Tipos de dança que te fariam chorar: A dança do Coala

O Brasil tem uma leve tendência a criar coisas esquisitas, vide programas de finais de semana. Contudo, acho que ainda estamos bem, não chegamos a um estado crítico, e ainda — eu disse ainda– nos resta um pingo de noção. Esta noção, porém, parece estar em falta para os nossos hermanos. Pelo menos no que se diz respeito a danças, músicas e tv. E quando falo de dança, não falo de tango, e muito menos da dança cumbia, aquela que o Tevez costumava dançar. Na verdade, falo de algo muito, muito pior, falo da dança do coala.

A dança do coala é o tipo de dança que tem um propósito, digamos, sensual.  Mas de sensual não tem nada. Quer dizer, até pode ter, sim, mas isso se você não estiver morrendo de rir enquanto assisti, porque a considerar o grau de non-sense do vídeo, você chora ou ri, talvez os dois.

Para tentar entender o que é a tal dança do coala, algumas coisas precisam ser consideradas: coalas vivem trepados em árvores. Na dança do coala, mulheres fazem o papel de coalas, homens o papel de árvores. Assim sendo, tente deduzir como é a dança, ou, quem sabe, tenha coragem de apertar o play.

 

 

Por outro lado, porém, temos as chilenas com outra dança, não tão esquisita quanto, mas com a vantagem de realmente ser sensual.

 

 

Aliás, estas chilenas têm umas formas avantajadas, hã? :P

LCD Samsung 2232BW 22" – Primeiras impressões

Ontem o dia nasceu feliz. Quer dizer, só mesmo na concepção de um jovem nerd um monitor de 22" represente algum tipo de felicidade… E devo confessar que na minha representa, e muito. =P

Como dito antes, eu já estava interessado em adquirir um novo monitor — um LCD de 19" preferencialmente. Contudo, após pesquisar, analisar, acabei chegando a outra conclusão: um de 22" seria ainda melhor. Afinal, assim posso executar tarefas múltiplas com maior tranquilidade, sem ter que ficar me estressando com falta de espaço. Sendo assim, optei por comprar um de 22"; um Samsung 2232BW. Como o valor estava dentro do que eu podia pagar, acabei comprando-o.

A compra foi tranqüila, felizmente. Comprei via internet (Mania Virtual)– a primeira vez, inclusive. Sinceramente, a experiência foi ótima; tudo muito prático e eficiente. Tudo transcorreu da maneira esperada, planejada e anunciada, o monitor foi entregue em perfeitas condições, dentro da data, assim como deveria ser. Quanto a isto não há o que reclamar.

 

O monitor

O monitor realmente é muito bonito. Embora, através de fotos, eu já soubesse como seria seu design, eu me impressionei com sua beleza ao vivo. É um objeto de decoração. Até mesmo os adesivos colados nele combinam, tanto que eu nem tirei, e nem quero tirar.

Ele tem um visual chamado Black Piano; um tipo de preto brilhante muito bonito. O problema (se é que pode se classificado assim) é que ele é muito fácil de sujar, e marca a qualquer contato dos dedos. E, como se sabe, com o uso diário, isto é inevitável. Mas não é um problema com o qual precisamos nos preocupar, já que ele vem acompanhado de um pano justamente para limpar as marcas, bem como a própria tela. Ou seja, se atentaram até a este pequeno detalhe. Menos mal, pois com certeza teria uma mula capaz de riscá-lo todo tentando limpá-lo. E não sou eu que estou pensando assim, não. Acredito que não é à toa que eles colocaram o pano dentro de um plástico com dados explícitos de que aquilo serve tão-somente para limpar o monitor (em dez línguas diferentes, inclusive a dos elfos anões da mongólia).

 

A tela

A tela realmente é enorme! Fiquei impressionado. Todavia, não foi algo tão exagerado quanto eu acreditava ser. Digo, eu estava um pouco receoso de que tivesse feito uma escolha equivocada, exagerada. Quer dizer, eu não sabia se, de fato, eu precisava de 22"; talvez 19" fosse suficiente… Contudo, assim que liguei o monitor, toda a dúvida se foi. O monitor é grande, sim, mas não chega ao ponto de te deixar perdido.

Acho que é um tamanho excelente, embora realmente assuste à primeira vista, sobretudo quando ainda está desligado. Ele é bastante agradável. Posso dizer que, com toda certeza, escolhi certo. E não volto atrás.

Quanto a assistir filmes, posso dizer que ele é ótimo, embora não tenha assistido um completo para dar mais detalhes. Todavia, gostei do que vi, é praticamente uma TV, quiçá melhor.  =)

 

A sensação: Dá medo? Vontade de fugir?

Não. Como disse, a sensação é agradável. Eu diria que dá até um certo alívio, sobretudo para pessoas que, como eu, têm que ficar muito tempo na frente do computador. Você não fica desesperado nem perdido entre tantas janelas abertas. É por isso que digo que dá um alívio: há espaço para fazer o que precisa. Além do mais, como a barra de tarefas é bastante larga, você sabe o que está fazendo, e não esquece do que tem que fazer. Bom demais da conta.

Todavia, ainda não sei e nem posso mensurar o ganho de produtividade que isso pode resultar, mas posso adiantar que tendência é que seja muito. Realmente dá gosto de trabalhar na frente desse monstrinho. Aliás, não só trabalhar, também é muito bom assistir Bob Esponja nesse monitor. Sim, Bob Esponja, er… é que eu acho engraçado. :D

 

Contras

Para ser sincero, por enquanto o que não me agradou foi a falta de ajuste de altura, e realmente em alguns momentos isso faz uma falta e tanta.

Mas problemas que são comuns em LCD, como dead pixels, eu não achei. Ótimo.

Até agora não há do que reclamar.  Claro que eu reclamo do valor que eu paguei. Mas, por ora, estou satisfeito. Valeu a pena. :D

 Nota: Se alguém quiser enviar alguma pergunta referente ao LCD, ficarei feliz em responder. ;)

Tag: Uma viagem engraçada e divertida.

O sr. Slonik resolveu me convidar para uma tag. O que preciso fazer é narrar uma viagem engraçada que fiz. Embora eu não tenha feito tantas viagens, responder a esta tag não é tarefa das mais difíceis, afinal, tudo o que acontece na minha vida é engraçado. Coisa de doido…

A história

Quando eu tinha meus 13 anos, há uns 6 anos atrás, eu e meus primos decidimos visitar uns parentes no interior de São Paulo. Quer dizer, eu moro no interior, mas se comparado a cidade que eu fui, Cesário Lange, eu praticamente moro na capital, pois a cidade fica muito, mas muito longe.

Imagine 5 horas de viagem, pois então, 5 horas foi o tempo que levou para chegarmos até lá, até de trem viajamos. Se bobear, usamos até uns burricos de cargas. Devo dizer que foi uma imensa e cansativa viagem, mas, todavia, em dado momento chegamos ao nosso destino.

longe, muito longe :D

O bom de morar em uma cidade como Itu é que esta é muito, muito famosa. Todos devem conhecer. E logo isto se transformou em grande vantagem para nós. Sem contar que homens eram raros por aquelas bandas. Sim, verdade, naquela época não era fácil encontrar homens da nossa idade. Portanto, de uma maneira sobrenatural, acabamos nos transformando em caras extremamente descolados e muito atraentes prontos para aprontar muito confusão e muita azaração. =) E, claro, as garotas caíram matando.

Elas tinham uns 15 a 18 anos, não mais que isso, e todas mais velhas do que nós. E a idade delas, o local, a hora e a circunstância fizeram de nós algum tipo de personificação de tudo que garotas jovens mais desejam. Sabe-se lá quais os reais motivos, mas não demorou muito para rolar uma proposta muito safada e proibida para menores de 18 anos e anões azuis do Cazaquistão: um envolvimento sexual entre três, quatro, ou mais pessoas. Enfim, uma…suruba…e tal..

Acredito que não é nem preciso dizer que isto era um pouco surreal para nós. E mesmo eu não sendo nenhum devorador de interioranas jovens e carentes… Naquele momento, devo confessar, era tudo o que eu mais queria ser na vida. Além do mais, aquilo na minha mente extremamente curiosa, era algo muito, muito interessante.

Para concluir aquela assaz e divertida aventura não faltava muito, aliás, só faltava uma coisa: arrumar um bom local. Pensamos muito e escolhemos o mato. Quer dizer, efetivamente não pensamos porcaria nenhuma, fomos é para o lugar mais fácil.

E para o mato fomos felizes e serelepes a cantar (qualquer musiquinha tosca da época). Eu já disse que o azar me persegue? Pois então me diga qual é a probabilidade de uma velhinha aparecer no início de uma atividade assaz interessante? Zero, nula, não é? Então, me explique por que cargas d’água apareceu uma velhinha na hora? E claro que apareceu. Tivemos que sair correndo feito idiotas, pois a velhinha começou a falar um monte, e bote monte nisso.

Mas, tudo bem, muita calma foi exigida naquela hora, mas arrumamos outro lugar e para lá fomos. Contudo, era preciso armar o clima novamente. Afinal, estávamos em choque. Quer dizer, nós não, as garotas estavam. Garotas têm dessas coisas… Alguma coisa precisava estimulá-las a aventurar-se pelos caminhos do coração (leia-se: suruba, neste caso). E foi então que uma maldita idéia passou pela cabeça de um infeliz: vamos brincar de pega-pega come-come?

Basicamente era assim: é um pega-pega; homens contra mulheres; se o homem pegar a garota: ele humm.. nela. E quando digo humm é humm mesmo.

Beleza, lá fomos nós. Corre pra cá; corre pra lá. Um pega uma garota aqui, outro acolá. E quando chega minha vez… Não sei como, nem por que eu consigo fazer estas coisas, mas foi só encostar a mão na garota para ela cair feito uma jaca. Acho que eu deveria até chorar ao lembrar desta cena. Sério, cena merecedora de lágrimas, sejam de raivas, dor ou até mesmo frustração. Sei que a garota voou. Tenho que dizer, inclusive, que foi um pouco surreal a cena. Afinal, não era apenas uma garota voando naquela circunstância. Pela minha curiosidade natural àquela idade, era mais que isso, era todo um sonho se desmanchando, uma realização perdida, sei lá. Era, sobretudo, uma suruba que se esvaía em um capote extremamente fenomenal! Coisas do tipo que só acontecem comigo…

E se quer saber, no final das contas não fizemos nada. Nada. E para piorar: fiz um baita corte no pé. Tivemos que dormir do lado de uma casa dita mal assombrada, e que era realmente sinistra. E, por cima, demoramos mais 5 horas para voltar. Ou seja, a viagem foi uma grande porcaria, frustrante e um tanto traumática. Sim, traumática. Imagine só o trauma que carrego deste então. Entretanto, tenho que admitir, nem tudo foi ruim… Ou melhor, pelo menos me servirá como base para fazer algum livro do tipo “Como não organizar uma suruba (com ilustrações e fotos do autor)”, ou mesmo que sirva para contar para meu netinho uma história de muito, muito tempo atrás – do tempo que carros ainda não voavam e que blogs ainda não rendiam milhões aos seus donos. :P

Nota: Às garotas que porventura leiam este artigo, saibam que sou extremamente romântico e não me atrai o fato de me envolver com duas ou mais mulheres. Só preciso de uma japinha, nada mais. :P

Mulheres podem entrar no BOPE? Caveira, meu capitão!

Você sabia que mulheres podem entrar no BOPE? Pois é, na verdade não podem, ou pelo menos ainda não. No entanto, todavia, porém, comandantes do BOPE já estão trabalhando para tornar isto possível já no próximo ano. Portanto, para bem ou mal, logo mulheres também poderão ser caveiras.

Todavia, não sei se é ou não preconceito meu, mas acho que o BOPE não combina com mulheres, não. Sinceramente, a não ser que seja uma fantasia ou ela seja uma nadadora, não consigo imaginar uma mulher com a farda do BOPE.

mulher do BOPE

Não dá, não tem como botar uma mulher com um fuzil AK-47 no meio de um tiroteio. Impraticável. Não combina, não pode. Mulheres devem usar no máximo um brasão de Hello Kitty, e não uma caveira. Sei lá, mas mulher sem feminilidade não tem graça nenhuma; e no BOPE tem que ser faca na caveira, nada de fragilidade natural das mulheres. Ou seria possível uma capitã Nascimento?

Sei lá, pode ser preconceito meu mesmo. Não sei. Mas que é estranho, ah isso é. Além do mais, imagine-se casado com uma soldada do BOPE? Se chegar atrasado em casa, é chute na porta e tapa na cara. Sem chances de inventar desculpas. Ou vai pro saco; ou vai pra conta do papa.

[...] No embalo da lua-de-mel vivida com a população, um tabu está prestes a ser quebrado: no ano que vem, pela primeira vez na história do Bope será ministrado um curso só para mulheres. [...]

[Fonte]

Catalepsia Projetiva: A incrível e apavorante sensação de não poder se mexer.

Em nossos sonhos costumamos fazer tudo o que não podemos ou não temos coragem de fazer na vida real. Algumas vezes por pura covardia, outras por serem realmente perigosas (inclua-se aí: vôo livre a distância, no asfalto, sem capacete). Seja lá o que for, nos nossos sonhos podemos fazer quase tudo o que quisermos, inclusive pegar com jeito namorar aquela gatinha que vivemos a admirar. Podemos até mesmo pular de prédios, caso sejamos bestas o suficiente – eu já pulei, mas sempre acordo antes de cair no chão. Enfim, nossa imaginação é que manda.

O bom dos sonhos é que, mesmo se você estiver voando fodidamente em direção ao asfalto, desesperado e ferrado tentando se proteger, você não se mexerá na cama, e nem sairá gritando feito uma marica em chamas (não que eu tenha gritado; isso é apenas uma suposição) quando estiver caindo.

Tudo isto é possível porque nosso cérebro tem, digamos, uma configuração que faz com que nossos movimentos sejam todos suspensos enquanto dormimos, isto é, ficamos temporariamente paralisados. Esse efeito é conhecido como paralisia do sono ou catalepsia projetiva, e naturalmente todos nós temos.

Todavia, nem sempre essa tal paralisia funciona comigo. Na verdade, nada funciona muito bem comigo. No entanto, felizmente, quando eu realmente preciso, ela funciona. Que bom, devo ficar feliz com isso, pois seria muito constrangedor dormir e sonhar com algo parecido com, digamos, uma orgia com garotas-anãs-japonesas, e ter que acordar no dia seguinte ouvindo comentários do tipo: “Ei, a noite foi boa, hein! Tigrão”.

Observando deste ponto de vista, acho que eu deveria agradecer agora mesmo por essa paralisia existir. Mas não vou! Comigo dificilmente alguma coisa funciona como deve (não que eu precise de Viagra), e paralisia do sono não seria a primeira coisa a funcionar.

Naturalmente, a paralisia do sono cessa assim que acordamos, portanto, muitas pessoas sequer sabem da existência desse efeito. Eu também não sabia até acordar impressionantemente paralisado. Quando digo paralisado, leia-se paralisado pra caramba.

Imagine-se incapaz de mexer qualquer membro. É desesperador, meu caro. Você tenta pedir ajuda, mas não consegue falar; e dói a garganta ao tentar. Pelo menos foi assim que fiquei. Embora eu seja muito macho e saiba me controlar em horas de desespero, fiquei em pânico naquela hora. Graças ao meu poder Jedi, me acalmei aos poucos.

Basicamente, isto ocorreu porque eu, idiotamente, retomei a consciência antes que meu cérebro saísse do modo “pausa”, e o que é pior, isto acontece geralmente enquanto você está em um pesadelo, tentando correr mais do que consegue ou sabe-se lá o que. E não pense que meu cérebro é bondoso, não. Quando digo pesadelo, pense num psicopata com uma motoserra em mãos à minha procura, ou coisas do tipo.

Todavia, pesadelo é fichinha. Pior mesmo é saber que algumas pessoas acreditam que essa parada é espírita, pois se vêem fantasmas, vultos e tudo mais. Sério, preciso agradecer imediatamente por este não ser meu caso, pois do jeito que as coisas tendem a acontecer comigo, não apareceria um gasparzinho qualquer, não; apareceriam um destes que terminam com xu. Coisa do cão, mesmo, de encruzilhada e tudo mais.

A única coisa que me deixa realmente aliviado nessa história toda é saber que essa tal Catalepsia Projetiva não é algo tão grave, embora dê um medo do caramba. Pior seria se eu tivesse Catalepsia patológica — aquela doença em que a pessoa fica em um estado que parece estar morta, inclusive, acordando muitas vezes enquanto é velada — pois do jeito que tenho sorte, se eu tivesse tal doença, eu acabaria cremado…

eu não sou doido

Nota: Embora um tanto surreal, esta história é verdadeira.

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