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	<description>Em busca do que há de melhor</description>
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		<title>Minha primeira vez (ou quase)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 23:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu já devo ter dito aqui antes, mas vale repetir: vida de homem é difícil. Tá, tudo bem que mulheres devem sofrer um bocado com uma porção de coisas, como depilação, peso, maquiagem, TPM&#8230; Não, TPM, não &#8212; quem sofre com isso somos nós. Enfim, por mais que mulheres tenham seus problemas, eu digo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já devo ter dito aqui antes, mas vale repetir: vida de homem é difícil. Tá, tudo bem que mulheres devem sofrer um bocado com uma porção de coisas, como depilação, peso, maquiagem, TPM&#8230; Não, TPM, não &#8212; quem sofre com isso somos nós. Enfim, por mais que mulheres tenham seus problemas, eu digo que homem sofre muito. E isso por um motivo básico: mulheres.</p>
<p>Mulher é algo que, por mais fodástico que o cara seja numa ciência qualquer, ele nunca, jamais, em hipótese alguma, conseguirá entender. Ou pelo não o suficiente para evitar brigas em época de TPM, para saber se é pra deixar ou não a tampa do sanitário levantada, se a toalha molhada pode ficar ou não em cima da cama e essas complexidades todas. Seja o que for, senti a maior crueldade feminina na adolescência, num período sobre o qual&#8230; é até difícil de falar&#8230; enfim, na minha primeira vez.</p>
<p>Acredite, até eu, com tanto <em>sex appeal</em>, <em>know how</em> e gostosura, já fui iniciante nessa arte. Enfim, eu lembro que, por toda a adolescência, aprendi que deveria ter calma, paciência e ser muito carinhoso com a mulher naquelas horas, muito mais se fosse a primeira vez dela. Já fui, desde logo, portanto, incentivado a ser um cavalheiro, a tratar a garota como uma rainha. Pobre garoto, mal sabia eu o que me esperava nesta vida.</p>
<p>E assim, com tudo isso em mente, numa noite qualquer, lá nos idos de 2006, vi aquela garota. Eu com 17, ela com 23. 6 anos de diferença para acabar comigo. Eu bem devia ter percebido que a iniciativa devia ter sido minha. Vai ver me daria maior segurança, sei lá. Mas não. Pobre garoto inocente de interior, cheguei lá, na cama da garota, de algum modo para o qual não contribuí.</p>
<p>De qualquer jeito, eu estava gostando daquilo. Afinal, eu estava com uma mulher nua, e melhor, não era The Sims, Emanuelle ou algo do tipo&#8230; É, mas o pior é que o problema estava justamente aí. Quer dizer, eu nunca tinha estado com uma garota naquelas condições. Por precaução, fingi que sim. Bobagem. Não adiantou nada.</p>
<p>Quando a garota me fez homem (não acredito que escrevi isso hauhaua), o bicho pegou. Minha cabeça entrou em pânico. Pirei. Mentalmente, soltei um PQP com convicção. &#8220;Que p#rr@ é essa?&#8221; &#8211; pensei. Sério, eu havia esperado tanto por aquilo? Tantas noites de treinamento com Emanuelle por aquilo? Se me dessem um chute no saco naquele momento, eu estaria no lucro. Eu sentiria alguma coisa pelo menos. Porque, sinceramente, não senti NADA.</p>
<p>Entrei em colapso. E aquele pensamento, que não se deve ter JAMAIS nessas horas, veio. Acho que até abri os olhos de tanto pânico. Sem entrar em maiores detalhes, só digo que, depois daquela fatídico pensamento, os peitinhos da Hebe eram mais duros e firmes. Meus ativos caíram mais que a bolsa de Nova York durante a crise.</p>
<p>Foi uma realidade dura (mole, na verdade&#8230;) para a qual eu não estava preparado. Nunca me falaram sobre isso. Pensei que fosse algo que acontecesse, tão-somente, com pessoas velhas, não com um cara de apenas 17 anos. Pfff&#8230; Muitas coisas não foram escritas e nem ditas, eu devia saber. Mas enfim, tanto faz, estava acontecendo. E não tinha botão de <em>reset</em>, nem de excluir, bloquear ou algo do tipo. Era a realidade nua e crua. Quer dizer, nua e com um cara assustadoramente desapontada.</p>
<p>E aí, meu caro, foi o ponto crítico da minha existência masculina nesse mundo. Porque esse negócio de compreensão e de paciência não está em nenhuma revista feminina, livro ou coisa assim, acho.  Ou não em alguma que aquela garota tivesse lido.  Afinal, a cara que ela fez não passou nem perto disso. Fui simplesmente fuzilado mentalmente. Naquele momento, até Elton John se sentia mais macho, a propósito.</p>
<p>Depois disso, fiquei uns meses traumatizado. Mas, no entanto, com toda essa potência e disposição características, eu não poderia me deixar vencer. As mulheres não mereciam pagar pela crueldade de uma delas, afinal (propaganda pouca, né?). Fui pra pista. E ali nasceu a lenda. HAHAHA!</p>
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		<title>Feliz 2010!</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 16:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este foi um ano bom! Dos melhores, eu diria. Tive quase todas as experiências que eu queria ter. Consegui uma namorada (uma ex também, diga-se de passagem  haha). Conheci o Rio de Janeiro. Consegui um estágio sensacional. E, enfim, não posso reclamar.
É bem verdade que no meio desse caminho o blog ficou de lado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este foi um ano bom! Dos melhores, eu diria. Tive quase todas as experiências que eu queria ter. Consegui uma namorada (uma ex também, diga-se de passagem  haha). Conheci o Rio de Janeiro. Consegui um estágio sensacional. E, enfim, não posso reclamar.</p>
<p>É bem verdade que no meio desse caminho o blog ficou de lado, motivo pelo qual devo até desculpas. Mas&#8230; É assim. Escrita é algo de momento. E devo dizer que em 2009 não estive nesse momento. Ou não o suficiente para me sentir seguro em publicar.  </p>
<p>Mas, com as coisas boas e as coisas ruins que ficam em 2009, acho que ficará também esse bloqueio, essa falta de inspiração. Em 2010, quero escrever novamente. E quero fazer isso bem!</p>
<p>Por fim, meus votos para que 2010 seja um bom ano a todos nós!</p>
<p>E que, enfim, eu volte escrever! E que vocês, leitores, gostem tanto ou mais que antes!</p>
<p>Um abraço másculo e um afago (que  po##@ é essa?) a  todos vocês!</p>
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		<title>O Fora</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 18:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando comecei a escrever este blog, eu era um tanto quanto incapaz de chegar numa garota e deixar claro o meu interesse. Para não dizer totalmente incapaz, eu chegava junto, tão-somente, se a mulher deixasse bem claro que também estava interessada. E até chegar nesse momento, acredite, precisava de muitos olhares, cruzadas de pernas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando comecei a escrever este blog, eu era um tanto quanto incapaz de chegar numa garota e deixar claro o meu interesse. Para não dizer totalmente incapaz, eu chegava junto, tão-somente, se a mulher deixasse bem claro que também estava interessada. E até chegar nesse momento, acredite, precisava de muitos olhares, cruzadas de pernas e os mais variados sinais de interesse feminino. Sim, eu era mole. Na boa, meu caro, naquelas circunstâncias, se a humanidade dependesse de mim para perpetuar a espécie, a humanidade estaria na fossa (artifício supimpa para não escrever a palavra “merda”).</p>
<p>De algum modo, no entanto, ao custo de muitos foras, comecei a aprender como funciona a mente feminina. E o mais importante: descobri que tentar mudar minha maneira de ser não resolveria o problema. Foi então que decidi me envolver com mulheres que gostam do que eu gosto, ou que pelo menos aceitem ou procurem entender (cinta-liga, oi?). Não adianta, afinal, querer ser o que você não é. Simplesmente não dá certo. E, felizmente, quando descobri essa verdade, a mágica se fez. E o macho dentro de mim despertou &#8212; ui.</p>
<p>Inexplicavelmente, depois da minha caminhada espiritual e a descoberta do meu eu interior (cof), algumas garotas começaram a se interessar pelas minhas qualidades (potência, tamanho&#8230; hã?) e, de uma hora pra outra, me vi imerso <del datetime="2009-02-03T18:36:41+00:00">num mundo de confusão e alta azaração</del> nesse universo de mulheres. E o melhor: agora eu estava do lado certo da força. Ao invés de ser o amigo-irmão, eu era aquele que beijava e, enfim, a &#8220;piada do armário&#8221; começou a fazer um sentido absurdo para algumas garotas. O.o</p>
<p>Acontece que se a falta de mulheres é um problema, o excesso também é. Afinal, eu até concordo que sou demasiadamente potente, mas tenho um limite (sim, eu faço auto-propaganda). E então descobri que precisaria fazer algo inédito: dar o fora. E logo eu, a vítima dos foras, virei o carrasco.</p>
<p>Mas como dar o fora? Afinal, por mais que já tenha sentido o gostinho amargo da auto-afirmação alheia, não acho necessário fazer o mesmo. É só uma questão de interesse, nada mais. Não necessito jogar a garota pra baixo. Se não estou interessado mais na nela, não significa que ela não é boa o suficiente, ou que eu sou melhor. Mas como deixar isso claro? Bom, sei lá. Não sei. E por isso, sem amizade, sem nada, a garota sumiu. </p>
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		<title>Retorno</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 06:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de tanto tempo sem postar, eu sinto até uma certa vergonha de escrever qualquer coisa aqui. Afinal, como abandonar o blog assim, sem mais nem menos? Ok, difícil explicar. Mas acontece que simplesmente as idéias não vinham, a vontade também não, visto que, depois de ter sido reprovado no meu concurso, fiquei desanimado pra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de tanto tempo sem postar, eu sinto até uma certa vergonha de escrever qualquer coisa aqui. Afinal, como abandonar o blog assim, sem mais nem menos? Ok, difícil explicar. Mas acontece que simplesmente as idéias não vinham, a vontade também não, visto que, depois de ter sido reprovado no meu concurso, fiquei desanimado pra tudo, cheio de mimimi e tal. E o tempo foi passando&#8230; E nisso, esse blog acabou abandonado à própria sorte por nada menos do que 2 meses! Vergonhoso.</p>
<p>Devo, nesse meio tempo, ter perdido alguns leitores (ou muitos). Mas antes que o estrago ficasse ainda maior, decidi voltar e retomar meu caminho. </p>
<p>Então, senhores leitores deste blog, oficialmente, estou de volta!</p>
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		<title>A barriga</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 14:24:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como dito aqui, há um tempo, decidi ser uma pessoa mais cuidadosa com minha saúde. E não por pouco. Queria, afinal, me tornar um japa sensual, potente e musculoso. E bom, concluí que, para isso, eu precisaria dar uma pausa na comilança desenfreada e partir para uma alimentação saudável. Enfim, precisaria me sacrificar.
Com esse objetivo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como dito aqui, há um tempo, decidi ser uma pessoa mais cuidadosa com minha saúde. E não por pouco. Queria, afinal, me tornar um japa sensual, potente e musculoso. E bom, concluí que, para isso, eu precisaria dar uma pausa na comilança desenfreada e partir para uma alimentação saudável. Enfim, precisaria me sacrificar.</p>
<p>Com esse objetivo, além de sofrer levantando peso, passei a comer, tão-somente, aquilo que diziam que era saudável. Carnes, por exemplo, apenas aquelas consideradas magras. Pão, só do integral, e com peito de peru, pois este não tem gordura. Enfim, uma frescura só.</p>
<p>A vida, porém, nos traz algumas revelações. E assim, há um tempo, num desses dias em que eu bebia sossegadamente uma Coca-Cola Zero, na faculdade, percebi que havia uma verdade inconveniente por trás daquilo, algo que, até então, eu não havia percebido: eu estava emboiolando. Quase uma gazela. Quer dizer, para mim, eu só estava cuidando da minha saúde, mas, efetivamente, tudo me levava a crer que eu, na verdade, estava é partindo para o lado rosa da força. Um trauma. Cheguei até a ouvir um I will survive ao longe, contextualizando a cena. Foi ó do borogodó&#8230; COF!&#8230; digo, foi complicado. </p>
<p>Depois desse dia, desandei. Voltei a comer tudo o que tinha direito, sem dó nem piedade. Afinal, homem que é homem como de tudo (Ronaldo Fenômeno que o diga). E para piorar a situação, fiz uma pequena cirurgia e me proíbiram de fazer musculação por um mês. Legal. O tempo de repouso passou, e eu não voltei para academia. Resultado? Pff&#8230; Meus, outrora, definidos músculos evaporaram. Viraram estatística. E pior, <a href="http://www.supra-sumo.org/2007/dores-no-pescoco-dores-nos-bracos-dores-em-tudo">minha barriga voltou a crescer</a>. ¬¬&#8217;</p>
<p>Está certo, eu sei bem que muitas mulheres até gostam de uma barriguinha. Sei lá, né. Há &#8220;n&#8221; explicações para tal gosto. Eu, no entanto, prefiro não tê-la. Parei de comer comidas gordurosas, desde já. E não, não sou gay. </p>
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		<title>Misteriosa leitora</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 16:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheci ela da maneira mais improvável possível. Alguns diriam que é destino, algo do tipo. Mas não sei. Acho que não acredito nisso. Por outro lado, difícil aceitar que as coisas acontecem assim, simplesmente por acaso. Sei lá. De todo modo, não fosse uma idéia, um erro cadastral e um post, jamais a conheceria. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheci ela da maneira mais improvável possível. Alguns diriam que é destino, algo do tipo. Mas não sei. Acho que não acredito nisso. Por outro lado, difícil aceitar que as coisas acontecem assim, simplesmente por acaso. Sei lá. De todo modo, não fosse uma idéia, um erro cadastral e um post, jamais a conheceria. E como é bom conhecê-la&#8230; </p>
<p>Ela diz que meus olhos brilham e que isso é paixão. Não sei. Meu coração, ultimamente, é tão turista. Não posso negar, entretanto, que tudo nela me alegra. É a voz, a maneira direta de falar e até mesmo o jeitinho impaciente que ela tem. Até quando está brava, eu gosto. Mas nada melhor do que fazê-la sorrir. O sorriso dela me encanta e me faz sorrir também.</p>
<p>E não, não é paixão. Ou é? Talvez&#8230; O fato é que já estou com uma saudade imensa dela. </p>
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		<title>Estranhos</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 20:46:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na minha adolescência, havia uma garota por quem eu era apaixonado. Achava eu que ela era a mais linda, a mais simpática e, com isso, alimentava esperanças de que seria ela a mulher da minha vida. De algum modo, eu não conseguia enxergar meu futuro sem ela. Ela seria uma namorada, ou então, no mínimo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na minha adolescência, havia uma garota por quem eu era apaixonado. Achava eu que ela era a mais linda, a mais simpática e, com isso, alimentava esperanças de que seria ela a mulher da minha vida. De algum modo, eu não conseguia enxergar meu futuro sem ela. Ela seria uma namorada, ou então, no mínimo, uma grande amiga. Enfim, era a garota que mudava meu dia e que, pensava eu, mudaria minha vida. Mas o tempo passou e nada disso aconteceu. </p>
<p>Eu e ela, que éramos tão amigos, seríamos qualquer coisa juntos. Hoje, no entanto, sequer nos falamos. Sei que agora ela é mãe, mora em outra cidade. No mais, posso dizer que somos estranhos. </p>
<p>E assim como ela, outros amores ficam e ficaram, dia a dia, para trás. E isso é, no mínimo, curioso. Ora estamos dizendo o quanto amamos determinada garota e o quanto precisamos dela em nossa vida, e em outra, por orgulho ou pelo motivo que for, a olhamos como se fosse uma estranha. </p>
<p>Pensando bem, talvez sejamos isso mesmo: estranhos. Ou melhor, somos apenas convenientemente conhecidos. Isso porque, quando não for mais conveniente, voltaremos a ser tão desconhecidos quanto éramos antes. É o que acontece quando um namoro acaba e um outro começa, quando se consegue um emprego melhor, quando se muda de cidade&#8230; Pessoas acabam ficando para trás. E no fim, somos todos estranhos. </p>
<p>Mas sei lá, talvez seja apenas coisa da minha cabeça&#8230;</p>
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		<title>Instinto masculino</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 19:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na adolescência, fui um tipo de estranho no ninho. Isso porque nunca gostei muito do que os outros caras da minha idade gostavam. E antes que me chamem de fruta, biba e outras coisas mais, vos digo que de mulher eu gosto (de cinta-liga, principalmente).  Bom, o fato é que eu não curtia as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na adolescência, fui um tipo de estranho no ninho. Isso porque nunca gostei muito do que os outros caras da minha idade gostavam. E antes que me chamem de fruta, biba e outras coisas mais, vos digo que de mulher eu gosto (de cinta-liga, principalmente).  Bom, o fato é que eu não curtia as coisas que, em tese, deveria curtir. </p>
<p>Eu, por exemplo, ao contrário dos meus amigos, não olhava para as bundas das mulheres e nem falava besteiras. E repito: não era fruta. Sei lá, achava eu que elas não gostavam disso e, por respeito, eu simplesmente não fazia.  Sabe como é, romântico.</p>
<p>No entanto, acho que há algo que acompanha o homem desde os primórdios tempos: o instinto selvagem. A linha que divide o homem cavalheiro de um homem tosco e sexualmente feroz é, sem dúvidas, tênue. Não à toa, hora ou outra, um jantar a luz de velas “acaba” em tapas e puxões de cabelos. É a natureza. </p>
<p>Não tem jeito, cedo ou tarde, esse instinto aflora. E assim, por mais que eu possa achar que flores deixam uma mulher feliz, minha natureza, hoje, diz que isso só acontece, de fato, depois de uma noite daquelas (tapas&#8230;). </p>
<p>O que quero dizer é que definitivamente não tenho culpa se ela me pegou olhando discretamente para a bunda dela. =/<br />
<em><br />
P.S.: Não abandonei este blog, embora pareça que sim. O fato é que estou me preparando para o concurso do TRT-SP. O concurso é para dia 16 de Novembro, sendo que, no dia 30 do mesmo mês, tenho outro concurso para Defensoria Pública&#8230; Então, tenho pouco tempo e muita matéria, daí já viu&#8230; Mas repito: este blog está vivo. =)</em></p>
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		<title>Amizade Colorida</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 04:28:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse blog, devo dizer, é uma espécie de psicanálise. Isso porque aqui aprendi muito. Mudei muito. O motivo dessa mudança, eu acho, se deve ao fato de que é aqui o local onde coloco para fora todas minhas fantasias, anseios, enfim&#8230; coisas do cotidiano. E, bom, de tanto pensar, escrever e tudo mais, eu, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse blog, devo dizer, é uma espécie de psicanálise. Isso porque aqui aprendi muito. Mudei muito. O motivo dessa mudança, eu acho, se deve ao fato de que é aqui o local onde coloco para fora todas minhas fantasias, anseios, enfim&#8230; coisas do cotidiano. E, bom, de tanto pensar, escrever e tudo mais, eu, de certa forma, amadureci. Cresci. </p>
<p>Claro, ainda preciso aprender e mudar bastante, mas que é inegável a diferença, isso é. E principalmente no que diz respeito ao que sei sobre mulheres. Ora, antes eu só me ferrava (pra não dizer coisa pior) quando o assunto era mulher. </p>
<p>Agora, no entanto, porém, já tenho um certo <em>know-how</em> pra parada. Exemplo disso é o que aprendi sobre a amizade com mulheres. Ou melhor, amizade com mulheres que quero &#8212; com o perdão da palavra &#8212; pegar. Agora, diferentemente de outrora, nada de ser confessionário de gurias nas quais tenho interesses sexualmente intensos (Darwin explica). Ser amigo, sim; ser amigo assexuado, never, jamais, em hipótese alguma! De resto, <strong>amizade colorida</strong> resolve. </p>
<p>Aliás, amizade colorida foi uma das melhores coisas que descobri ultimamente. Afinal, é o inferno ouvir amigas falando sobre outros caras ou coisas desse tipo. E com amigas coloridas, geralmente, esse problema não existe. Você conversa, ajuda e continua sendo tudo o que amigos normalmente são, tendo, no entanto, a possibilidade de fazer uns &#8220;extras&#8221;. É, há horas que uma pegada forte é a melhor coisa podemos fazer por uma amiga. E amigos servem para tudo.</p>
<p>A amizade, claro, pode ficar em risco. Uma hora, afinal, um dos dois pode gostar mais do que deveria, e assim estragar tudo. Mas não é nada que não possa ser resolvido com um pouco de maturidade. E, tampouco, é motivo para não curtir tudo o que uma boa <del datetime="2008-08-25T04:13:29+00:00">amiga</del> amizade pode oferecer. </p>
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		<title>Bloqueio de escritor</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 20:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Já se passou quase um mês desde o último post publicado nesse blog. E ora, meus leitores devem estar achando &#8212; e não por pouco &#8212; que esse blog foi abandonado, ou ainda, quem sabe, que eu sou o blogueiro mais vagabundo que existe. Mas, entretanto, no entanto, preciso confessar: não consigo escrever. Isso mesmo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já se passou quase um mês desde o último post publicado nesse blog. E ora, meus leitores devem estar achando &#8212; e não por pouco &#8212; que esse blog foi abandonado, ou ainda, quem sabe, que eu sou o blogueiro mais vagabundo que existe. Mas, entretanto, no entanto, preciso confessar: não consigo escrever. Isso mesmo. Eu tento, me esforço, mas não consigo. <BR id=a848><BR id=a8480>Os textos até saem, mas ficam assustadoramente péssimos. Ruins mesmo. Daí já viu, não demora muito e estou me questionando se meu jeito para escrever acabou, se preciso parar e tudo mais. O inferno. <BR id=a8481><BR id=a8482>O pior é que não adianta muito ficar insistindo, porque quanto mais se pensa no assunto, mais ele piora (Murphy explica). E não, não há viagra que dê jeito. <BR id=a8483><BR id=a8484>E não é, afinal, a primeira vez que isso acontece. =/ <BR id=a8485></p>
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		<title>Voltei!</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 17:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Sei que, após tanto tempo sem postar, alguns leitores podem até estar achando que este que vos fala é um tremendo vagabundo, ou ainda, quem sabe, que eu abandonei esse blog. Mas não, senhores, não é nada disso. Apenas problemas com trabalho, tempo e essa coisa toda. Sem contar o bloqueio de escritor&#8230; Mas enfim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sei que, após tanto tempo sem postar, alguns leitores podem até estar achando que este que vos fala é um tremendo vagabundo, ou ainda, quem sabe, que eu abandonei esse blog. Mas não, senhores, não é nada disso. Apenas problemas com trabalho, tempo e essa coisa toda. Sem contar o bloqueio de escritor&#8230; Mas enfim, cá estou eu de novo. </p>
<p>E, a propósito, saí (ou quase) do estágio. </p>
<p>Saldo final: 1 mês e quinze dias.</p>
<p>Quem ganhou a aposta?</p>
<p>10 pilas pro ganhador</p>
<p> =)</p>
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		<title>Garotas compromissadas</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 04:33:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
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		<description><![CDATA[Não tenho muita sorte com mulheres.  E não é à toa, afinal, que estou sem namorada. E ora, além de eu não ter nenhuma habilidade Don Juan, e, portanto, ter que contar com a sorte, as mulheres com quem me envolvo sempre têm algum detalhe que faz estragar qualquer possibilidade de algo mais sério [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho muita sorte com mulheres.  E não é à toa, afinal, que estou sem namorada. E ora, além de eu não ter nenhuma habilidade Don Juan, e, portanto, ter que contar com a sorte, as mulheres com quem me envolvo sempre têm algum detalhe que faz estragar qualquer possibilidade de algo mais sério (ser nove anos mais velha do que eu é um bom exemplo). </p>
<p>Fora isso, quando encontro alguma garota interessante, uma que me faça pensar numa possível conquista e tchanãnã, ela, via de regra, tem namorado. Isso, aliás, virou uma constante nessa minha procura. Garotas interessantes sempre têm namorado! E se não tem, quero que levante a mão agora mesmo e diga quem você é, porque estou te pedindo em casamento <em>now</em>. Ok, em namoro? Ficar?</p>
<p>Então, além de todos estes pormenores (nunca usei essa palavra na minha vida), eu ainda tenho cara de nerd. Não, na verdade estes meus olhos puxados é que dizem que sou nerd. Mas eu não sou nerd. Vai, tudo bem, sou um pouco. Mas não muito. Enfim, o fato é que a maioria das mulheres desse mundo pensam que nerds não tem *A PEGADA*. </p>
<p>E bom, mulheres simplesmente são movidas por uma pegada forte e tudo mais. Uma boa pegada, afinal, define o humor de uma mulher – e quero ver quem prova o contrário. O fato é que nerds têm, sim, pegada. <strong>A PEGADA</strong>. E portanto, eu, como um possível nerd, me sinto injustiçado, prejudicado e lesado por esse engano cometido pelas mulheres. </p>
<p>Ora, se nós nerds temos paciência para ficar resolvendo equações, estudando códigos e tudo, imagina a paciência que temos para cuidar direitinho de mulheres gostosinhas? Pegada intensa, garotas, podem acreditar. =)</p>
<p>Se bem que, se for parar pra pensar, estes meus olhos puxados podem estar dizendo outra coisa. É, isso faz sentido. Malditos! Estão jogando contra mim! Japonês não tem o guri pequeno, não. É boato. Eu sou a prova viva! (leia com convicção essa frase, faz favor)</p>
<p>No mais, devo dizer que, agora que arrumei um trabalho, estou precisando ainda mais de uma namorada. Muito mais. Uma que, quando eu estiver muito cansado, esteja me esperando para perguntar sobre o meu dia e tal (leia-se: toda cheirosa e selvagem, pronta pra safadanagem pura). =D</p>
<p>Enfim, a questão principal é: por que cargas d’água essas mulheres estão todas compromissadas?</p>
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		<title>Rotina</title>
		<link>http://www.supra-sumo.org/2008/rotina</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 18:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Já se passou uma semana desde que comecei a estagiar na biblioteca da minha faculdade. Er.. não é bem um estágio, para falar a verdade. Está mais para uma maneira de economizar uma grana mesmo. Ou escravidão, quem sabe. Não há, afinal, nada de prática jurídica para eu aprender. Mas enfim, esse nem é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já se passou uma semana desde que comecei a estagiar na biblioteca da minha faculdade. Er.. não é bem um estágio, para falar a verdade. Está mais para uma maneira de economizar uma grana mesmo. Ou escravidão, quem sabe. Não há, afinal, nada de prática jurídica para eu aprender. Mas enfim, esse nem é o problema. Meu maior problema é a rotina. </p>
<p>Não gosto de rotina. Ok, alguns até podem dizer que é coisa de vagal e tudo, mas, acredite, não é. Eu gosto de fazer aquilo que me desafia, que me dá um certo orgulho. Frescura, eu sei, mas já que é para trabalhar, acordar cedo e tudo mais, que seja para fazer o que eu gosto, ora. É justo, pode dizer. E, além do mais, tenho que conciliar tudo com meu objetivo maior, que é passar no concurso público que quero. </p>
<p>Ora, eu deveria ser um escritor, na verdade. Eu escreveria a qualquer hora que eu quisesse, onde eu quisesse. E melhor: sobre o que eu quisesse. Uma maravilha! Mas poxa, nem tenho tanta criatividade assim. Faz um tempão, por exempo, que tenho tentado escrever uma crônica, mas nem sinal dela ainda. Nada.</p>
<p>Agora, acordar cedo todo dia, tendo que pegar ônibus, sem previsão de grandes quantias de dinheiro nem é legal. Tudo bem, não se deve reclamar de boca cheia, alguns diriam. Mas, sinceramente, não estou nem um pouquinho feliz com essa rotina. E nem estou de boca cheia, aliás. </p>
<p>Enfim, considerando esse texto, eu pergunto: Quanto tempo vocês acham que ainda vou ficar nesse serviço?</p>
<p>Dou 10 pila pra quem acertar (de verdade).</p>
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		<title>Dez coisas que vou fazer antes de morrer (ou não)</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 19:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Ultimamente tenho pensando muito sobre rumos que minha vida deve tomar. Mais do que eu queria, aliás. E não é por pouco. Estou para completar 20 anos de idade. E eu poderia até ensair uma crise dos 20 e tal, mas acho que não vale à pena.
Mas enfim, uma coisa é certa: estou envelhecendo. Ok, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente tenho pensando muito sobre rumos que minha vida deve tomar. Mais do que eu queria, aliás. E não é por pouco. Estou para completar 20 anos de idade. E eu poderia até ensair uma crise dos 20 e tal, mas acho que não vale à pena.</p>
<p>Mas enfim, uma coisa é certa: estou envelhecendo. Ok, minha saúde ainda está legal. Não preciso tomar estimulantes e tchanãnã. Beleza. Mas céus, não dá pra negar, depois dos 20 a coisa complica. Agora tenho um turbilhão de obrigações, afinal. Não que eu não tivesse antes, mas agora o digito 2 me lembra que a próxima vez que ele mudar será para 3, isto é, 30 anos! Isto significa que tenho 10 anos para casar, comprar uma casa&#8230; Enfim, fazer o que tenho que fazer. Isso porque aos 30 anos terei a &#8216;crise dos 30&#8242; para me preocupar. E, bom, crise dos 30 é crise dos 30. Não dá para arriscar. </p>
<p>De todo modo, melhor é pensar a respeito das coisas que eu posso fazer. Há, eu acho, muito o que viver ainda. Assim, a exemplo do <a href="http://novo-mundo.org/log/2008/06/17/promo-10-coisas-que-vou-fazer-antes-de-morrer/">Rafael Slonik</a>, vou listar os objetivos que desejo concluir. </p>
<p><strong>1 &#8211; Concluir minha formação em Direito</strong><br />
Como desisti da outra faculdade, concluir essa se tornou um desafio. Afinal, se desisti de uma, posso perfeitamente desistir de outra&#8230; Mas não vou. Direito, agora, é parte da minha vida. Daqui a 4 anos e 6 meses estarei com meu canudo na mão, firme e forte &#8212; no bom sentido, claro. ¬¬&#8217;</p>
<p><strong>2 &#8211; Ser pai. Um excelente pai</strong><br />
Sinceramente, não sei explicar exatamente o motivo que me faz querer ser pai. Mas é desejo antigo, fundamental. Acho que, para mim, não fará sentido se eu não for. </p>
<p><strong>3 &#8211; Ser Promotor de Justiça</strong><br />
Profissionalmente, desejo ser Promotor de Justiça. É a função que mais me atrai na área jurídica. Tudo bem que eu posso mudar de idéia, mas por enquanto é o que desejo.</p>
<p><strong>4 &#8211; Conhecer o Brasil e, depois, a Europa</strong><br />
Conhecer Roma, Londres, Paris deve ser desejo de todos. Espero chegar a realizar. Mas conhecer as belezas naturais do Brasil já é suficiente. </p>
<p><strong>5 &#8211; Adotar a educação de uma criança carente</strong><br />
Se algum dia eu tiver a oportunidade, adotarei a educação de uma criança. Pagarei escola, curso e tudo o que ela precisar em relação à estudo.</p>
<p><strong>6 &#8211; Visitar um asilo</strong><br />
Acho que só terei real noção de como a vida é quando eu visitar um asilo. Preciso de coragem para fazer isso. </p>
<p><strong>7 &#8211; Ter mais fé</strong><br />
Uma coisa que me faz falta, ultimamente, é fé. Sinceramente, não consigo aceitar a idéia de que tudo o que conhecemos é apenas resultado de uma simples variação física, mas, ao mesmo passo, também não acredito tanto nas causas divinas quanto deveria . Mas eu quero acreditar. </p>
<p><strong>8 &#8211; Ver o Brasil se tornar um país de Primeiro Mundo</strong><br />
Antes de morrer, preciso ver esse país, enfim, construído. Eu acredito nisso. Acredito num Brasil desenvolvido. Espero estar vivo para ver.</p>
<p><strong>9 &#8211; Morar no Paraná ou no Rio Grande do Sul</strong><br />
Tenho uma admiração especial pela parte sul do Brasil. Por isso, se eu puder, será nessa região que morarei &#8212; Curitiba ou Porto Alegre, preferencialmente. </p>
<p><strong>10 &#8211; Concluir meus objetivos</strong><br />
E, por fim, preciso concluir meus objetivos. Os que <a href="Eu já tenho 20 anos? Err...">tracei para este ano</a>, por exemplo, estão tremendamente parados. Continuo um tanto fraco. Continuo meio indisciplinado. E pior: ainda sem namorada. Mas, tudo bem, ainda há tempo. Posso mudar. </p>
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		<title>Por que eu amo mulheres inteligentes</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 08:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Yanase</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

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		<description><![CDATA[Em prol de uma masculinidade digna, tudo o que eu queria, na adolescência, era uma namorada. Namorada-padrão, sem muita frescura e tal. Feia ou bonita, não importava, contanto que tivesse peito e bunda estava valendo. Eu sei, pensamento machista, mas, sabe como é, coisa de adolescente. Normal. O tempo, entretanto, passou. Certas coisas cresceram (cof), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em prol de uma masculinidade digna, tudo o que eu queria, na adolescência, era uma namorada. Namorada-padrão, sem muita frescura e tal. Feia ou bonita, não importava, contanto que tivesse peito e bunda estava valendo. Eu sei, pensamento machista, mas, sabe como é, coisa de adolescente. Normal. O tempo, entretanto, passou. Certas coisas cresceram (cof), conheci diversas garotas, mudei e descobri a grande verdade: de nada adianta uma mulher gostosa se ela não for inteligente.</p>
<p>Tudo bem, vai, não há como negar que um belo par de seios pomposos soa melhor do que qualquer palavra inteligente que possa ser dita, mas, na boa, minha preferência ainda fica na encantadora inteligência feminina. E gay é o caramba. Mulheres inteligentes dominam mesmo.</p>
<p>Mas claro, demorei a entender isso. Antes, conforme a ideologia que me dominava, mulher não tinha que saber nada mesmo, só tinha que ser mulher, tal qual Emanuelle, e pronto: tudo legal. </p>
<p>Essa visão machista, todavia, se foi quando comecei a interagir de fato com mulheres. Até porque revistas e filmes safadonosos não ofereciam interação alguma, embora se pudesse, manualmente, fingir que sim. E mulheres reais, apesar de complicadas, são infinitamente melhores do que a Band de madrugada. Ah, um sonho. </p>
<p>Sonho este que se esvaiu sacanamente quando notei, a contragosto, que eu era fraco pra caramba quando o negócio era sentimento. E droga, assim me apaixonei por um sem-número de garotas, o que seria normal caso estas tivessem alguma inteligência. Mas não tinham. E eu mevodi. </p>
<p>E quando falo de inteligência, vale dizer, não falo daquelas mulheres intelectualmente chatas, mas sim daquelas que sabem o que falar, como pensar, e que, ainda assim, não perdem a magia feminina. Falo daquelas garotas que, à primeira vista, parecerem esquisitas e tal, mas que, na verdade, são a essência do que há de melhor nas mulheres. Hm&#8230;</p>
<p>Enfim, mas bem sei que, num tempo em que um álbum do orkut vale mais do que qualquer sinal de racionalidade, devo ser bem exigente. E isso talvez explique o porquê de, no dia 12, eu não ter com quem gastar (tadinho). Sei lá, pode ser. Mas, também, não corromperei minha paz interior por uma bunda arrebitada. Deixa estar. E o fato é: eu amo mulheres inteligentes. </p>
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