Fui simplesmente fuzilado mentalmente. Naquele momento, até Elton John se sentia mais macho, a propósito.</p>
<p>Depois disso, fiquei uns meses traumatizado. Mas, no entanto, com toda essa potência e disposição características, eu não poderia me deixar vencer. As mulheres não mereciam pagar pela crueldade de uma delas, afinal (propaganda pouca, né?). Fui pra pista. E ali nasceu a lenda. HAHAHA!</p>
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		<title>O Fora</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 18:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando comecei a escrever este blog, eu era um tanto quanto incapaz de chegar numa garota e deixar claro o meu interesse. Para não dizer totalmente incapaz, eu chegava junto, tão-somente, se a mulher deixasse bem claro que também estava interessada. E até chegar nesse momento, acredite, precisava de muitos olhares, cruzadas de pernas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando comecei a escrever este blog, eu era um tanto quanto incapaz de chegar numa garota e deixar claro o meu interesse. Para não dizer totalmente incapaz, eu chegava junto, tão-somente, se a mulher deixasse bem claro que também estava interessada. E até chegar nesse momento, acredite, precisava de muitos olhares, cruzadas de pernas e os mais variados sinais de interesse feminino. Sim, eu era mole. Na boa, meu caro, naquelas circunstâncias, se a humanidade dependesse de mim para perpetuar a espécie, a humanidade estaria na fossa (artifício supimpa para não escrever a palavra “merda”).</p>
<p>De algum modo, no entanto, ao custo de muitos foras, comecei a aprender como funciona a mente feminina. E o mais importante: descobri que tentar mudar minha maneira de ser não resolveria o problema. Foi então que decidi me envolver com mulheres que gostam do que eu gosto, ou que pelo menos aceitem ou procurem entender (cinta-liga, oi?). Não adianta, afinal, querer ser o que você não é. Simplesmente não dá certo. E, felizmente, quando descobri essa verdade, a mágica se fez. E o macho dentro de mim despertou &#8212; ui.</p>
<p>Inexplicavelmente, depois da minha caminhada espiritual e a descoberta do meu eu interior (cof), algumas garotas começaram a se interessar pelas minhas qualidades (potência, tamanho&#8230; hã?) e, de uma hora pra outra, me vi imerso <del datetime="2009-02-03T18:36:41+00:00">num mundo de confusão e alta azaração</del> nesse universo de mulheres. E o melhor: agora eu estava do lado certo da força. Ao invés de ser o amigo-irmão, eu era aquele que beijava e, enfim, a &#8220;piada do armário&#8221; começou a fazer um sentido absurdo para algumas garotas. O.o</p>
<p>Acontece que se a falta de mulheres é um problema, o excesso também é. Afinal, eu até concordo que sou demasiadamente potente, mas tenho um limite (sim, eu faço auto-propaganda). E então descobri que precisaria fazer algo inédito: dar o fora. E logo eu, a vítima dos foras, virei o carrasco.</p>
<p>Mas como dar o fora? Afinal, por mais que já tenha sentido o gostinho amargo da auto-afirmação alheia, não acho necessário fazer o mesmo. É só uma questão de interesse, nada mais. Não necessito jogar a garota pra baixo. Se não estou interessado mais na nela, não significa que ela não é boa o suficiente, ou que eu sou melhor. Mas como deixar isso claro? Bom, sei lá. Não sei. E por isso, sem amizade, sem nada, a garota sumiu. </p>
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		<title>A barriga</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 14:24:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como dito aqui, há um tempo, decidi ser uma pessoa mais cuidadosa com minha saúde. E não por pouco. Queria, afinal, me tornar um japa sensual, potente e musculoso. E bom, concluí que, para isso, eu precisaria dar uma pausa na comilança desenfreada e partir para uma alimentação saudável. Enfim, precisaria me sacrificar. Com esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como dito aqui, há um tempo, decidi ser uma pessoa mais cuidadosa com minha saúde. E não por pouco. Queria, afinal, me tornar um japa sensual, potente e musculoso. E bom, concluí que, para isso, eu precisaria dar uma pausa na comilança desenfreada e partir para uma alimentação saudável. Enfim, precisaria me sacrificar.</p>
<p>Com esse objetivo, além de sofrer levantando peso, passei a comer, tão-somente, aquilo que diziam que era saudável. Carnes, por exemplo, apenas aquelas consideradas magras. Pão, só do integral, e com peito de peru, pois este não tem gordura. Enfim, uma frescura só.</p>
<p>A vida, porém, nos traz algumas revelações. E assim, há um tempo, num desses dias em que eu bebia sossegadamente uma Coca-Cola Zero, na faculdade, percebi que havia uma verdade inconveniente por trás daquilo, algo que, até então, eu não havia percebido: eu estava emboiolando. Quase uma gazela. Quer dizer, para mim, eu só estava cuidando da minha saúde, mas, efetivamente, tudo me levava a crer que eu, na verdade, estava é partindo para o lado rosa da força. Um trauma. Cheguei até a ouvir um I will survive ao longe, contextualizando a cena. Foi ó do borogodó&#8230; COF!&#8230; digo, foi complicado. </p>
<p>Depois desse dia, desandei. Voltei a comer tudo o que tinha direito, sem dó nem piedade. Afinal, homem que é homem como de tudo (Ronaldo Fenômeno que o diga). E para piorar a situação, fiz uma pequena cirurgia e me proíbiram de fazer musculação por um mês. Legal. O tempo de repouso passou, e eu não voltei para academia. Resultado? Pff&#8230; Meus, outrora, definidos músculos evaporaram. Viraram estatística. E pior, <a href="http://www.supra-sumo.org/2007/dores-no-pescoco-dores-nos-bracos-dores-em-tudo">minha barriga voltou a crescer</a>. ¬¬&#8217;</p>
<p>Está certo, eu sei bem que muitas mulheres até gostam de uma barriguinha. Sei lá, né. Há &#8220;n&#8221; explicações para tal gosto. Eu, no entanto, prefiro não tê-la. Parei de comer comidas gordurosas, desde já. E não, não sou gay. </p>
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		<title>Estranhos</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 20:46:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na minha adolescência, havia uma garota por quem eu era apaixonado. Achava eu que ela era a mais linda, a mais simpática e, com isso, alimentava esperanças de que seria ela a mulher da minha vida. De algum modo, eu não conseguia enxergar meu futuro sem ela. Ela seria uma namorada, ou então, no mínimo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na minha adolescência, havia uma garota por quem eu era apaixonado. Achava eu que ela era a mais linda, a mais simpática e, com isso, alimentava esperanças de que seria ela a mulher da minha vida. De algum modo, eu não conseguia enxergar meu futuro sem ela. Ela seria uma namorada, ou então, no mínimo, uma grande amiga. Enfim, era a garota que mudava meu dia e que, pensava eu, mudaria minha vida. Mas o tempo passou e nada disso aconteceu. </p>
<p>Eu e ela, que éramos tão amigos, seríamos qualquer coisa juntos. Hoje, no entanto, sequer nos falamos. Sei que agora ela é mãe, mora em outra cidade. No mais, posso dizer que somos estranhos. </p>
<p>E assim como ela, outros amores ficam e ficaram, dia a dia, para trás. E isso é, no mínimo, curioso. Ora estamos dizendo o quanto amamos determinada garota e o quanto precisamos dela em nossa vida, e em outra, por orgulho ou pelo motivo que for, a olhamos como se fosse uma estranha. </p>
<p>Pensando bem, talvez sejamos isso mesmo: estranhos. Ou melhor, somos apenas convenientemente conhecidos. Isso porque, quando não for mais conveniente, voltaremos a ser tão desconhecidos quanto éramos antes. É o que acontece quando um namoro acaba e um outro começa, quando se consegue um emprego melhor, quando se muda de cidade&#8230; Pessoas acabam ficando para trás. E no fim, somos todos estranhos. </p>
<p>Mas sei lá, talvez seja apenas coisa da minha cabeça&#8230;</p>
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		<title>Instinto masculino</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 19:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na adolescência, fui um tipo de estranho no ninho. Isso porque nunca gostei muito do que os outros caras da minha idade gostavam. E antes que me chamem de fruta, biba e outras coisas mais, vos digo que de mulher eu gosto (de cinta-liga, principalmente). Bom, o fato é que eu não curtia as coisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na adolescência, fui um tipo de estranho no ninho. Isso porque nunca gostei muito do que os outros caras da minha idade gostavam. E antes que me chamem de fruta, biba e outras coisas mais, vos digo que de mulher eu gosto (de cinta-liga, principalmente).  Bom, o fato é que eu não curtia as coisas que, em tese, deveria curtir. </p>
<p>Eu, por exemplo, ao contrário dos meus amigos, não olhava para as bundas das mulheres e nem falava besteiras. E repito: não era fruta. Sei lá, achava eu que elas não gostavam disso e, por respeito, eu simplesmente não fazia.  Sabe como é, romântico.</p>
<p>No entanto, acho que há algo que acompanha o homem desde os primórdios tempos: o instinto selvagem. A linha que divide o homem cavalheiro de um homem tosco e sexualmente feroz é, sem dúvidas, tênue. Não à toa, hora ou outra, um jantar a luz de velas “acaba” em tapas e puxões de cabelos. É a natureza. </p>
<p>Não tem jeito, cedo ou tarde, esse instinto aflora. E assim, por mais que eu possa achar que flores deixam uma mulher feliz, minha natureza, hoje, diz que isso só acontece, de fato, depois de uma noite daquelas (tapas&#8230;). </p>
<p>O que quero dizer é que definitivamente não tenho culpa se ela me pegou olhando discretamente para a bunda dela. =/<br />
<em><br />
P.S.: Não abandonei este blog, embora pareça que sim. O fato é que estou me preparando para o concurso do TRT-SP. O concurso é para dia 16 de Novembro, sendo que, no dia 30 do mesmo mês, tenho outro concurso para Defensoria Pública&#8230; Então, tenho pouco tempo e muita matéria, daí já viu&#8230; Mas repito: este blog está vivo. =)</em></p>
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		<title>Amizade Colorida</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 04:28:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres e eu]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse blog, devo dizer, é uma espécie de psicanálise. Isso porque aqui aprendi muito. Mudei muito. O motivo dessa mudança, eu acho, se deve ao fato de que é aqui o local onde coloco para fora todas minhas fantasias, anseios, enfim&#8230; coisas do cotidiano. E, bom, de tanto pensar, escrever e tudo mais, eu, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse blog, devo dizer, é uma espécie de psicanálise. Isso porque aqui aprendi muito. Mudei muito. O motivo dessa mudança, eu acho, se deve ao fato de que é aqui o local onde coloco para fora todas minhas fantasias, anseios, enfim&#8230; coisas do cotidiano. E, bom, de tanto pensar, escrever e tudo mais, eu, de certa forma, amadureci. Cresci. </p>
<p>Claro, ainda preciso aprender e mudar bastante, mas que é inegável a diferença, isso é. E principalmente no que diz respeito ao que sei sobre mulheres. Ora, antes eu só me ferrava (pra não dizer coisa pior) quando o assunto era mulher. </p>
<p>Agora, no entanto, porém, já tenho um certo <em>know-how</em> pra parada. Exemplo disso é o que aprendi sobre a amizade com mulheres. Ou melhor, amizade com mulheres que quero &#8212; com o perdão da palavra &#8212; pegar. Agora, diferentemente de outrora, nada de ser confessionário de gurias nas quais tenho interesses sexualmente intensos (Darwin explica). Ser amigo, sim; ser amigo assexuado, never, jamais, em hipótese alguma! De resto, <strong>amizade colorida</strong> resolve. </p>
<p>Aliás, amizade colorida foi uma das melhores coisas que descobri ultimamente. Afinal, é o inferno ouvir amigas falando sobre outros caras ou coisas desse tipo. E com amigas coloridas, geralmente, esse problema não existe. Você conversa, ajuda e continua sendo tudo o que amigos normalmente são, tendo, no entanto, a possibilidade de fazer uns &#8220;extras&#8221;. É, há horas que uma pegada forte é a melhor coisa podemos fazer por uma amiga. E amigos servem para tudo.</p>
<p>A amizade, claro, pode ficar em risco. Uma hora, afinal, um dos dois pode gostar mais do que deveria, e assim estragar tudo. Mas não é nada que não possa ser resolvido com um pouco de maturidade. E, tampouco, é motivo para não curtir tudo o que uma boa <del datetime="2008-08-25T04:13:29+00:00">amiga</del> amizade pode oferecer. </p>
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		<title>Voltei!</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 17:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sei que, após tanto tempo sem postar, alguns leitores podem até estar achando que este que vos fala é um tremendo vagabundo, ou ainda, quem sabe, que eu abandonei esse blog. Mas não, senhores, não é nada disso. Apenas problemas com trabalho, tempo e essa coisa toda. Sem contar o bloqueio de escritor&#8230; Mas enfim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sei que, após tanto tempo sem postar, alguns leitores podem até estar achando que este que vos fala é um tremendo vagabundo, ou ainda, quem sabe, que eu abandonei esse blog. Mas não, senhores, não é nada disso. Apenas problemas com trabalho, tempo e essa coisa toda. Sem contar o bloqueio de escritor&#8230; Mas enfim, cá estou eu de novo. </p>
<p>E, a propósito, saí (ou quase) do estágio. </p>
<p>Saldo final: 1 mês e quinze dias.</p>
<p>Quem ganhou a aposta?</p>
<p>10 pilas pro ganhador</p>
<p> =)</p>
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		<title>Garotas compromissadas</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 04:33:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não tenho muita sorte com mulheres. E não é à toa, afinal, que estou sem namorada. E ora, além de eu não ter nenhuma habilidade Don Juan, e, portanto, ter que contar com a sorte, as mulheres com quem me envolvo sempre têm algum detalhe que faz estragar qualquer possibilidade de algo mais sério (ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho muita sorte com mulheres.  E não é à toa, afinal, que estou sem namorada. E ora, além de eu não ter nenhuma habilidade Don Juan, e, portanto, ter que contar com a sorte, as mulheres com quem me envolvo sempre têm algum detalhe que faz estragar qualquer possibilidade de algo mais sério (ser nove anos mais velha do que eu é um bom exemplo). </p>
<p>Fora isso, quando encontro alguma garota interessante, uma que me faça pensar numa possível conquista e tchanãnã, ela, via de regra, tem namorado. Isso, aliás, virou uma constante nessa minha procura. Garotas interessantes sempre têm namorado! E se não tem, quero que levante a mão agora mesmo e diga quem você é, porque estou te pedindo em casamento <em>now</em>. Ok, em namoro? Ficar?</p>
<p>Então, além de todos estes pormenores (nunca usei essa palavra na minha vida), eu ainda tenho cara de nerd. Não, na verdade estes meus olhos puxados é que dizem que sou nerd. Mas eu não sou nerd. Vai, tudo bem, sou um pouco. Mas não muito. Enfim, o fato é que a maioria das mulheres desse mundo pensam que nerds não tem *A PEGADA*. </p>
<p>E bom, mulheres simplesmente são movidas por uma pegada forte e tudo mais. Uma boa pegada, afinal, define o humor de uma mulher – e quero ver quem prova o contrário. O fato é que nerds têm, sim, pegada. <strong>A PEGADA</strong>. E portanto, eu, como um possível nerd, me sinto injustiçado, prejudicado e lesado por esse engano cometido pelas mulheres. </p>
<p>Ora, se nós nerds temos paciência para ficar resolvendo equações, estudando códigos e tudo, imagina a paciência que temos para cuidar direitinho de mulheres gostosinhas? Pegada intensa, garotas, podem acreditar. =)</p>
<p>Se bem que, se for parar pra pensar, estes meus olhos puxados podem estar dizendo outra coisa. É, isso faz sentido. Malditos! Estão jogando contra mim! Japonês não tem o guri pequeno, não. É boato. Eu sou a prova viva! (leia com convicção essa frase, faz favor)</p>
<p>No mais, devo dizer que, agora que arrumei um trabalho, estou precisando ainda mais de uma namorada. Muito mais. Uma que, quando eu estiver muito cansado, esteja me esperando para perguntar sobre o meu dia e tal (leia-se: toda cheirosa e selvagem, pronta pra safadanagem pura). =D</p>
<p>Enfim, a questão principal é: por que cargas d’água essas mulheres estão todas compromissadas?</p>
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		<title>Rotina</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 18:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já se passou uma semana desde que comecei a estagiar na biblioteca da minha faculdade. Er.. não é bem um estágio, para falar a verdade. Está mais para uma maneira de economizar uma grana mesmo. Ou escravidão, quem sabe. Não há, afinal, nada de prática jurídica para eu aprender. Mas enfim, esse nem é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já se passou uma semana desde que comecei a estagiar na biblioteca da minha faculdade. Er.. não é bem um estágio, para falar a verdade. Está mais para uma maneira de economizar uma grana mesmo. Ou escravidão, quem sabe. Não há, afinal, nada de prática jurídica para eu aprender. Mas enfim, esse nem é o problema. Meu maior problema é a rotina. </p>
<p>Não gosto de rotina. Ok, alguns até podem dizer que é coisa de vagal e tudo, mas, acredite, não é. Eu gosto de fazer aquilo que me desafia, que me dá um certo orgulho. Frescura, eu sei, mas já que é para trabalhar, acordar cedo e tudo mais, que seja para fazer o que eu gosto, ora. É justo, pode dizer. E, além do mais, tenho que conciliar tudo com meu objetivo maior, que é passar no concurso público que quero. </p>
<p>Ora, eu deveria ser um escritor, na verdade. Eu escreveria a qualquer hora que eu quisesse, onde eu quisesse. E melhor: sobre o que eu quisesse. Uma maravilha! Mas poxa, nem tenho tanta criatividade assim. Faz um tempão, por exempo, que tenho tentado escrever uma crônica, mas nem sinal dela ainda. Nada.</p>
<p>Agora, acordar cedo todo dia, tendo que pegar ônibus, sem previsão de grandes quantias de dinheiro nem é legal. Tudo bem, não se deve reclamar de boca cheia, alguns diriam. Mas, sinceramente, não estou nem um pouquinho feliz com essa rotina. E nem estou de boca cheia, aliás. </p>
<p>Enfim, considerando esse texto, eu pergunto: Quanto tempo vocês acham que ainda vou ficar nesse serviço?</p>
<p>Dou 10 pila pra quem acertar (de verdade).</p>
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		<title>Dez coisas que vou fazer antes de morrer (ou não)</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 19:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ultimamente tenho pensando muito sobre rumos que minha vida deve tomar. Mais do que eu queria, aliás. E não é por pouco. Estou para completar 20 anos de idade. E eu poderia até ensair uma crise dos 20 e tal, mas acho que não vale à pena. Mas enfim, uma coisa é certa: estou envelhecendo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente tenho pensando muito sobre rumos que minha vida deve tomar. Mais do que eu queria, aliás. E não é por pouco. Estou para completar 20 anos de idade. E eu poderia até ensair uma crise dos 20 e tal, mas acho que não vale à pena.</p>
<p>Mas enfim, uma coisa é certa: estou envelhecendo. Ok, minha saúde ainda está legal. Não preciso tomar estimulantes e tchanãnã. Beleza. Mas céus, não dá pra negar, depois dos 20 a coisa complica. Agora tenho um turbilhão de obrigações, afinal. Não que eu não tivesse antes, mas agora o digito 2 me lembra que a próxima vez que ele mudar será para 3, isto é, 30 anos! Isto significa que tenho 10 anos para casar, comprar uma casa&#8230; Enfim, fazer o que tenho que fazer. Isso porque aos 30 anos terei a &#8216;crise dos 30&#8242; para me preocupar. E, bom, crise dos 30 é crise dos 30. Não dá para arriscar. </p>
<p>De todo modo, melhor é pensar a respeito das coisas que eu posso fazer. Há, eu acho, muito o que viver ainda. Assim, a exemplo do <a href="http://novo-mundo.org/log/2008/06/17/promo-10-coisas-que-vou-fazer-antes-de-morrer/">Rafael Slonik</a>, vou listar os objetivos que desejo concluir. </p>
<p><strong>1 &#8211; Concluir minha formação em Direito</strong><br />
Como desisti da outra faculdade, concluir essa se tornou um desafio. Afinal, se desisti de uma, posso perfeitamente desistir de outra&#8230; Mas não vou. Direito, agora, é parte da minha vida. Daqui a 4 anos e 6 meses estarei com meu canudo na mão, firme e forte &#8212; no bom sentido, claro. ¬¬&#8217;</p>
<p><strong>2 &#8211; Ser pai. Um excelente pai</strong><br />
Sinceramente, não sei explicar exatamente o motivo que me faz querer ser pai. Mas é desejo antigo, fundamental. Acho que, para mim, não fará sentido se eu não for. </p>
<p><strong>3 &#8211; Ser Promotor de Justiça</strong><br />
Profissionalmente, desejo ser Promotor de Justiça. É a função que mais me atrai na área jurídica. Tudo bem que eu posso mudar de idéia, mas por enquanto é o que desejo.</p>
<p><strong>4 &#8211; Conhecer o Brasil e, depois, a Europa</strong><br />
Conhecer Roma, Londres, Paris deve ser desejo de todos. Espero chegar a realizar. Mas conhecer as belezas naturais do Brasil já é suficiente. </p>
<p><strong>5 &#8211; Adotar a educação de uma criança carente</strong><br />
Se algum dia eu tiver a oportunidade, adotarei a educação de uma criança. Pagarei escola, curso e tudo o que ela precisar em relação à estudo.</p>
<p><strong>6 &#8211; Visitar um asilo</strong><br />
Acho que só terei real noção de como a vida é quando eu visitar um asilo. Preciso de coragem para fazer isso. </p>
<p><strong>7 &#8211; Ter mais fé</strong><br />
Uma coisa que me faz falta, ultimamente, é fé. Sinceramente, não consigo aceitar a idéia de que tudo o que conhecemos é apenas resultado de uma simples variação física, mas, ao mesmo passo, também não acredito tanto nas causas divinas quanto deveria . Mas eu quero acreditar. </p>
<p><strong>8 &#8211; Ver o Brasil se tornar um país de Primeiro Mundo</strong><br />
Antes de morrer, preciso ver esse país, enfim, construído. Eu acredito nisso. Acredito num Brasil desenvolvido. Espero estar vivo para ver.</p>
<p><strong>9 &#8211; Morar no Paraná ou no Rio Grande do Sul</strong><br />
Tenho uma admiração especial pela parte sul do Brasil. Por isso, se eu puder, será nessa região que morarei &#8212; Curitiba ou Porto Alegre, preferencialmente. </p>
<p><strong>10 &#8211; Concluir meus objetivos</strong><br />
E, por fim, preciso concluir meus objetivos. Os que <a href="Eu já tenho 20 anos? Err...">tracei para este ano</a>, por exemplo, estão tremendamente parados. Continuo um tanto fraco. Continuo meio indisciplinado. E pior: ainda sem namorada. Mas, tudo bem, ainda há tempo. Posso mudar. </p>
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		<title>Por que eu amo mulheres inteligentes</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 08:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres e eu]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoalidades]]></category>
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		<description><![CDATA[Em prol de uma masculinidade digna, tudo o que eu queria, na adolescência, era uma namorada. Namorada-padrão, sem muita frescura e tal. Feia ou bonita, não importava, contanto que tivesse peito e bunda estava valendo. Eu sei, pensamento machista, mas, sabe como é, coisa de adolescente. Normal. O tempo, entretanto, passou. Certas coisas cresceram (cof), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em prol de uma masculinidade digna, tudo o que eu queria, na adolescência, era uma namorada. Namorada-padrão, sem muita frescura e tal. Feia ou bonita, não importava, contanto que tivesse peito e bunda estava valendo. Eu sei, pensamento machista, mas, sabe como é, coisa de adolescente. Normal. O tempo, entretanto, passou. Certas coisas cresceram (cof), conheci diversas garotas, mudei e descobri a grande verdade: de nada adianta uma mulher gostosa se ela não for inteligente.</p>
<p>Tudo bem, vai, não há como negar que um belo par de seios pomposos soa melhor do que qualquer palavra inteligente que possa ser dita, mas, na boa, minha preferência ainda fica na encantadora inteligência feminina. E gay é o caramba. Mulheres inteligentes dominam mesmo.</p>
<p>Mas claro, demorei a entender isso. Antes, conforme a ideologia que me dominava, mulher não tinha que saber nada mesmo, só tinha que ser mulher, tal qual Emanuelle, e pronto: tudo legal. </p>
<p>Essa visão machista, todavia, se foi quando comecei a interagir de fato com mulheres. Até porque revistas e filmes safadonosos não ofereciam interação alguma, embora se pudesse, manualmente, fingir que sim. E mulheres reais, apesar de complicadas, são infinitamente melhores do que a Band de madrugada. Ah, um sonho. </p>
<p>Sonho este que se esvaiu sacanamente quando notei, a contragosto, que eu era fraco pra caramba quando o negócio era sentimento. E droga, assim me apaixonei por um sem-número de garotas, o que seria normal caso estas tivessem alguma inteligência. Mas não tinham. E eu mevodi. </p>
<p>E quando falo de inteligência, vale dizer, não falo daquelas mulheres intelectualmente chatas, mas sim daquelas que sabem o que falar, como pensar, e que, ainda assim, não perdem a magia feminina. Falo daquelas garotas que, à primeira vista, parecerem esquisitas e tal, mas que, na verdade, são a essência do que há de melhor nas mulheres. Hm&#8230;</p>
<p>Enfim, mas bem sei que, num tempo em que um álbum do orkut vale mais do que qualquer sinal de racionalidade, devo ser bem exigente. E isso talvez explique o porquê de, no dia 12, eu não ter com quem gastar (tadinho). Sei lá, pode ser. Mas, também, não corromperei minha paz interior por uma bunda arrebitada. Deixa estar. E o fato é: eu amo mulheres inteligentes. </p>
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		<title>Concurseiro de Plantão &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2008 20:54:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na vida, há sempre um tempo em que você pára, olha para si, pensa, sua frio, repensa e diz: “Garai, maluco. Vodeu. O que eu faço?”. Isso é elementar, meu caro. Todos passam por isso &#8211; e nem é preciso, necessariamente, ter acabado o papel higiênico ou coisa que o valha. Não tem jeito, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na vida, há sempre um tempo em que você pára, olha para si, pensa, sua frio, repensa e diz: “Garai, maluco. Vodeu. O que eu faço?”. Isso é elementar, meu caro. Todos passam por isso &#8211; e nem é preciso, necessariamente, ter acabado o papel higiênico ou coisa que o valha. Não tem jeito, uma hora o bagulho endurece para o seu lado mesmo e não há o que fazer, a não ser mudar (ou gostar, sei lá). E enfim, acho que esse tempo chegou para mim &#8212; até porque <del datetime="2008-05-26T18:28:50+00:00">pornografia</del> meditação já não tem resolvido meus problemas &#8211;, e eu preciso mudar. </p>
<p>E como continuo sem namorada (mensagem subliminar do dia), sem fazer nada e tal, decidi que a melhor solução para meus problemas (leia-se: dor no braço direito) seria trabalhar. Quer dizer, sincero e efetivamente não decidi porcaria nenhuma. Trabalhar é o cão. Mas, sabe como é, como eu não estava vendo vultos e nem ouvindo vozes, meus problemas não poderiam se resumir a um <em>encosto</em> qualquer, e portanto só poderia ter duas causas: o ócio ou a falta de namorada. E enfim, como arrumar trabalho está mais fácil do que arrumar namorada, meio que decidi trabalhar&#8230;  $$</p>
<p>E foi essa a principal razão que me levou, ontem, a viajar milhas e milhas até uma cidade vizinha, para fazer uma prova de Concurso Público. Meu primeiro Concurso Público, aliás. *Emoção* E o melhor: acho que dá para passar. Fui bem. E, além do mais, 1.500 pessoas para 06 vagas nem é tanta gente assim, vai. Ou é&#8230; Sei lá. Melhor não pensar nisso. </p>
<p>Enfim, desejem sorte a este que vos escreve. Da outra vez, pelo menos, deu certo. Vamos lá: fézinha para o Mário de novo, pessoal. </p>
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		<title>Homem prendado</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 21:26:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como percebi que ser blogueiro não necessariamente me trouxe uma mulher para a vida toda, decidi que preciso atribuir novas características à minha pessoa. Afinal, ferômonios não estão me ajudando muito. Tá certo, não adianta mesmo ficar parado esperando que uma mulher venha correndo e diga: “Mário, eu sou toda sua, faça o que você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como percebi que ser blogueiro não necessariamente me trouxe uma mulher para a vida toda, decidi que preciso atribuir novas características à minha pessoa. Afinal, ferômonios não estão me ajudando muito. Tá certo, não adianta mesmo ficar parado esperando que uma mulher venha correndo e diga: “Mário, eu sou toda sua, faça o que você quiser e mais um pouco”. Sem chance. O negócio é investir nos meus atributos mesmo e esperar. Uma hora há de dar certo.</p>
<p>De todo modo, o que quero dizer é que estou tentando me conciliar com algumas tarefas outrora inimagináveis, como tarefas domésticas, por exemplo. Tipo cozinhar. Tudo bem, eu sei, isso soa até como heresia para um macho como eu (e que Chuck Norris me perdoe!), mas alguém, afinal, tem que quebrar os paradígmas dessa sociedade machista, para que se construa um mundo mais igualitário (não sei por que, mas me sinto tão filosófico hoje). E não, não é coisa de maricas.</p>
<p>Enfim, o fato é que cozinhar não é tão mal. Certo, é inegável que é, no mínimo, estranho ter que manusear objetos de formatos comprometedores, como cenouras, pepinos e coisas assim. Mas não é traumatizante. Afinal, homem que é homem sabe identificar e separar o que é e o que não é (com exceção do Ronaldo, claro).</p>
<p>E, além de tudo, é supimpa não ter que recorrer sempre ao Miojo quando estiver com fome. E é melhor ainda quando o resultado da mistura é algo reconhecível a olho nu. Dá até uma certa emoção, afinal, significa que estou virando um homem virtuoso e tal. </p>
<p>Aprendi, por exemplo, a fazer Strogonoff, panqueca, arroz, feijão&#8230; Enfim, também passo, lavo e enxugo se a guria quiser. E se não for suficiente, chuto o pau da barraca! Afinal, se ser um macho moderno não resolver, volto aos métodos antigos e pronto. Vai que marcar território ainda funcione&#8230; </p>
<p>E não, esse não é mais um post para promoção da minha pessoa, mas sim uma forma de me sentir tranqüilo em relação a uns hábitos estranhos que têm me atormentado ultimamente. Mas, de qualquer forma, estou atento às possibilidades que surgirem. Afinal, degustação feminina é o objetivo. </p>
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