Voltei!

Sei que, após tanto tempo sem postar, alguns leitores podem até estar achando que este que vos fala é um tremendo vagabundo, ou ainda, quem sabe, que eu abandonei esse blog. Mas não, senhores, não é nada disso. Apenas problemas com trabalho, tempo e essa coisa toda. Sem contar o bloqueio de escritor… Mas enfim, cá estou eu de novo.

E, a propósito, saí (ou quase) do estágio.

Saldo final: 1 mês e quinze dias.

Quem ganhou a aposta?

10 pilas pro ganhador

=)

Garotas compromissadas

Não tenho muita sorte com mulheres. E não é à toa, afinal, que estou sem namorada. E ora, além de eu não ter nenhuma habilidade Don Juan, e, portanto, ter que contar com a sorte, as mulheres com quem me envolvo sempre têm algum detalhe que faz estragar qualquer possibilidade de algo mais sério (ser nove anos mais velha do que eu é um bom exemplo).

Fora isso, quando encontro alguma garota interessante, uma que me faça pensar numa possível conquista e tchanãnã, ela, via de regra, tem namorado. Isso, aliás, virou uma constante nessa minha procura. Garotas interessantes sempre têm namorado! E se não tem, quero que levante a mão agora mesmo e diga quem você é, porque estou te pedindo em casamento now. Ok, em namoro? Ficar?

Então, além de todos estes pormenores (nunca usei essa palavra na minha vida), eu ainda tenho cara de nerd. Não, na verdade estes meus olhos puxados é que dizem que sou nerd. Mas eu não sou nerd. Vai, tudo bem, sou um pouco. Mas não muito. Enfim, o fato é que a maioria das mulheres desse mundo pensam que nerds não tem *A PEGADA*.

E bom, mulheres simplesmente são movidas por uma pegada forte e tudo mais. Uma boa pegada, afinal, define o humor de uma mulher – e quero ver quem prova o contrário. O fato é que nerds têm, sim, pegada. A PEGADA. E portanto, eu, como um possível nerd, me sinto injustiçado, prejudicado e lesado por esse engano cometido pelas mulheres.

Ora, se nós nerds temos paciência para ficar resolvendo equações, estudando códigos e tudo, imagina a paciência que temos para cuidar direitinho de mulheres gostosinhas? Pegada intensa, garotas, podem acreditar. =)

Se bem que, se for parar pra pensar, estes meus olhos puxados podem estar dizendo outra coisa. É, isso faz sentido. Malditos! Estão jogando contra mim! Japonês não tem o guri pequeno, não. É boato. Eu sou a prova viva! (leia com convicção essa frase, faz favor)

No mais, devo dizer que, agora que arrumei um trabalho, estou precisando ainda mais de uma namorada. Muito mais. Uma que, quando eu estiver muito cansado, esteja me esperando para perguntar sobre o meu dia e tal (leia-se: toda cheirosa e selvagem, pronta pra safadanagem pura). =D

Enfim, a questão principal é: por que cargas d’água essas mulheres estão todas compromissadas?

Rotina

Já se passou uma semana desde que comecei a estagiar na biblioteca da minha faculdade. Er.. não é bem um estágio, para falar a verdade. Está mais para uma maneira de economizar uma grana mesmo. Ou escravidão, quem sabe. Não há, afinal, nada de prática jurídica para eu aprender. Mas enfim, esse nem é o problema. Meu maior problema é a rotina.

Não gosto de rotina. Ok, alguns até podem dizer que é coisa de vagal e tudo, mas, acredite, não é. Eu gosto de fazer aquilo que me desafia, que me dá um certo orgulho. Frescura, eu sei, mas já que é para trabalhar, acordar cedo e tudo mais, que seja para fazer o que eu gosto, ora. É justo, pode dizer. E, além do mais, tenho que conciliar tudo com meu objetivo maior, que é passar no concurso público que quero.

Ora, eu deveria ser um escritor, na verdade. Eu escreveria a qualquer hora que eu quisesse, onde eu quisesse. E melhor: sobre o que eu quisesse. Uma maravilha! Mas poxa, nem tenho tanta criatividade assim. Faz um tempão, por exempo, que tenho tentado escrever uma crônica, mas nem sinal dela ainda. Nada.

Agora, acordar cedo todo dia, tendo que pegar ônibus, sem previsão de grandes quantias de dinheiro nem é legal. Tudo bem, não se deve reclamar de boca cheia, alguns diriam. Mas, sinceramente, não estou nem um pouquinho feliz com essa rotina. E nem estou de boca cheia, aliás.

Enfim, considerando esse texto, eu pergunto: Quanto tempo vocês acham que ainda vou ficar nesse serviço?

Dou 10 pila pra quem acertar (de verdade).

Dez coisas que vou fazer antes de morrer (ou não)

Ultimamente tenho pensando muito sobre rumos que minha vida deve tomar. Mais do que eu queria, aliás. E não é por pouco. Estou para completar 20 anos de idade. E eu poderia até ensair uma crise dos 20 e tal, mas acho que não vale à pena.

Mas enfim, uma coisa é certa: estou envelhecendo. Ok, minha saúde ainda está legal. Não preciso tomar estimulantes e tchanãnã. Beleza. Mas céus, não dá pra negar, depois dos 20 a coisa complica. Agora tenho um turbilhão de obrigações, afinal. Não que eu não tivesse antes, mas agora o digito 2 me lembra que a próxima vez que ele mudar será para 3, isto é, 30 anos! Isto significa que tenho 10 anos para casar, comprar uma casa… Enfim, fazer o que tenho que fazer. Isso porque aos 30 anos terei a ‘crise dos 30′ para me preocupar. E, bom, crise dos 30 é crise dos 30. Não dá para arriscar.

De todo modo, melhor é pensar a respeito das coisas que eu posso fazer. Há, eu acho, muito o que viver ainda. Assim, a exemplo do Rafael Slonik, vou listar os objetivos que desejo concluir.

1 – Concluir minha formação em Direito
Como desisti da outra faculdade, concluir essa se tornou um desafio. Afinal, se desisti de uma, posso perfeitamente desistir de outra… Mas não vou. Direito, agora, é parte da minha vida. Daqui a 4 anos e 6 meses estarei com meu canudo na mão, firme e forte — no bom sentido, claro. ¬¬’

2 – Ser pai. Um excelente pai
Sinceramente, não sei explicar exatamente o motivo que me faz querer ser pai. Mas é desejo antigo, fundamental. Acho que, para mim, não fará sentido se eu não for.

3 – Ser Promotor de Justiça
Profissionalmente, desejo ser Promotor de Justiça. É a função que mais me atrai na área jurídica. Tudo bem que eu posso mudar de idéia, mas por enquanto é o que desejo.

4 – Conhecer o Brasil e, depois, a Europa
Conhecer Roma, Londres, Paris deve ser desejo de todos. Espero chegar a realizar. Mas conhecer as belezas naturais do Brasil já é suficiente.

5 – Adotar a educação de uma criança carente
Se algum dia eu tiver a oportunidade, adotarei a educação de uma criança. Pagarei escola, curso e tudo o que ela precisar em relação à estudo.

6 – Visitar um asilo
Acho que só terei real noção de como a vida é quando eu visitar um asilo. Preciso de coragem para fazer isso.

7 – Ter mais fé
Uma coisa que me faz falta, ultimamente, é fé. Sinceramente, não consigo aceitar a idéia de que tudo o que conhecemos é apenas resultado de uma simples variação física, mas, ao mesmo passo, também não acredito tanto nas causas divinas quanto deveria . Mas eu quero acreditar.

8 – Ver o Brasil se tornar um país de Primeiro Mundo
Antes de morrer, preciso ver esse país, enfim, construído. Eu acredito nisso. Acredito num Brasil desenvolvido. Espero estar vivo para ver.

9 – Morar no Paraná ou no Rio Grande do Sul
Tenho uma admiração especial pela parte sul do Brasil. Por isso, se eu puder, será nessa região que morarei — Curitiba ou Porto Alegre, preferencialmente.

10 – Concluir meus objetivos
E, por fim, preciso concluir meus objetivos. Os que tracei para este ano, por exemplo, estão tremendamente parados. Continuo um tanto fraco. Continuo meio indisciplinado. E pior: ainda sem namorada. Mas, tudo bem, ainda há tempo. Posso mudar.

Por que eu amo mulheres inteligentes

Em prol de uma masculinidade digna, tudo o que eu queria, na adolescência, era uma namorada. Namorada-padrão, sem muita frescura e tal. Feia ou bonita, não importava, contanto que tivesse peito e bunda estava valendo. Eu sei, pensamento machista, mas, sabe como é, coisa de adolescente. Normal. O tempo, entretanto, passou. Certas coisas cresceram (cof), conheci diversas garotas, mudei e descobri a grande verdade: de nada adianta uma mulher gostosa se ela não for inteligente.

Tudo bem, vai, não há como negar que um belo par de seios pomposos soa melhor do que qualquer palavra inteligente que possa ser dita, mas, na boa, minha preferência ainda fica na encantadora inteligência feminina. E gay é o caramba. Mulheres inteligentes dominam mesmo.

Mas claro, demorei a entender isso. Antes, conforme a ideologia que me dominava, mulher não tinha que saber nada mesmo, só tinha que ser mulher, tal qual Emanuelle, e pronto: tudo legal.

Essa visão machista, todavia, se foi quando comecei a interagir de fato com mulheres. Até porque revistas e filmes safadonosos não ofereciam interação alguma, embora se pudesse, manualmente, fingir que sim. E mulheres reais, apesar de complicadas, são infinitamente melhores do que a Band de madrugada. Ah, um sonho.

Sonho este que se esvaiu sacanamente quando notei, a contragosto, que eu era fraco pra caramba quando o negócio era sentimento. E droga, assim me apaixonei por um sem-número de garotas, o que seria normal caso estas tivessem alguma inteligência. Mas não tinham. E eu mevodi.

E quando falo de inteligência, vale dizer, não falo daquelas mulheres intelectualmente chatas, mas sim daquelas que sabem o que falar, como pensar, e que, ainda assim, não perdem a magia feminina. Falo daquelas garotas que, à primeira vista, parecerem esquisitas e tal, mas que, na verdade, são a essência do que há de melhor nas mulheres. Hm…

Enfim, mas bem sei que, num tempo em que um álbum do orkut vale mais do que qualquer sinal de racionalidade, devo ser bem exigente. E isso talvez explique o porquê de, no dia 12, eu não ter com quem gastar (tadinho). Sei lá, pode ser. Mas, também, não corromperei minha paz interior por uma bunda arrebitada. Deixa estar. E o fato é: eu amo mulheres inteligentes.